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Guedes prevê que se não houver teto de gastos 'juro vai para 10%, 15%'

Valter Campanato/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Temos de funcionar o corte de gasto não em cima dos mais pobres, mas onde estão as folgas



14/05/2019 | 19:05


O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que se não houver teto de gasto os juros subiriam para o patamar de 10%, 15%. "Isso é um dilema terrível que nós temos. Temos de funcionar o corte de gasto não em cima dos mais pobres, mas onde estão as folgas, as isenções. Nós vamos chegar lá", afirmou ele, durante audiência da Comissão Mista de Orçamento (CMO), nesta terça-feira, 14.

Ao criticar os bilhões de reais dados em isenções a setores e empresas em outros governos, o ministro disse também que discorda da produção de bilionários no País. "Nunca deveríamos usar recursos públicos para produzir campeões nacionais, bilionários, favorecimentos. É uma deformação, uma disfunção, bota recurso naquele banco e sai dando dinheiro para bilionário para ver se ele fica mais rico ainda", destacou ele.

Guedes ressaltou ainda que as isenções serão atacadas no "devido tempo". Sobre o salário mínimo, o ministro disse que seria uma insanidade falar que a população que vive com essa renda é favorecida. "Por definição, é o menos favorecido. Estamos observando o que está acontecendo", esclareceu ele, lembrando que neste momento o déficit está crescendo e inviabiliza ações nesse sentido. Disse ainda que há um problema "galopante que engole tudo", que é a Previdência.



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Guedes prevê que se não houver teto de gastos 'juro vai para 10%, 15%'

Temos de funcionar o corte de gasto não em cima dos mais pobres, mas onde estão as folgas


14/05/2019 | 19:05


O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que se não houver teto de gasto os juros subiriam para o patamar de 10%, 15%. "Isso é um dilema terrível que nós temos. Temos de funcionar o corte de gasto não em cima dos mais pobres, mas onde estão as folgas, as isenções. Nós vamos chegar lá", afirmou ele, durante audiência da Comissão Mista de Orçamento (CMO), nesta terça-feira, 14.

Ao criticar os bilhões de reais dados em isenções a setores e empresas em outros governos, o ministro disse também que discorda da produção de bilionários no País. "Nunca deveríamos usar recursos públicos para produzir campeões nacionais, bilionários, favorecimentos. É uma deformação, uma disfunção, bota recurso naquele banco e sai dando dinheiro para bilionário para ver se ele fica mais rico ainda", destacou ele.

Guedes ressaltou ainda que as isenções serão atacadas no "devido tempo". Sobre o salário mínimo, o ministro disse que seria uma insanidade falar que a população que vive com essa renda é favorecida. "Por definição, é o menos favorecido. Estamos observando o que está acontecendo", esclareceu ele, lembrando que neste momento o déficit está crescendo e inviabiliza ações nesse sentido. Disse ainda que há um problema "galopante que engole tudo", que é a Previdência.

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