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Lauro volta a propor reajuste zero a servidores, que rejeitam

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Em assembleia realizada na noite desta sexta, no Sindema, a categoria, porém, descartou paralisação


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

24/05/2019 | 09:06


Diante de pedido de 7% de reajuste salarial, o prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), voltou a propor aumento zero aos servidores neste ano. Durante assembleia realizada na noite desta sexcta-feira, no Sindema (Sindicato dos Funcionários Públicos de Diadema), a categoria rejeitou a proposta. Porém, o sindicato descartou a possibilidade de realizar greve no momento.

Segundo o presidente do Sindema, José Aparecido da Silva, o Neno, o governo Lauro alegou que a impossibilidade de reajuste salarial se dá porque os gastos com a folha de pagamento atingiram 54,5% da receita, ultrapassando o limite estabelecido pela LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) – de 54%. Ainda de acordo com o sindicalista, o governo propôs aumento de 3,94% no vale-alimentação e no vale refeição, o que também foi rejeitado.

“A proposta não foi aceita porque a gente quer continuar os debates na mesa permanente de negociação. No caso dos benefícios, a categoria entende que não causa impacto no limite da LRF e, por isso, tem que ser melhorado. Vamos continuar negociando. A proposta que a Prefeitura apresentou está aquém do que esperávamos”, afirmou Neno, ao emendar que a próxima reunião com o governo está agendada para o dia 17 de junho, seguida de outra assembleia do funcionalismo, no dia 27 do mês que vem.

Apesar da contraproposta indigesta à categoria, Neno descartou a possibilidade de paralisação. O dirigente destacou que “há intenção” do Paço em oferecer o reajuste. “A gente entente que existe um impedimento legal (para dar aumento). São números oficiais. Mas a categoria tem tradição de luta e, em hipótese alguma, aceitará que não seja feita a reposição da inflação”, destacou.

Em 2017, entretanto, os servidores públicos de Diadema ficaram sem aumento. Na época, a mobilização ficou concentrada na tentativa de derrubada de projeto que previa a mudança no estatuto dos servidores. Já no ano passado, a categoria aceitou proposta de 7,02%, dividido em duas partes. 



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Lauro volta a propor reajuste zero a servidores, que rejeitam

Em assembleia realizada na noite desta sexta, no Sindema, a categoria, porém, descartou paralisação

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

24/05/2019 | 09:06


Diante de pedido de 7% de reajuste salarial, o prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), voltou a propor aumento zero aos servidores neste ano. Durante assembleia realizada na noite desta sexcta-feira, no Sindema (Sindicato dos Funcionários Públicos de Diadema), a categoria rejeitou a proposta. Porém, o sindicato descartou a possibilidade de realizar greve no momento.

Segundo o presidente do Sindema, José Aparecido da Silva, o Neno, o governo Lauro alegou que a impossibilidade de reajuste salarial se dá porque os gastos com a folha de pagamento atingiram 54,5% da receita, ultrapassando o limite estabelecido pela LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) – de 54%. Ainda de acordo com o sindicalista, o governo propôs aumento de 3,94% no vale-alimentação e no vale refeição, o que também foi rejeitado.

“A proposta não foi aceita porque a gente quer continuar os debates na mesa permanente de negociação. No caso dos benefícios, a categoria entende que não causa impacto no limite da LRF e, por isso, tem que ser melhorado. Vamos continuar negociando. A proposta que a Prefeitura apresentou está aquém do que esperávamos”, afirmou Neno, ao emendar que a próxima reunião com o governo está agendada para o dia 17 de junho, seguida de outra assembleia do funcionalismo, no dia 27 do mês que vem.

Apesar da contraproposta indigesta à categoria, Neno descartou a possibilidade de paralisação. O dirigente destacou que “há intenção” do Paço em oferecer o reajuste. “A gente entente que existe um impedimento legal (para dar aumento). São números oficiais. Mas a categoria tem tradição de luta e, em hipótese alguma, aceitará que não seja feita a reposição da inflação”, destacou.

Em 2017, entretanto, os servidores públicos de Diadema ficaram sem aumento. Na época, a mobilização ficou concentrada na tentativa de derrubada de projeto que previa a mudança no estatuto dos servidores. Já no ano passado, a categoria aceitou proposta de 7,02%, dividido em duas partes. 

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