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Novo olhar para a construção civil


Do Diário do Grande ABC

24/05/2019 | 09:13


A construção civil brasileira passa por períodos de incerteza, frente à crise econômica que tem assolado o País há alguns anos. Segundo a sondagem CNI sobre desempenho da indústria da construção (base fevereiro de 2019), o setor segue desaquecido e demonstra queda nos índices de confiança. O incremento modesto no nível de atividades (aumento de 0,3 ponto em relação a janeiro, mas ainda 1,9 ponto abaixo do registrado há um ano) e em empregos gerados no setor (0,4 ponto acima do valor em janeiro e 1,2 ponto abaixo do nível observado há um ano) reflete esse cenário. Com tudo isso, índice de confiança do empresário da construção registrou queda de 3,5, o que reflete na intenção de investimento (compras de máquinas e equipamentos, pesquisa e desenvolvimento, inovação de produto ou processo), que apresentou baixa de dois pontos.

Índice de empregos reflete diretamente esse cenário. Segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, divulgados em abril, trabalho formal no País contabiliza saldo negativo de 43.196 empregos, sendo que as maiores perdas foram no comércio (redução de 28.803 vagas), agropecuária (-9.545) e construção civil (-7.781). O Brasil já viveu outros momentos de recessão e o que aprendemos, a cada período desses, é que investir é preciso. Olhar para o modo produtivo e buscar melhoria da eficiência em processos e em logística, agregar valor às pessoas que nos ajudam no dia a dia e investir em tecnologia para melhorar a qualidade das soluções são a chave para o crescimento, mesmo em tempos desfavoráveis economicamente.

Segmento de impermeabilização – para grandes obras de infraestrutura e residenciais – vem ganhando visibilidade, por tornar o empreendimento mais duradouro, seguro e sustentável. Temos apresentado a impermeabilização cada vez mais como estratégica para aumentar o tempo útil da obra, garantir economia, além de gerar benefícios às pessoas e ao meio ambiente. Sabe-se, por exemplo, que impermeabilização contemplada no projeto inicial da obra representa de 1% a 3% do valor total. Porém, caso a impermeabilização tenha que entrar na obra acabada, como forma corretiva, valor chega a cerca de 25% a 30% do total. Ou seja, tanto eficiência quanto competitividade ficam comprometidas com a falta de planejamento e prevenção. Assim como fica comprometido o bem-estar dos ocupantes da obra. Produtos eficientes garantem edificação segura e livre de umidade, melhorando a qualidade de vida do usuário. Tempos de crise nos fazem apurar o olhar diante do segmento em que atuamos e do negócio que gerimos, em busca de oportunidades. E elas estão aí para serem aproveitadas.

Raphael Bigio é engenheiro civil e diretor da empresa Dryko Impermeabilizantes, em São Paulo 

Não às armas

Para você que é cristão, católico, evangélico, espírita, budista, umbandista, ateu ou qualquer outra denominação religiosa ou filosófica que mantenha vivo o amor ao próximo e a si mesmo. Não adira ao convite armamentista do governo. As armas que podem ser compradas não foram feitas para assustar ou reprimir, foram feitas para matar. Se vier a usá-las o remorso invadirá irremediavelmente seu coração, e talvez a vítima poderá ser você ou sua família.

Ruben J. Moreira

São Caetano

Sim às atitudes

Pelo muito pouco que entendo de política, acho que democracia é aplicada em governos em que os governistas e servidores públicos, em geral, respeitam os recursos públicos em benefício da Nação e principalmente da população, e não em prol de salários exorbitantes, segurança diferenciada e, acima de tudo, as mordomias que estão sufocando o povo e levando o Brasil para o fundo do poço. Portanto, passou da hora de dar basta e colocar ponto final em tantas injustiças e respeitar o cidadão de bem e a família brasileira. O problema do Brasil não será resolvido com passeatas ou manifestações, mas, sim, com atitudes sérias e patrióticas de seus governantes. 

Sérgio Antônio Ambrósio

Mauá

Não ao BRT

Estive no Rio de Janeiro, antiga Cidade Maravilhosa – hoje horrorosa –, e tive a infeliz ideia de andar no famoso BRT. Parecia antro de vândalos de todos os tipos! Além, claro, dos ‘espertinhos’, algo que no Rio é bem comum. Entram no ônibus e não pagam. Pior é que são pais com filhos dando mau exemplo. Sem esquecer que o prejuízo do BRT por ano é de mais de R$ 60 milhões, segundo se informa na cidade. E não vejo partidos fazerem algo ou pedirem para isso acabar.

