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Pagenaud segura Rossi e vence as 500 Milhas de Indianápolis; Kanaan fica em nono



26/05/2019 | 17:25


Em briga emocionante no final das 500 Milhas de Indianápolis, o francês Simon Pagenaud, da Penske, ultrapassou o norte-americano Alexander Rossi, da Andretti, antes de abrir a última das 200 voltas para vencer a famosa prova pela primeira vez. O japonês Takuma Sato, da Rahal Letterman Lanigan Racing, foi o terceiro.

O brasileiro mais bem colocado foi Tony Kanaan. O campeão de 2013 terminou em nono lugar com a AJ Foyt. Seu companheiro Matheus Leist ficou em 15.º, à frente do experiente Hélio Castroneves. O piloto da Penske, tricampeão das 500 Milhas, foi o 18.º colocado.

Na largada, Pagenaud conseguiu sustentar a ponta. Depois de aproximadamente quatro minutos, a primeira bandeira amarela tremulou pela primeira vez. O novato norte-americano Colton Herta, de apenas 19 anos, teve problemas no câmbio de sua Harding e teve de abandonar. Nesse ponto, os brasileiros vinham bem após ganharem posições no pelotão intermediário - Castroneves aparecia em 10.º, Kanaan estava em 14.º e Leist, de 20 anos, ocupava o 23.º posto.

Após o reinício da prova, Leist subiu para 22.º na relargada. Já Castroneves pegou a linha suja e perdeu duas posições, caindo para 12.º, perto de Kanaan. Vencedor das 500 Milhas do ano passado, Will Power, também da Penske, chegou ao quarto posto depois da bandeira verde. Logo após, o australiano já aparecia em segundo.

Em seguida, começou a primeira rodada de pit stops. E Castroneves se meteu em confusão: o brasileiro vinha tranquilo no pitlane e acabou tocando James Davyson, que rodou, atrapalhando também Scott Dixon. Com isso, o piloto do Brasil foi punido com uma "drive-through", caindo para o fim do grid.

Depois das paradas, Pagenaud se manteve na ponta, à frente de Power e do norte-americano Ed Carpenter, da equipe homônima. Kanaan aparecia em 12.º e Leist, em 19.º. Já Castroneves teve saldo bastante negativo e ficou uma volta atrás.

Após quase uma hora de prova, a segunda rodada de pit stops foi iniciada com Pagenaud, sem maiores incidentes. Já Power patinou na hora de posicionar o seu carro para a troca de pneus e perdeu tempo. Rossi foi outro que quase rodou. Logo após, o primeiro acidente agitou a prova em Indianápolis. Kyle Kaiser, dos Estados Unidos, rodou e bate forte no muro com a Juncos Racing, causando mais uma bandeira amarela.

Na sequência da rodada de pits, o britânico Jordan King chegou rápido para a troca de pneus e tocou em uma rodada que voou na perna de um mecânico da Rahal Letterman Lanigan Racing. Power também atingiu um mecânico em sua parada e perdeu tempo, saindo do fundo do grid na relargada. No momento da bandeira verde, Kanaan era 14.º, Leist 19.º e Castroneves 28.º. Kanaan ainda subiu para 13.º no reinício da prova e Leist foi para 17.º.

Depois de cerca de 1 hora e 30 minutos de corrida, a terceira rodada de paradas começou. Depois dos pit stops, Kanaan e Leist perderam algumas posições, depois recuperadas, e Pagenaud se manteve na ponta, perseguido por Rossi. A prova decorreu com normalidade até a quarta série de paradas. Pagenaud abriu os trabalhos no pitlane, mas quem chamou a atenção foi o sueco Marcus Ericsson. O piloto da Arrow Schmidt Peterson rodou, bateu e ficou atravessado na área dos boxes, causando outra bandeira amarela.

Já Rossi teve problemas na mangueira de combustível e perdeu bastante tempo. Quem também teve problemas foi Leist, que chegou quase em pena seca no pit e teve de religar o motor de sua AJ Foyt. Kanaan também foi prejudicado pela bandeira amarela e ficou próximo do companheiro no fim do grid, mas não por muito tempo.

Na relargada, o norte-americano Josef Newgarden, da Penske, passou o companheiro Pagenaud para assumir provisoriamente a ponta. Mas antes mesmo da outra rodada de paradas, o francês já reassumira a liderança. Ele vinha sob pressão de Rossi, que passou para o primeiro posto, mas uma bandeira vermelha interrompeu a briga entre os dois.

Também francês, Sébastien Bourdais, da Chip Ganassi, fechou a porta do norte-americano Graham Rahal, da Rahal Letterman Lanigan Racing, causando batida que acabou ocasionando outro acidente entre outros três carros do fundo do grid.

Depois de mais de 30 minutos de paralisação para limpeza da pista, a relargada foi dada e Pagenaud e Rossi puderam dar sequência à disputa pela ponta. Após a bandeira verde, o francês retomou a liderança e Kanaan ganhou posições para aparecer em 10.º, com grande rendimento. Já Sato subiu para terceiro, boa posição que o japonês sustentou até o fim da prova.

A três voltas do fim, Rossi ultrapassou Pagenaud para assumir o primeiro posto e tentar o triunfo. Logo em seguida, porém, o francês voltou à ponta e segurou a pressão para vencer a 103.ª edição da mítica corrida de Indianápolis. Kanaan ainda conquistou mais uma posição para terminar em nono, enquanto que Leist ficou em 15.º e Castroneves, em 18.º lugar.



