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Márcio Bernardes

13/05/2019 | 17:28


(São Paulo) – Mauro Paulino, palmeirense fanático, é diretor do Datafolha. Ele poderia prestar um grande serviço para o futebol, realizando uma pesquisa sobre preferências do torcedor.

A mais importante pergunta seria se é melhor mostrar um jogo bonito, clássico, com efeitos, independente do resultado, ou ser pragmático e jogar sem pensar nos meios e apenas no fim. Ao final do processo, teríamos uma informação segura do que pensa o torcedor. E isso poderá influenciar na mentalidade e trabalho dos treinadores.

Fala-se muito que o que se vê atualmente no Brasil é um futebol feio, sem técnica e boa tática. Esta é uma meia-verdade. É possível acompanhar bons jogos aqui. Compara-se sempre o nosso futebol com o europeu. Mas tirando a Liga dos Campeões, e com algumas exceções na Inglaterra, onde se joga bonito, cheio de estilo? Nos campeonatos nacionais europeus, 90% dos jogos, acusam resultados modestos e um futebol abaixo de crítica. Imagine Sampdoria e Lazio, La Coruña e Albacete, Estoril e Rio Ave?

Indiscutivelmente as grandes partidas das equipes europeias, que reconhecemos, têm os melhores jogadores do mundo, são da Liga dos Campeões. Especialmente na fase dos mata-mata.

Aqui no Brasil os esquemas são conservadores, cheios de retranca, com a proposta de primeiro não tomar gol e se for possível marcar um golzinho no adversário.
Se o Datafolha comprovar que o torcedor quer mesmo é espetáculo, possivelmente nossos treinadores, dirigentes e jogadores resolvam atender a vontade do grande público.

Mistério

Edu Gaspar deixou vazar que estaria acertando com o Arsenal, onde ele jogou vários anos, para desenvolver um trabalho administrativo. A CBF soltou uma nota garantindo que o profissional tem contrato com a entidade até o final da Copa de 2022. Mas há quem garanta que depois da Copa América, Edu voltará para a Europa.

Tudo muito estranho. Até porque em lagoa que tem piranha, jacaré nada de costas.



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Márcio Bernardes

13/05/2019 | 17:28


(São Paulo) – Mauro Paulino, palmeirense fanático, é diretor do Datafolha. Ele poderia prestar um grande serviço para o futebol, realizando uma pesquisa sobre preferências do torcedor.

A mais importante pergunta seria se é melhor mostrar um jogo bonito, clássico, com efeitos, independente do resultado, ou ser pragmático e jogar sem pensar nos meios e apenas no fim. Ao final do processo, teríamos uma informação segura do que pensa o torcedor. E isso poderá influenciar na mentalidade e trabalho dos treinadores.

Fala-se muito que o que se vê atualmente no Brasil é um futebol feio, sem técnica e boa tática. Esta é uma meia-verdade. É possível acompanhar bons jogos aqui. Compara-se sempre o nosso futebol com o europeu. Mas tirando a Liga dos Campeões, e com algumas exceções na Inglaterra, onde se joga bonito, cheio de estilo? Nos campeonatos nacionais europeus, 90% dos jogos, acusam resultados modestos e um futebol abaixo de crítica. Imagine Sampdoria e Lazio, La Coruña e Albacete, Estoril e Rio Ave?

Indiscutivelmente as grandes partidas das equipes europeias, que reconhecemos, têm os melhores jogadores do mundo, são da Liga dos Campeões. Especialmente na fase dos mata-mata.

Aqui no Brasil os esquemas são conservadores, cheios de retranca, com a proposta de primeiro não tomar gol e se for possível marcar um golzinho no adversário.
Se o Datafolha comprovar que o torcedor quer mesmo é espetáculo, possivelmente nossos treinadores, dirigentes e jogadores resolvam atender a vontade do grande público.

Mistério

Edu Gaspar deixou vazar que estaria acertando com o Arsenal, onde ele jogou vários anos, para desenvolver um trabalho administrativo. A CBF soltou uma nota garantindo que o profissional tem contrato com a entidade até o final da Copa de 2022. Mas há quem garanta que depois da Copa América, Edu voltará para a Europa.

Tudo muito estranho. Até porque em lagoa que tem piranha, jacaré nada de costas.

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