Maria M. J. Simões

Capital

Não a Moro

Aplausos frenéticos dos deputados comemorando a transferência do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) do Ministério da Justiça à pasta da Economia dão bem a medida do esforço empreendido, a satisfação e o alívio da ‘corporação dos corruptos’ da Câmara dos Deputados após essa derrota de Moro (Política, ontem). A argumentação é a de que o órgão de inteligência financeira, que em vários países é vinculado à Economia, não poderia ser mantido na Justiça ‘apenas’ pela experiência de Moro no combate à corrupção. Realmente, esse é argumento que bem esclarece o nível de preocupação em salvar a própria pele de certos políticos e o tamanho da luta que temos que travar contra eles. Isso não é expressão de democracia. Aliás, conceito que foi muito relativizado, pois usam-no para justificar medidas amorais a torto e a direito. Meus pêsames ao meu País e a todos os brasileiros por esse big knock down que sofremos.

Mara Montezuma Assaf

Capital

Não ao boicote

Ainda sobre boicote de São Bernardo a este Diário, Orlando Morando pode até ‘decepar as mãos’ dos profissionais que fazem este jornal chegar até seus milhares de leitores, mas o prefeito tucano esqueceu-se de que o jornalista usa a cabeça, sua inteligência na elaboração da reportagem (Política, dia 18). Como jornalista há mais de 50 anos, fica aqui registrado meu repúdio ao senhor Orlando Morando e a toda sua equipe de boicotadores, e votos de que todos que fazem parte deste Diário continuem firmes em suas funções, não se importando com as investidas covardes dos inimigos, e sim se preocupando com aquelas pessoas que acreditam na linha editorial deste jornal, que é orgulho para todos.

Arlindo Ligeirinho Ribeiro

Diadema

Sim à passeata

Se havia indecisão em participar da passeata do dia 26, vendo os deputados do Centrão comemorando a retirada do Coaf das mãos do ministro Sérgio Moro, me decidi. O Centrão só tem figuras carimbadas, que se escondem atrás do foro privilegiado, por isso tanta alegria. Devemos ir, sim, à Avenida Paulista, para protestar contra grande parte desses parlamentares, que nem deveriam mais estar no recinto não fosse o STF (Supremo Tribunal Federal), que até hoje não julgou nenhum político. Pensar que ainda estamos nas mãos dessa gente me move e participarei com gosto. Podem vir com o discurso de não ser o momento para essa passeata, mas só ver a alegria dos deputados para muitos se decidirem. É de dar ânsia! 

Beatriz Campos

Capital

As cartas para esta seção devem ser encaminhadas pelos Correios (Rua Catequese, 562, bairro Jardim, Santo André, CEP 09090-900) ou por e-mail (palavradoleitor@dgabc.com.br). Necessário que sejam indicados nome e endereço completos e telefone para contato. Não serão publicadas ofensas pessoais. Os assuntos devem versar sobre temas abordados pelo jornal. O Diário se reserva o direito de publicar somente trechos dos textos.



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Novo olhar para a construção civil

Do Diário do Grande ABC

24/05/2019 | 09:13


A construção civil brasileira passa por períodos de incerteza, frente à crise econômica que tem assolado o País há alguns anos. Segundo a sondagem CNI sobre desempenho da indústria da construção (base fevereiro de 2019), o setor segue desaquecido e demonstra queda nos índices de confiança. O incremento modesto no nível de atividades (aumento de 0,3 ponto em relação a janeiro, mas ainda 1,9 ponto abaixo do registrado há um ano) e em empregos gerados no setor (0,4 ponto acima do valor em janeiro e 1,2 ponto abaixo do nível observado há um ano) reflete esse cenário. Com tudo isso, índice de confiança do empresário da construção registrou queda de 3,5, o que reflete na intenção de investimento (compras de máquinas e equipamentos, pesquisa e desenvolvimento, inovação de produto ou processo), que apresentou baixa de dois pontos.

Índice de empregos reflete diretamente esse cenário. Segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, divulgados em abril, trabalho formal no País contabiliza saldo negativo de 43.196 empregos, sendo que as maiores perdas foram no comércio (redução de 28.803 vagas), agropecuária (-9.545) e construção civil (-7.781). O Brasil já viveu outros momentos de recessão e o que aprendemos, a cada período desses, é que investir é preciso. Olhar para o modo produtivo e buscar melhoria da eficiência em processos e em logística, agregar valor às pessoas que nos ajudam no dia a dia e investir em tecnologia para melhorar a qualidade das soluções são a chave para o crescimento, mesmo em tempos desfavoráveis economicamente.

Segmento de impermeabilização – para grandes obras de infraestrutura e residenciais – vem ganhando visibilidade, por tornar o empreendimento mais duradouro, seguro e sustentável. Temos apresentado a impermeabilização cada vez mais como estratégica para aumentar o tempo útil da obra, garantir economia, além de gerar benefícios às pessoas e ao meio ambiente. Sabe-se, por exemplo, que impermeabilização contemplada no projeto inicial da obra representa de 1% a 3% do valor total. Porém, caso a impermeabilização tenha que entrar na obra acabada, como forma corretiva, valor chega a cerca de 25% a 30% do total. Ou seja, tanto eficiência quanto competitividade ficam comprometidas com a falta de planejamento e prevenção. Assim como fica comprometido o bem-estar dos ocupantes da obra. Produtos eficientes garantem edificação segura e livre de umidade, melhorando a qualidade de vida do usuário. Tempos de crise nos fazem apurar o olhar diante do segmento em que atuamos e do negócio que gerimos, em busca de oportunidades. E elas estão aí para serem aproveitadas.

