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Alimentação e bebidas têm variação nula no IPCA-15 de maio, diz IBGE



24/05/2019 | 11:21


O alívio nos preços dos alimentos marcou a desaceleração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15), que passou de uma alta de 0,72% em abril para um avanço de 0,35% em maio, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O grupo Alimentação e Bebidas teve variação nula no IPCA-15 de maio, isso após um avanço de 0,92% em abril. Ainda assim, o subgrupo "alimentação fora" subiu 0,48%.

O alívio foi puxado pela "Alimentação no domicílio", que registrou deflação de 0,26%, após apresentar alta de 1,43% em abril.

Segundo o IBGE, os destaques na deflação dos alimentos comprados para consumo no domicílio foram o feijão carioca (-11,55%), as frutas (-3,08%) e as carnes (-0,52%). Apesar da deflação nos alimentos em geral, ainda sobem os preços do tomate (13,08%) e a batata-inglesa (4,12%).

Os grupos Artigos de residência (-0,36%) e Comunicação (-0,04%) tiveram deflação de abril para maio, contribuindo para a desaceleração do índice cheio.



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Alimentação e bebidas têm variação nula no IPCA-15 de maio, diz IBGE


24/05/2019 | 11:21


O alívio nos preços dos alimentos marcou a desaceleração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15), que passou de uma alta de 0,72% em abril para um avanço de 0,35% em maio, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O grupo Alimentação e Bebidas teve variação nula no IPCA-15 de maio, isso após um avanço de 0,92% em abril. Ainda assim, o subgrupo "alimentação fora" subiu 0,48%.

O alívio foi puxado pela "Alimentação no domicílio", que registrou deflação de 0,26%, após apresentar alta de 1,43% em abril.

Segundo o IBGE, os destaques na deflação dos alimentos comprados para consumo no domicílio foram o feijão carioca (-11,55%), as frutas (-3,08%) e as carnes (-0,52%). Apesar da deflação nos alimentos em geral, ainda sobem os preços do tomate (13,08%) e a batata-inglesa (4,12%).

Os grupos Artigos de residência (-0,36%) e Comunicação (-0,04%) tiveram deflação de abril para maio, contribuindo para a desaceleração do índice cheio.

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