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Pagenaud segura Rossi e vence as 500 Milhas de Indianápolis; Kanaan fica em nono


26/05/2019 | 17:25


Em briga emocionante no final das 500 Milhas de Indianápolis, o francês Simon Pagenaud, da Penske, ultrapassou o norte-americano Alexander Rossi, da Andretti, antes de abrir a última das 200 voltas para vencer a famosa prova pela primeira vez. O japonês Takuma Sato, da Rahal Letterman Lanigan Racing, foi o terceiro.

O brasileiro mais bem colocado foi Tony Kanaan. O campeão de 2013 terminou em nono lugar com a AJ Foyt. Seu companheiro Matheus Leist ficou em 15.º, à frente do experiente Hélio Castroneves. O piloto da Penske, tricampeão das 500 Milhas, foi o 18.º colocado.

Na largada, Pagenaud conseguiu sustentar a ponta. Depois de aproximadamente quatro minutos, a primeira bandeira amarela tremulou pela primeira vez. O novato norte-americano Colton Herta, de apenas 19 anos, teve problemas no câmbio de sua Harding e teve de abandonar. Nesse ponto, os brasileiros vinham bem após ganharem posições no pelotão intermediário - Castroneves aparecia em 10.º, Kanaan estava em 14.º e Leist, de 20 anos, ocupava o 23.º posto.

Após o reinício da prova, Leist subiu para 22.º na relargada. Já Castroneves pegou a linha suja e perdeu duas posições, caindo para 12.º, perto de Kanaan. Vencedor das 500 Milhas do ano passado, Will Power, também da Penske, chegou ao quarto posto depois da bandeira verde. Logo após, o australiano já aparecia em segundo.

Em seguida, começou a primeira rodada de pit stops. E Castroneves se meteu em confusão: o brasileiro vinha tranquilo no pitlane e acabou tocando James Davyson, que rodou, atrapalhando também Scott Dixon. Com isso, o piloto do Brasil foi punido com uma "drive-through", caindo para o fim do grid.

Depois das paradas, Pagenaud se manteve na ponta, à frente de Power e do norte-americano Ed Carpenter, da equipe homônima. Kanaan aparecia em 12.º e Leist, em 19.º. Já Castroneves teve saldo bastante negativo e ficou uma volta atrás.

Após quase uma hora de prova, a segunda rodada de pit stops foi iniciada com Pagenaud, sem maiores incidentes. Já Power patinou na hora de posicionar o seu carro para a troca de pneus e perdeu tempo. Rossi foi outro que quase rodou. Logo após, o primeiro acidente agitou a prova em Indianápolis. Kyle Kaiser, dos Estados Unidos, rodou e bate forte no muro com a Juncos Racing, causando mais uma bandeira amarela.

Na sequência da rodada de pits, o britânico Jordan King chegou rápido para a troca de pneus e tocou em uma rodada que voou na perna de um mecânico da Rahal Letterman Lanigan Racing. Power também atingiu um mecânico em sua parada e perdeu tempo, saindo do fundo do grid na relargada. No momento da bandeira verde, Kanaan era 14.º, Leist 19.º e Castroneves 28.º. Kanaan ainda subiu para 13.º no reinício da prova e Leist foi para 17.º.

Depois de cerca de 1 hora e 30 minutos de corrida, a terceira rodada de paradas começou. Depois dos pit stops, Kanaan e Leist perderam algumas posições, depois recuperadas, e Pagenaud se manteve na ponta, perseguido por Rossi. A prova decorreu com normalidade até a quarta série de paradas. Pagenaud abriu os trabalhos no pitlane, mas quem chamou a atenção foi o sueco Marcus Ericsson. O piloto da Arrow Schmidt Peterson rodou, bateu e ficou atravessado na área dos boxes, causando outra bandeira amarela.

Já Rossi teve problemas na mangueira de combustível e perdeu bastante tempo. Quem também teve problemas foi Leist, que chegou quase em pena seca no pit e teve de religar o motor de sua AJ Foyt. Kanaan também foi prejudicado pela bandeira amarela e ficou próximo do companheiro no fim do grid, mas não por muito tempo.

Na relargada, o norte-americano Josef Newgarden, da Penske, passou o companheiro Pagenaud para assumir provisoriamente a ponta. Mas antes mesmo da outra rodada de paradas, o francês já reassumira a liderança. Ele vinha sob pressão de Rossi, que passou para o primeiro posto, mas uma bandeira vermelha interrompeu a briga entre os dois.

Também francês, Sébastien Bourdais, da Chip Ganassi, fechou a porta do norte-americano Graham Rahal, da Rahal Letterman Lanigan Racing, causando batida que acabou ocasionando outro acidente entre outros três carros do fundo do grid.

Depois de mais de 30 minutos de paralisação para limpeza da pista, a relargada foi dada e Pagenaud e Rossi puderam dar sequência à disputa pela ponta. Após a bandeira verde, o francês retomou a liderança e Kanaan ganhou posições para aparecer em 10.º, com grande rendimento. Já Sato subiu para terceiro, boa posição que o japonês sustentou até o fim da prova.

A três voltas do fim, Rossi ultrapassou Pagenaud para assumir o primeiro posto e tentar o triunfo. Logo em seguida, porém, o francês voltou à ponta e segurou a pressão para vencer a 103.ª edição da mítica corrida de Indianápolis. Kanaan ainda conquistou mais uma posição para terminar em nono, enquanto que Leist ficou em 15.º e Castroneves, em 18.º lugar.

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