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Diadema tem o prato mais barato da região

Pixabay Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Na cidade, alimentação fora de casa sai por R$ 28,85, R$ 10 a menos do que em Santo André


Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

18/05/2019 | 07:15


Diadema é a cidade do Grande ABC que possui o menor preço para refeições consumidas fora de casa. Com valor médio de R$ 28,85, o prato sai R$ 10 mais barato do que em Santo André, que tem a alimentação mais cara da região, aos R$ 38,98 – e também supera a média de valores da Capital, de R$ 34,58.

Os números são da Pesquisa + Valor, apoiada pela Ticket, e foram enviados com exclusividade ao Diário. A coleta dos dados, que incluem prato principal, sobremesa, bebida e café nas modalidades comercial, autosserviço, executivo e à la carte, foi feita entre dezembro de 2018 e fevereiro de 2019.

“Apesar de o aumento do custo no preço dos alimentos ter sido o principal responsável pela inflação de 3,75% no ano passado, de acordo com o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), mensurado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), já que a alta dos alimentos alcançou 4,04% em 2018, os estabelecimentos comerciais praticaram reajuste médios menores no período pesquisado, de 2,21%”, afirmou a diretora de produtos da Ticket, Adriana Serra.

Conhecida por ter estabelecimentos com perfis mais populares, os preços praticados em Diadema acabam sendo menores, diferencial para os próprios consumidores que optam por fazer refeições na cidade.

Caso da vendedora Adriana Cristina Araujo da Silva, 29 anos, que almoça fora com o marido e o filho, em média, três vezes por mês. “Quando fazemos isso, prefiro opções mais baratas, como o prato feito, que sai por R$ 10, ou o coma à vontade por R$ 15, o que encontro aqui em Diadema mesmo. Isso porque, se considerarmos eu, meu marido e filho, mais as bebidas dá mais caro do que preparar a refeição em casa”, pontuou.

Segundo a diretora de produtos da Ticket, em 2018 a alimentação fora do lar apresentou o menor aumento nos últimos cinco anos. “O valor médio da refeição completa no País ficou 2,1% superior ao ano anterior, que era de R$ 34,14, em 2017, e foi para R$ 34,84, em 2018”, explicou.

Se por um lado Diadema tem a refeição mais barata, Santo André pratica valores mais caros, inclusive, que a Capital. Enquanto na cidade da região valor médio é de R$ 38,98, em São Paulo chega a R$ 34,58. O preço dos pratos à la carte, de cerca de R$ 81,82, puxam os custos para cima.

O custo médio do prato em São Bernardo sai por R$ 30,46 e, em São Caetano, R$ 36,60.
 



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Diadema tem o prato mais barato da região

Na cidade, alimentação fora de casa sai por R$ 28,85, R$ 10 a menos do que em Santo André

Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

18/05/2019 | 07:15


Diadema é a cidade do Grande ABC que possui o menor preço para refeições consumidas fora de casa. Com valor médio de R$ 28,85, o prato sai R$ 10 mais barato do que em Santo André, que tem a alimentação mais cara da região, aos R$ 38,98 – e também supera a média de valores da Capital, de R$ 34,58.

Os números são da Pesquisa + Valor, apoiada pela Ticket, e foram enviados com exclusividade ao Diário. A coleta dos dados, que incluem prato principal, sobremesa, bebida e café nas modalidades comercial, autosserviço, executivo e à la carte, foi feita entre dezembro de 2018 e fevereiro de 2019.

“Apesar de o aumento do custo no preço dos alimentos ter sido o principal responsável pela inflação de 3,75% no ano passado, de acordo com o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), mensurado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), já que a alta dos alimentos alcançou 4,04% em 2018, os estabelecimentos comerciais praticaram reajuste médios menores no período pesquisado, de 2,21%”, afirmou a diretora de produtos da Ticket, Adriana Serra.

Conhecida por ter estabelecimentos com perfis mais populares, os preços praticados em Diadema acabam sendo menores, diferencial para os próprios consumidores que optam por fazer refeições na cidade.

Caso da vendedora Adriana Cristina Araujo da Silva, 29 anos, que almoça fora com o marido e o filho, em média, três vezes por mês. “Quando fazemos isso, prefiro opções mais baratas, como o prato feito, que sai por R$ 10, ou o coma à vontade por R$ 15, o que encontro aqui em Diadema mesmo. Isso porque, se considerarmos eu, meu marido e filho, mais as bebidas dá mais caro do que preparar a refeição em casa”, pontuou.

Segundo a diretora de produtos da Ticket, em 2018 a alimentação fora do lar apresentou o menor aumento nos últimos cinco anos. “O valor médio da refeição completa no País ficou 2,1% superior ao ano anterior, que era de R$ 34,14, em 2017, e foi para R$ 34,84, em 2018”, explicou.

Se por um lado Diadema tem a refeição mais barata, Santo André pratica valores mais caros, inclusive, que a Capital. Enquanto na cidade da região valor médio é de R$ 38,98, em São Paulo chega a R$ 34,58. O preço dos pratos à la carte, de cerca de R$ 81,82, puxam os custos para cima.

O custo médio do prato em São Bernardo sai por R$ 30,46 e, em São Caetano, R$ 36,60.
 

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