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Maranhão afirma que oito estão no páreo para liderar candidatura governista

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeito de Rio Grande admite que até nome de fora da política é observado para 2020


Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

20/05/2019 | 07:00


O prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão (Cidadania), ampliou o leque de possíveis candidatos à sua sucessão. Depois de fixar em quatro o número de potenciais prefeituráveis sustentados pelo Paço, o atual chefe do Executivo afirmou que oito nomes são monitorados pelo governo.

“É uma discussão que ainda não finalizamos. Hoje temos oito pessoas que consideramos opções para essa escolha, mas nada definido ainda”, declarou Maranhão, ao Diário.

A abertura da lista fez com que o prefeito cogitasse até mesmo figuras que não estão no governo ou no Legislativo. “A escolha não ficará restrita a nomes do secretariado nem da Câmara. Estamos abertos a diálogo”, ponderou. “As opções devem se afunilar neste ano, mas a escolha será apenas em 2020.”

As declarações de Maranhão implicam que o governo também observa pessoas de fora da política para a sucessão local.

Por ora, são especulados a vice-prefeita Marilza de Oliveira (PSD), a ex-vice-prefeita Helenice Arruda, o secretário de Administração e vereador licenciado, Clauricio Bento (DEM), e o titular de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Gilvan Mendonça.

A indefinição a respeito de quem defenderá a bandeira do governo nas urnas em 2020 também tem se explica pelo rompimento político de Maranhão e de seu padrinho político, o prefeito de Ribeirão Pires, Adler Kiko Teixeira (PSB).

Chefe do Executivo de Rio Grande por oito anos consecutivos – de 2005 a 2012 –, Kiko apostou em Maranhão, então secretário de Obras, como candidato à sucessão. Maranhão venceu em 2012 e se reelegeu em 2016, jurando lealdade a Kiko.

Porém, desde o ano passado a relação dos dois se estremeceu. Kiko permaneceu no grupo político ligado ao prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB). Maranhão optou por migrar para o bloco liderado pelo deputado federal Alex Manente (Cidadania), rival de Morando em São Bernardo.

A divisão é tamanha que Kiko considera abençoar um candidato distante do governo Maranhão na eleição em Rio Grande.

(colaborou Daniel Macário) 



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Maranhão afirma que oito estão no páreo para liderar candidatura governista

Prefeito de Rio Grande admite que até nome de fora da política é observado para 2020

Anderson Fattori
Do Diário do Grande ABC

20/05/2019 | 07:00


O prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão (Cidadania), ampliou o leque de possíveis candidatos à sua sucessão. Depois de fixar em quatro o número de potenciais prefeituráveis sustentados pelo Paço, o atual chefe do Executivo afirmou que oito nomes são monitorados pelo governo.

“É uma discussão que ainda não finalizamos. Hoje temos oito pessoas que consideramos opções para essa escolha, mas nada definido ainda”, declarou Maranhão, ao Diário.

A abertura da lista fez com que o prefeito cogitasse até mesmo figuras que não estão no governo ou no Legislativo. “A escolha não ficará restrita a nomes do secretariado nem da Câmara. Estamos abertos a diálogo”, ponderou. “As opções devem se afunilar neste ano, mas a escolha será apenas em 2020.”

As declarações de Maranhão implicam que o governo também observa pessoas de fora da política para a sucessão local.

Por ora, são especulados a vice-prefeita Marilza de Oliveira (PSD), a ex-vice-prefeita Helenice Arruda, o secretário de Administração e vereador licenciado, Clauricio Bento (DEM), e o titular de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Gilvan Mendonça.

A indefinição a respeito de quem defenderá a bandeira do governo nas urnas em 2020 também tem se explica pelo rompimento político de Maranhão e de seu padrinho político, o prefeito de Ribeirão Pires, Adler Kiko Teixeira (PSB).

Chefe do Executivo de Rio Grande por oito anos consecutivos – de 2005 a 2012 –, Kiko apostou em Maranhão, então secretário de Obras, como candidato à sucessão. Maranhão venceu em 2012 e se reelegeu em 2016, jurando lealdade a Kiko.

Porém, desde o ano passado a relação dos dois se estremeceu. Kiko permaneceu no grupo político ligado ao prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB). Maranhão optou por migrar para o bloco liderado pelo deputado federal Alex Manente (Cidadania), rival de Morando em São Bernardo.

A divisão é tamanha que Kiko considera abençoar um candidato distante do governo Maranhão na eleição em Rio Grande.

(colaborou Daniel Macário) 

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