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Postos de combustíveis em Maracaibo registram longas filas

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


19/05/2019 | 16:04


As sanções dos Estados Unidos contra a Venezuela, grande produtor de petróleo, parecem fazer efeito, já que são observadas longas filas em postos de combustível na segunda maior cidade do país, Maracaibo.

Russ Dallen, da corretora de valores Caracas Capital Markets, com sede em Miami, afirmou neste domingo que a Venezuela utiliza atualmente 15% da capacidade, após a queda da produção.

A produção já estava em declínio antes das sanções impostas pelo governo Trump, com o objetivo de pressionar o presidente Nicolas Maduro. Dallen diz que essas medidas estão começando a causar mais problemas, já que as refinarias da Venezuela também estão entrando em colapso.

Alguns motoristas dizem que tiveram que esperar 24 horas na fila. Yoli Urdaneta, médica de Maracaibo, diz que está tentando abastecer há quatro dias para poder trabalhar. Ela diz que seu tanque vazio coloca a vida dos pacientes em risco. Fonte: Associated Press.



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Postos de combustíveis em Maracaibo registram longas filas


19/05/2019 | 16:04


As sanções dos Estados Unidos contra a Venezuela, grande produtor de petróleo, parecem fazer efeito, já que são observadas longas filas em postos de combustível na segunda maior cidade do país, Maracaibo.

Russ Dallen, da corretora de valores Caracas Capital Markets, com sede em Miami, afirmou neste domingo que a Venezuela utiliza atualmente 15% da capacidade, após a queda da produção.

A produção já estava em declínio antes das sanções impostas pelo governo Trump, com o objetivo de pressionar o presidente Nicolas Maduro. Dallen diz que essas medidas estão começando a causar mais problemas, já que as refinarias da Venezuela também estão entrando em colapso.

Alguns motoristas dizem que tiveram que esperar 24 horas na fila. Yoli Urdaneta, médica de Maracaibo, diz que está tentando abastecer há quatro dias para poder trabalhar. Ela diz que seu tanque vazio coloca a vida dos pacientes em risco. Fonte: Associated Press.

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