Raphael Bigio é engenheiro civil e diretor da empresa Dryko Impermeabilizantes, em São Paulo 

Não às armas

Para você que é cristão, católico, evangélico, espírita, budista, umbandista, ateu ou qualquer outra denominação religiosa ou filosófica que mantenha vivo o amor ao próximo e a si mesmo. Não adira ao convite armamentista do governo. As armas que podem ser compradas não foram feitas para assustar ou reprimir, foram feitas para matar. Se vier a usá-las o remorso invadirá irremediavelmente seu coração, e talvez a vítima poderá ser você ou sua família.

Ruben J. Moreira

São Caetano

Sim às atitudes

Pelo muito pouco que entendo de política, acho que democracia é aplicada em governos em que os governistas e servidores públicos, em geral, respeitam os recursos públicos em benefício da Nação e principalmente da população, e não em prol de salários exorbitantes, segurança diferenciada e, acima de tudo, as mordomias que estão sufocando o povo e levando o Brasil para o fundo do poço. Portanto, passou da hora de dar basta e colocar ponto final em tantas injustiças e respeitar o cidadão de bem e a família brasileira. O problema do Brasil não será resolvido com passeatas ou manifestações, mas, sim, com atitudes sérias e patrióticas de seus governantes. 

Sérgio Antônio Ambrósio

Mauá

Não ao BRT

Estive no Rio de Janeiro, antiga Cidade Maravilhosa – hoje horrorosa –, e tive a infeliz ideia de andar no famoso BRT. Parecia antro de vândalos de todos os tipos! Além, claro, dos ‘espertinhos’, algo que no Rio é bem comum. Entram no ônibus e não pagam. Pior é que são pais com filhos dando mau exemplo. Sem esquecer que o prejuízo do BRT por ano é de mais de R$ 60 milhões, segundo se informa na cidade. E não vejo partidos fazerem algo ou pedirem para isso acabar.

Maria M. J. Simões

Capital

Não a Moro

Aplausos frenéticos dos deputados comemorando a transferência do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) do Ministério da Justiça à pasta da Economia dão bem a medida do esforço empreendido, a satisfação e o alívio da ‘corporação dos corruptos’ da Câmara dos Deputados após essa derrota de Moro (Política, ontem). A argumentação é a de que o órgão de inteligência financeira, que em vários países é vinculado à Economia, não poderia ser mantido na Justiça ‘apenas’ pela experiência de Moro no combate à corrupção. Realmente, esse é argumento que bem esclarece o nível de preocupação em salvar a própria pele de certos políticos e o tamanho da luta que temos que travar contra eles. Isso não é expressão de democracia. Aliás, conceito que foi muito relativizado, pois usam-no para justificar medidas amorais a torto e a direito. Meus pêsames ao meu País e a todos os brasileiros por esse big knock down que sofremos.

Mara Montezuma Assaf

Capital

Não ao boicote

Ainda sobre boicote de São Bernardo a este Diário, Orlando Morando pode até ‘decepar as mãos’ dos profissionais que fazem este jornal chegar até seus milhares de leitores, mas o prefeito tucano esqueceu-se de que o jornalista usa a cabeça, sua inteligência na elaboração da reportagem (Política, dia 18). Como jornalista há mais de 50 anos, fica aqui registrado meu repúdio ao senhor Orlando Morando e a toda sua equipe de boicotadores, e votos de que todos que fazem parte deste Diário continuem firmes em suas funções, não se importando com as investidas covardes dos inimigos, e sim se preocupando com aquelas pessoas que acreditam na linha editorial deste jornal, que é orgulho para todos.

Arlindo Ligeirinho Ribeiro

Diadema

Sim à passeata

Se havia indecisão em participar da passeata do dia 26, vendo os deputados do Centrão comemorando a retirada do Coaf das mãos do ministro Sérgio Moro, me decidi. O Centrão só tem figuras carimbadas, que se escondem atrás do foro privilegiado, por isso tanta alegria. Devemos ir, sim, à Avenida Paulista, para protestar contra grande parte desses parlamentares, que nem deveriam mais estar no recinto não fosse o STF (Supremo Tribunal Federal), que até hoje não julgou nenhum político. Pensar que ainda estamos nas mãos dessa gente me move e participarei com gosto. Podem vir com o discurso de não ser o momento para essa passeata, mas só ver a alegria dos deputados para muitos se decidirem. É de dar ânsia! 

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