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Exterior estimula alta da Bovespa que pode ser limitada por ajuste da véspera

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


21/05/2019 | 10:33


O Ibovespa tenta dar continuidade aos ganhos da véspera, quando teve valorização de pouco mais de 2,00%. O movimento é amparado por notícias consideradas favoráveis em relação à guerra comercial entre Estados Unidos e China, que deixam os futuros de Nova York e as bolsas europeias em alta. O movimento reflete a informação de o governo norte-americano abrandou as restrições comerciais impostas à chinesa Huawei por 90 dias.

Por aqui, as palavras pacificadoras do presidente Jair Bolsonaro ditas na véspera em relação ao Legislativo sobre a reforma previdenciária também dão espaço para alta na B3, a despeito de ainda persistirem as dúvidas em relação ao avanço da reforma da Previdência e à administrativa.

O noticiário do dia sugere um pregão mais tranquilo, ressalta Thiago Salomão, da Rico Investimentos. Mas lembra que na segunda-feira a Bolsa subiu fortemente quando o consenso apontava para o contrário.

Às 10h14, o Ibovespa subia 0,37%, aos 92.285,43 pontos.

Para a equipe econômica da MCM Consultores, essas idas e vindas do discurso de Bolsonaro não contribui para criar uma relação de mútua confiança com o Congresso, o que dificulta o avanço da agenda do governo.

Depois de afirmar que a "classe política é o grande problema do Brasil", Bolsonaro mudou o tom horas depois em discurso no Planalto, ao dizer que valoriza o Parlamento, que dará a palavra final sobre a reforma previdenciária.

"Pode soar confuso esse ''morde e assopra'', mas para nós é positivo este discurso pró Previdência em cima de um texto que terá cada vez menos digitais do governo. Isso mostra o compromisso com a ''melhor reforma'', que como o próprio Bolsonaro já disse uma vez: reforma boa é aquela que é aprovada", afirma em nota o analista da Rico.

Na segunda, ressalta um operador, "a Bolsa subiu muito em função de fluxo de estrangeiro, mas nada animador". "A indicação é o investidor aproveitou para comprar por considerar que estava barata, mas não que a visão em relação às reformas, ao País tenha mudado."

O saldo de capital estrangeiro na B3 segue negativo, em R$ 5,315 bilhões, este mês. A despeito da alta de 2,17% do índice à vista ontem, que fechou aos 91.946,19 pontos, o Ibovespa acumula perdas de 4,57% este mês.

No campo corporativo, os investidores devem ficar de olho nas duas principais ações do Ibovespa: Vale e Petrobras. Ontem, os papéis da mineradora cederam cerca de 2,00%, diante do iminente desabamento do talude na barragem de Gongo Seco, em Barão de Cocais (MG).

Já em relação à Petrobras, a empresa informou hoje que o Conselho de Administração da companhia aprovou a assinatura de um aditivo ao contrato de cessão onerosa que prevê ressarcimento de US$ 9,058 bilhões à estatal.

Tanto as ações da Vale quanto as da estatal acumulam perdas este mês na faixa de 6%.



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Exterior estimula alta da Bovespa que pode ser limitada por ajuste da véspera


21/05/2019 | 10:33


O Ibovespa tenta dar continuidade aos ganhos da véspera, quando teve valorização de pouco mais de 2,00%. O movimento é amparado por notícias consideradas favoráveis em relação à guerra comercial entre Estados Unidos e China, que deixam os futuros de Nova York e as bolsas europeias em alta. O movimento reflete a informação de o governo norte-americano abrandou as restrições comerciais impostas à chinesa Huawei por 90 dias.

Por aqui, as palavras pacificadoras do presidente Jair Bolsonaro ditas na véspera em relação ao Legislativo sobre a reforma previdenciária também dão espaço para alta na B3, a despeito de ainda persistirem as dúvidas em relação ao avanço da reforma da Previdência e à administrativa.

O noticiário do dia sugere um pregão mais tranquilo, ressalta Thiago Salomão, da Rico Investimentos. Mas lembra que na segunda-feira a Bolsa subiu fortemente quando o consenso apontava para o contrário.

Às 10h14, o Ibovespa subia 0,37%, aos 92.285,43 pontos.

Para a equipe econômica da MCM Consultores, essas idas e vindas do discurso de Bolsonaro não contribui para criar uma relação de mútua confiança com o Congresso, o que dificulta o avanço da agenda do governo.

Depois de afirmar que a "classe política é o grande problema do Brasil", Bolsonaro mudou o tom horas depois em discurso no Planalto, ao dizer que valoriza o Parlamento, que dará a palavra final sobre a reforma previdenciária.

"Pode soar confuso esse ''morde e assopra'', mas para nós é positivo este discurso pró Previdência em cima de um texto que terá cada vez menos digitais do governo. Isso mostra o compromisso com a ''melhor reforma'', que como o próprio Bolsonaro já disse uma vez: reforma boa é aquela que é aprovada", afirma em nota o analista da Rico.

Na segunda, ressalta um operador, "a Bolsa subiu muito em função de fluxo de estrangeiro, mas nada animador". "A indicação é o investidor aproveitou para comprar por considerar que estava barata, mas não que a visão em relação às reformas, ao País tenha mudado."

O saldo de capital estrangeiro na B3 segue negativo, em R$ 5,315 bilhões, este mês. A despeito da alta de 2,17% do índice à vista ontem, que fechou aos 91.946,19 pontos, o Ibovespa acumula perdas de 4,57% este mês.

No campo corporativo, os investidores devem ficar de olho nas duas principais ações do Ibovespa: Vale e Petrobras. Ontem, os papéis da mineradora cederam cerca de 2,00%, diante do iminente desabamento do talude na barragem de Gongo Seco, em Barão de Cocais (MG).

Já em relação à Petrobras, a empresa informou hoje que o Conselho de Administração da companhia aprovou a assinatura de um aditivo ao contrato de cessão onerosa que prevê ressarcimento de US$ 9,058 bilhões à estatal.

Tanto as ações da Vale quanto as da estatal acumulam perdas este mês na faixa de 6%.

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