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Professores fazem acordo com Metodista e encerram greve

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Reunião com presença do Sinpro ABC definiu que instituto quite todos os salários atrasados até junho de 2019


Do Dgabc.com.br

23/05/2019 | 14:29


Em audiência de conciliação, realizada nesta quarta-feira (22), no TRT-2 (Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região), os professores da Universidade Metodista de São Paulo que estavam em greve desde o dia 29 de abril, por atrasos nos pagamentos de salário, FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), entre outros benefícios, fizeram um acordo com a Instituição de Ensino Superior e decidiram por fim à paralisação.

Com a presença do Sinpro ABC (Sindicato dos professores do Grande ABC) e do vice-presidente judicial, o desembargador Rafael Pugliese, ficaram definidos como parte do acordo que, o Instituto Metodista deverá pagar integralmente os salários de abril até 6 de junho, os salários de maio, até 30 de junho e os salários de junho, até 10 de julho. Além de definidas as respectivas datas, a universidade compromete-se a não demitir nenhum trabalhador, sem justa causa, pelo prazo de 90 dias.

Sobre o FGTS, ficou definido que a instituição providenciará novo compromisso de parcelamento referente as diferenças atrasadas, com prazo de no máximo cento e vinte dias, para efetivar pagamento integral e pontual do benefício. O mesmo serve para o depósito do vale alimentação, recebido por outros empregados.

Em caso de descumprimento de qualquer uma das cláusulas, ficou determinado que a instituição pagará multa referente a um salário mensal para cada trabalhador.

Há pelo menos dois anos, a Metodista, que tem três campi em São Bernardo, vem enfrentando um período de crise que se agravou nos últimos meses. Entre demissões de profissionais, protestos dos alunos e diversas assembleias que reuniram professores de quase todos os cursos, a Instituição vivenciou um período de greve que desencadeou transferências e provocou indignação na região.



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Professores fazem acordo com Metodista e encerram greve

Reunião com presença do Sinpro ABC definiu que instituto quite todos os salários atrasados até junho de 2019

Do Dgabc.com.br

23/05/2019 | 14:29


Em audiência de conciliação, realizada nesta quarta-feira (22), no TRT-2 (Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região), os professores da Universidade Metodista de São Paulo que estavam em greve desde o dia 29 de abril, por atrasos nos pagamentos de salário, FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), entre outros benefícios, fizeram um acordo com a Instituição de Ensino Superior e decidiram por fim à paralisação.

Com a presença do Sinpro ABC (Sindicato dos professores do Grande ABC) e do vice-presidente judicial, o desembargador Rafael Pugliese, ficaram definidos como parte do acordo que, o Instituto Metodista deverá pagar integralmente os salários de abril até 6 de junho, os salários de maio, até 30 de junho e os salários de junho, até 10 de julho. Além de definidas as respectivas datas, a universidade compromete-se a não demitir nenhum trabalhador, sem justa causa, pelo prazo de 90 dias.

Sobre o FGTS, ficou definido que a instituição providenciará novo compromisso de parcelamento referente as diferenças atrasadas, com prazo de no máximo cento e vinte dias, para efetivar pagamento integral e pontual do benefício. O mesmo serve para o depósito do vale alimentação, recebido por outros empregados.

Em caso de descumprimento de qualquer uma das cláusulas, ficou determinado que a instituição pagará multa referente a um salário mensal para cada trabalhador.

Há pelo menos dois anos, a Metodista, que tem três campi em São Bernardo, vem enfrentando um período de crise que se agravou nos últimos meses. Entre demissões de profissionais, protestos dos alunos e diversas assembleias que reuniram professores de quase todos os cursos, a Instituição vivenciou um período de greve que desencadeou transferências e provocou indignação na região.

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