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Bandeiras tarifárias sobem até 50% a partir de 1º de junho

Pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC

22/05/2019 | 07:25


A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou ontem reajuste de até 50% nas bandeiras tarifárias, cobrança extra na conta de luz que varia conforme o volume de chuvas e o nível dos reservatórios de água. As correções passam a valer a partir de 1º de junho.

O maior aumento se deu sobre a bandeira amarela, que passará de R$ 1 a cada 100 kw/h para R$ 1,50. A bandeira vermelha patamar um irá de R$ 3 a R$ 4 (alta de 33%), patamar dois, de R$ 5 para R$ 6 (elevação de 20%). A bandeira verde segue sem custo extra. Atualmente, vigora a amarela, e no fim do mês uma nova será conhecida.

“A alteração foi especialmente motivada pelo deficit hídrico do ano passado, que reposicionou a escala de valores das bandeiras”, disse a Aneel, que busca adequar custo quando a geração de energia fica mais cara. A amarela indica condições de geração menos favoráveis e, a vermelha, mais custosas de geração.
 



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Bandeiras tarifárias sobem até 50% a partir de 1º de junho

Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC

22/05/2019 | 07:25


A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou ontem reajuste de até 50% nas bandeiras tarifárias, cobrança extra na conta de luz que varia conforme o volume de chuvas e o nível dos reservatórios de água. As correções passam a valer a partir de 1º de junho.

O maior aumento se deu sobre a bandeira amarela, que passará de R$ 1 a cada 100 kw/h para R$ 1,50. A bandeira vermelha patamar um irá de R$ 3 a R$ 4 (alta de 33%), patamar dois, de R$ 5 para R$ 6 (elevação de 20%). A bandeira verde segue sem custo extra. Atualmente, vigora a amarela, e no fim do mês uma nova será conhecida.

“A alteração foi especialmente motivada pelo deficit hídrico do ano passado, que reposicionou a escala de valores das bandeiras”, disse a Aneel, que busca adequar custo quando a geração de energia fica mais cara. A amarela indica condições de geração menos favoráveis e, a vermelha, mais custosas de geração.
 

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