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Há um mês no Brasil, jovem uruguaio se apresenta em semáforos

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Artista circense roda o continente com esquetes de equilibrismo, malabares, monociclo e acrobacias


Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

13/05/2019 | 12:56


As ruas das grandes cidades, há muito tempo, já se transformaram em palcos e picadeiros para artistas que se apresentam aos pedestres e motoristas. Mas o que destaca cada um no meio da multidão? O jovem uruguaio Ghunter Holmstrom, 23 anos, achou que amarrar uma corda entre dois semáforos no cruzamento das ruas Catequese e Padre Manoel da Nóbrega, em Santo André, e jogar malabares enquanto se equilibra em uma perna sobre a corda, e com a outra gira um arco, seria uma boa estratégia.


Morando no bairro Capuava há um mês, com um grupo de artistas argentinos, Holmstrom saiu de Montevideu de bicicleta e está viajando pelo sul e sudeste do País. Artista de circo há sete anos, o jovem tem dois filhos gêmeos, de 4 anos – Anahi e Nohah – que moram com a mãe Estefania Celes, 24, na Colômbia. A moça também é artista circense. “Já viajei para Colômbia, Equadro, Paraguai, Bolívia. Sempre que chego, arrumo onde me apresentar”, explicou.


A viagem ao Brasil não é a primeira. Holmstrom já conhece boa parte do litoral brasileiro, do sul ao nordeste, e também Estados do norte, como Rondônia e Acre. “O Brasil e o brasileiro são muito acolhedores. No Uruguai se fala muito sobre a cultura, os costumes, por isso quis conhecer e já vim tantas vezes”, explicou.


No semáforo onde está se apresentando desde ontem, primeiro observou o tempo de duração para travessia de pedestres, para então calcular como seria seu número. “Tenho um minuto para amarrar a corda, me apresentar, solta-la e andar entre os veículos”, relatou. A aceitação ao seu trabalho e a recompensa dos espectadores determina o tempo em que vai ficar no local. Já se apresentou na Avenida do Estado e também na Praça IV Centenário, no Centro. “Como estou sozinho, não costumo ficar no País mais que um ano. Quando estou com meus filhos, aí não tenho prazo para regressar”, completou.


Dessa vez, a previsão é ficar no Brasil por cerca de seis meses, e depois partir para o Chile, onde tem parentes. Holmstrom afirmou que não teme viajar sozinho, nem chegar a cidades onde não tem conhecidos. “Se a gente for tranquilo, e andar direito, nada vai acontecer”, pontuou, otimista.  



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Há um mês no Brasil, jovem uruguaio se apresenta em semáforos

Artista circense roda o continente com esquetes de equilibrismo, malabares, monociclo e acrobacias

Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

13/05/2019 | 12:56


As ruas das grandes cidades, há muito tempo, já se transformaram em palcos e picadeiros para artistas que se apresentam aos pedestres e motoristas. Mas o que destaca cada um no meio da multidão? O jovem uruguaio Ghunter Holmstrom, 23 anos, achou que amarrar uma corda entre dois semáforos no cruzamento das ruas Catequese e Padre Manoel da Nóbrega, em Santo André, e jogar malabares enquanto se equilibra em uma perna sobre a corda, e com a outra gira um arco, seria uma boa estratégia.


Morando no bairro Capuava há um mês, com um grupo de artistas argentinos, Holmstrom saiu de Montevideu de bicicleta e está viajando pelo sul e sudeste do País. Artista de circo há sete anos, o jovem tem dois filhos gêmeos, de 4 anos – Anahi e Nohah – que moram com a mãe Estefania Celes, 24, na Colômbia. A moça também é artista circense. “Já viajei para Colômbia, Equadro, Paraguai, Bolívia. Sempre que chego, arrumo onde me apresentar”, explicou.


A viagem ao Brasil não é a primeira. Holmstrom já conhece boa parte do litoral brasileiro, do sul ao nordeste, e também Estados do norte, como Rondônia e Acre. “O Brasil e o brasileiro são muito acolhedores. No Uruguai se fala muito sobre a cultura, os costumes, por isso quis conhecer e já vim tantas vezes”, explicou.


No semáforo onde está se apresentando desde ontem, primeiro observou o tempo de duração para travessia de pedestres, para então calcular como seria seu número. “Tenho um minuto para amarrar a corda, me apresentar, solta-la e andar entre os veículos”, relatou. A aceitação ao seu trabalho e a recompensa dos espectadores determina o tempo em que vai ficar no local. Já se apresentou na Avenida do Estado e também na Praça IV Centenário, no Centro. “Como estou sozinho, não costumo ficar no País mais que um ano. Quando estou com meus filhos, aí não tenho prazo para regressar”, completou.


Dessa vez, a previsão é ficar no Brasil por cerca de seis meses, e depois partir para o Chile, onde tem parentes. Holmstrom afirmou que não teme viajar sozinho, nem chegar a cidades onde não tem conhecidos. “Se a gente for tranquilo, e andar direito, nada vai acontecer”, pontuou, otimista.  

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