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Na primeira coletiva desde 2015, Messi quer que Valverde continue no Barcelona



24/05/2019 | 13:46


Pela primeira vez desde maio de 2015 na sala de entrevistas do Barcelona para uma coletiva com a imprensa, o argentino Lionel Messi disse nesta sexta-feira, na véspera da final da Copa do Rei contra o Valencia, que fechará a temporada 2018/2019 da equipe catalã, que espera que o técnico Ernesto Valverde siga no comando depois das férias do verão europeu. O craque negou culpa total dele na eliminação nas semifinais da Liga dos Campeões para o Liverpool com a derrota por 4 a 0 na Inglaterra.

"Foi um golpe muito duro, para mim e para os jogadores. Foi difícil levantar e foi fácil perceber isso nos jogos seguintes. Acho que o treinador quase não teve culpa nenhuma nesse jogo, nós é que fomos os culpados. Estávamos precavidos que poderia acontecer o mesmo que com a Roma, no ano passado, e aconteceu. Queríamos muito estar na final e o que aconteceu é inaceitável", disse Messi, em uma concorrida e inesperada coletiva ao lado do zagueiro Gerard Piqué.

"Sempre quis que (Valverde) continuasse. Podem gostar ou não da forma como jogamos, mas no ano passado ganhamos dois títulos e este ano podemos fazer o mesmo", afirmou o argentino, aprovando a continuidade do trabalho do treinador mesmo com as críticas públicas das últimas semanas.

Depois de vencer por 3 a 0 em Barcelona, no jogo de ida, o time espanhol sofreu um apagão em Liverpool e foi eliminado com uma goleada por 4 a 0, com direito a um gol do time inglês em uma bobeada geral da defesa catalã em um lance de bola parada em um escanteio. No ano passado, pelas quartas de final contra a Roma, a queda na Liga dos Campeões foi parecida: vitória por 4 a 1, em casa, e derrota por 3 a 0, na Itália.

"Nós (Barcelona) somos os culpados. Foi lamentável a partida que fizemos e a imagem que passamos. Se pode passar por isso em um ano, mas não duas vezes seguidas. O treinador terá sua parte de culpa, mas os maiores responsáveis somos nós (jogadores)", comentou o argentino, em suas primeiras declarações depois da eliminação dolorida.

Convocado para defender a seleção de seu país na Copa América, no Brasil, Messi fará neste sábado a sua última partida pelo Barcelona na temporada. Assim como no ano passado, o time poderá fazer o "doblete", como se fala na Espanha, com o título da Copa do Rei se somando ao do Campeonato Espanhol.

"Estamos conscientes de que é uma final e perder o jogo ainda nos deixaria pior do que já estamos, depois da Liga dos Campeões. Temos de acabar a temporada festejando mais um título e, assim, esquecer o que se passou", disse o craque. "No ano passado fizemos o 'doblete' e ele ficou manchado com a eliminação (na Liga dos Campeões). Neste ano podemos fazer outro, com uma mancha maior ainda. Em dois anos perdemos duas partidas que marcaram muito. Apesar disso, o resto foi bom", completou.

Barcelona e Valencia se enfrentarão neste sábado, às 16 horas (de Brasília), no estádio Benito Villamarín, casa do Betis, em Sevilha. O time catalão, atual tetracampeão, é o maior vencedor com 30 títulos em 42 finais disputadas. O rival, em sua 17.ª edição, busca a oitava taça - a última foi em 2008.



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Na primeira coletiva desde 2015, Messi quer que Valverde continue no Barcelona


24/05/2019 | 13:46


Pela primeira vez desde maio de 2015 na sala de entrevistas do Barcelona para uma coletiva com a imprensa, o argentino Lionel Messi disse nesta sexta-feira, na véspera da final da Copa do Rei contra o Valencia, que fechará a temporada 2018/2019 da equipe catalã, que espera que o técnico Ernesto Valverde siga no comando depois das férias do verão europeu. O craque negou culpa total dele na eliminação nas semifinais da Liga dos Campeões para o Liverpool com a derrota por 4 a 0 na Inglaterra.

"Foi um golpe muito duro, para mim e para os jogadores. Foi difícil levantar e foi fácil perceber isso nos jogos seguintes. Acho que o treinador quase não teve culpa nenhuma nesse jogo, nós é que fomos os culpados. Estávamos precavidos que poderia acontecer o mesmo que com a Roma, no ano passado, e aconteceu. Queríamos muito estar na final e o que aconteceu é inaceitável", disse Messi, em uma concorrida e inesperada coletiva ao lado do zagueiro Gerard Piqué.

"Sempre quis que (Valverde) continuasse. Podem gostar ou não da forma como jogamos, mas no ano passado ganhamos dois títulos e este ano podemos fazer o mesmo", afirmou o argentino, aprovando a continuidade do trabalho do treinador mesmo com as críticas públicas das últimas semanas.

Depois de vencer por 3 a 0 em Barcelona, no jogo de ida, o time espanhol sofreu um apagão em Liverpool e foi eliminado com uma goleada por 4 a 0, com direito a um gol do time inglês em uma bobeada geral da defesa catalã em um lance de bola parada em um escanteio. No ano passado, pelas quartas de final contra a Roma, a queda na Liga dos Campeões foi parecida: vitória por 4 a 1, em casa, e derrota por 3 a 0, na Itália.

"Nós (Barcelona) somos os culpados. Foi lamentável a partida que fizemos e a imagem que passamos. Se pode passar por isso em um ano, mas não duas vezes seguidas. O treinador terá sua parte de culpa, mas os maiores responsáveis somos nós (jogadores)", comentou o argentino, em suas primeiras declarações depois da eliminação dolorida.

Convocado para defender a seleção de seu país na Copa América, no Brasil, Messi fará neste sábado a sua última partida pelo Barcelona na temporada. Assim como no ano passado, o time poderá fazer o "doblete", como se fala na Espanha, com o título da Copa do Rei se somando ao do Campeonato Espanhol.

"Estamos conscientes de que é uma final e perder o jogo ainda nos deixaria pior do que já estamos, depois da Liga dos Campeões. Temos de acabar a temporada festejando mais um título e, assim, esquecer o que se passou", disse o craque. "No ano passado fizemos o 'doblete' e ele ficou manchado com a eliminação (na Liga dos Campeões). Neste ano podemos fazer outro, com uma mancha maior ainda. Em dois anos perdemos duas partidas que marcaram muito. Apesar disso, o resto foi bom", completou.

Barcelona e Valencia se enfrentarão neste sábado, às 16 horas (de Brasília), no estádio Benito Villamarín, casa do Betis, em Sevilha. O time catalão, atual tetracampeão, é o maior vencedor com 30 títulos em 42 finais disputadas. O rival, em sua 17.ª edição, busca a oitava taça - a última foi em 2008.

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