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Hilux, destemida e ambiciosa

Dérek Bittencourt/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

caminhonete da Toyota desbancou as concorrentes S10, Ranger e Amarok em 2016, 2017 e 2018


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

09/05/2019 | 10:25


A Hilux fechou os últimos três anos como a líder entre as picapes médias. A caminhonete da Toyota desbancou as concorrentes S10, Ranger e Amarok em 2016, 2017 e 2018, em cenário que – tudo leva a crer – vai se repetir neste ano. Principalmente depois que a montadora japonesa trouxe algumas mudanças ao visual de uma de suas principais estrela (tão destacada quanto o Corolla), a diferença sobre as rivais é bastante significativa – e a intenção da marca é aumentar em 15% as vendas. E os números estão aí para comprovar.

No acumulado entre janeiro e abril deste ano, foram emplacadas 13.092 Hilux, contra 8.247 S10, 6.173 Amarok e 5.978 Ranger. E a repaginada que a Toyota aplicou na parte dianteira da picape influenciou. Segundo descrição dos japoneses, a nova frente “incorpora desenho de grade hexagonal, traçada por três sólidas barras horizontais contornadas por um acabamento cromado. As alterações implicaram na remodelação do para-choque dianteiro, onde foram incorporados faróis de neblina.”

A robustez característica segue presente nos 5,315 m de comprimento, 1,855 m de largura e 1,815 m de altura da Hilux que, para um motorista de primeira viagem a bordo de uma caminhonete, pode parecer que ela pula excessivamente. Entretanto, quando exigida a uma velocidade mais alta ou a um terreno repleto de variáveis – como uma estrada de cascalho, terra, depressões e lama – o comportamento é elogiável.

O Diário testou o modelo SRV 4x4 cabine dupla (segundo na hierarquia), vermelho metálico, equipado com motor a diesel de 2.8 litros, 16 válvulas, turbo de 177 cavalos de potência, transmissão automática e de seis marchas. Mas também há disponíveis versões flex, com propulsor 2.7 litros e cinco marchas.
Na parte interna, motorista e passageiro do banco da frente têm espaço de sobra, enquanto quem vai atrás pode sentir desconforto caso os assentos da frente estejam o máximo possível para trás. Por outro lado, a Toyota caprichou no acabamento e nos itens de série.

O preço inicial da Hilux para a opção 4x2 e transmissão de cinco velocidades é R$ 111.990. A testada pela equipe de reportagem custa R$ 181.080. E ainda há versão topo de linha, em comemoração aos 50 anos do modelo, por R$ 196,990. 



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Hilux, destemida e ambiciosa

caminhonete da Toyota desbancou as concorrentes S10, Ranger e Amarok em 2016, 2017 e 2018

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

09/05/2019 | 10:25


A Hilux fechou os últimos três anos como a líder entre as picapes médias. A caminhonete da Toyota desbancou as concorrentes S10, Ranger e Amarok em 2016, 2017 e 2018, em cenário que – tudo leva a crer – vai se repetir neste ano. Principalmente depois que a montadora japonesa trouxe algumas mudanças ao visual de uma de suas principais estrela (tão destacada quanto o Corolla), a diferença sobre as rivais é bastante significativa – e a intenção da marca é aumentar em 15% as vendas. E os números estão aí para comprovar.

No acumulado entre janeiro e abril deste ano, foram emplacadas 13.092 Hilux, contra 8.247 S10, 6.173 Amarok e 5.978 Ranger. E a repaginada que a Toyota aplicou na parte dianteira da picape influenciou. Segundo descrição dos japoneses, a nova frente “incorpora desenho de grade hexagonal, traçada por três sólidas barras horizontais contornadas por um acabamento cromado. As alterações implicaram na remodelação do para-choque dianteiro, onde foram incorporados faróis de neblina.”

A robustez característica segue presente nos 5,315 m de comprimento, 1,855 m de largura e 1,815 m de altura da Hilux que, para um motorista de primeira viagem a bordo de uma caminhonete, pode parecer que ela pula excessivamente. Entretanto, quando exigida a uma velocidade mais alta ou a um terreno repleto de variáveis – como uma estrada de cascalho, terra, depressões e lama – o comportamento é elogiável.

O Diário testou o modelo SRV 4x4 cabine dupla (segundo na hierarquia), vermelho metálico, equipado com motor a diesel de 2.8 litros, 16 válvulas, turbo de 177 cavalos de potência, transmissão automática e de seis marchas. Mas também há disponíveis versões flex, com propulsor 2.7 litros e cinco marchas.
Na parte interna, motorista e passageiro do banco da frente têm espaço de sobra, enquanto quem vai atrás pode sentir desconforto caso os assentos da frente estejam o máximo possível para trás. Por outro lado, a Toyota caprichou no acabamento e nos itens de série.

O preço inicial da Hilux para a opção 4x2 e transmissão de cinco velocidades é R$ 111.990. A testada pela equipe de reportagem custa R$ 181.080. E ainda há versão topo de linha, em comemoração aos 50 anos do modelo, por R$ 196,990. 

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