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Airbus e SAS Scandinavian Airlines fecham acordo para pesquisas sobre aeronaves híbridas e elétricas

Da Redação, com assessoria

24/05/2019 | 14:18


A Airbus anunciou que assinou um Memorando de Entendimento (MdE) com a SAS Scandinavian Airlines para realizar pesquisas sobre os pré-requisitos de ecossistemas e infraestrutura de aeronaves híbridas e elétricas.

O MdE foi assinado por Grazia Vittadini, Chief Technology Officer da Airbus, e Göran Jansson, Deputy President EVP Strategy & Ventures da Scandinavian Airlines. O projeto terá início em junho de 2019 e continuará até o final de 2020.

Acordo Airbus e SAS

As duas empresas trabalharão de maneira colaborativa em um projeto de pesquisa. Ele visa aprimorar o conhecimento sobre as oportunidades e desafios de operação e infraestrutura na introdução em larga escala de aeronaves elétricas ou híbrida de acordo com o modelo de operação das companhias aéreas. O escopo do projeto inclui cinco unidades de trabalho com ênfase na análise do impacto que a infraestrutura terrestre e o carregamento das aeronaves possuem sobre alcance, recursos, tempo e disponibilidade em aeroportos.

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A colaboração também inclui planos para envolver um fornecedor de energia renovável para garantir que serão avaliadas as operações que realmente produzem emissões zero de CO2. Essa abordagem multidisciplinar, que engloba desde energia até infraestrutura, busca contemplar todo o ecossistema de operações de aeronaves, de modo a apoiar a transição da indústria da aviação para o uso de fontes de energias sustentáveis.

Desafios

Atualmente, a eficiência de combustível é 80% maior por passageiro-quilômetro do que nas aeronaves de 50 anos atrás. Entretanto, estima-se que o tráfego aéreo irá mais do que dobrar nos próximos 20 anos. Por isso que reduzir o impacto que a aviação tem sobre o meio ambiente é uma das principais metas do setor.

Para superar esse desafio, a Global Aviation Industry (ATAG), que inclui a Airbus e a SAS Scandinavian Airlines, se comprometeu a atingir um crescimento de carbono neutro na indústria de aviação como um todo a partir de 2020, reduzindo as emissões líquidas do setor em mais de 50% até 2050 (em comparação com 2005).

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Esse acordo reforça a posição da Airbus em um setor no qual a empresa já investe e realiza pesquisas para o desenvolvimento de tecnologias híbrido-elétricas e de propulsão elétrica que prometem importantes benefícios ambientais. A empresa europeia já começou a construir um portfólio de modelos demonstradores de tecnologia e está atualmente testando sistemas, subsistemas e componentes inovadores de propulsão híbrida para alcançar metas de eficiência de longo-prazo na construção e operação de aeronaves elétricas.

Aeronaves mais modernas

Na galeria, confira os aviões mais modernos da atualidade.

Foto: Divulgação

Família Airbus A320neo: a nova geração do A320 conta com motores mais modernos e eficientes da CFM International ou da Pratt & Whitney, redução de peso e soluções aerodinâmicas para ser mais eficiente

Foto: Divulgação

Airbus A321neo: mais um membro da família A320neo, também passou por melhorias nessa nova geração

Foto: Divulgação

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Foto: Divulgação

Airbus A330neo: pode ser equipado com a cabine Airspace e conta com peças de titânio para ficar mais leve. Para melhorar a eficiência, utiliza motores de última geração da Rolls-Royce

Foto: Divulgação

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Airbus A350 XWB: essa aeronave conta com design inovador, asas com materiais compostos e que podem mudar de forma para economizar combustível, além de utilizar materiais leves, como a fibra de carbono, na construção. Seu interior promete reduzir os efeitos do jet lag e para ser mais eficiente, utiliza motores de última geração da Rolls-Royce

Foto: Divulgação

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Airbus A380: o superjumbo ainda é o maior avião de passageiros do mundo, podendo levar até 544 pessoas. Sua construção utiliza camadas alternadas de liga de alumínio e fibra de vidro, para reduzir o peso e aumentar a autonomia

Foto: Divulgação

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Boeing 737 MAX: essa aeronave é uma das mais antigas e populares da história da aviação, mas a nova geração ganhou diversas melhorias, como detalhes aerodinâmicos para reduzir o arrasto e motores mais modernos da CFM International

Foto: Divulgação

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Boeing 777-ER300: mais eficiente que o 777 convencional, esse modelo tem aerodinâmica mais refinada, utiliza ligas de alumínio e fibra de carbono em sua construção, além de ser mais silencioso

Foto: Divulgação

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Boeing 787: talvez o mais moderno da atualidade, esse avião usa fibra de carbono na construção, motores de última geração da Rolls-Royce ou da G.E e tem aerodinâmica avançada para ter um longo alcance, mas gastando pouco combustível

Foto: Divulgação

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Embraer E195 E2: esse será um avião histórico para o Brasil, já que é a maior aeronave comercial fabricada e desenvolvida no País. Vai utilizar motores Pratt & Whitney, além de estar na quarta geração do sistema Fly By Wire. Está previsto para 2019

Foto: Divulgação

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Irkut MC21: também prometido para 2019, ou no mais tardar 2020. A fabricante russa promete motores nacionais, base de alumínio e titânio, além de ser 15% mais eficiente que o Airbus A320 e o Boeing 737

Foto: Divulgação

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