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Justiça condena Grêmio a pagar quase R$ 12 milhões ao CAD

Valor é referente a 30% da venda do atacante Pedro Rocha à Rússia


Dérek Bittencourt

03/05/2019 | 07:03


A Justiça do Rio Grande do Sul determinou que o Grêmio repasse ao CAD (Clube Atlético Diadema) parte dos R$ 45,2 milhões da venda do atacante Pedro Rocha para o Spartak Moscou, da Rússia, em 2017. O Imperador entrou com ação que obrigava o clube gaúcho a pagar quase R$ 12 milhões por deter 30% dos direitos econômicos do jogador à época da negociação. E a sentença da juíza Kétlin Carla Pasa, da 12ª Vara Cível central de Porto Alegre, é favorável ao time do Grande ABC.

“Finalmente a Justiça reconheceu todas as nossas alegações, sempre confiamos. Nesse primeiro momento estou muito satisfeito com o resultado que coloca ordem na casa”, afirmou o presidente do CAD, Jadir Silva, via nota. “A Justiça manda um recado muito claro e diz aos grandes clubes que não há espaço para a indolência de bom-senso, por ser mais forte ou por ser maior. E o principal é que devolve para nós o nosso direito, que tentaram nos tomar”, completou. Os planos do Imperador com o dinheiro são investir na base e construir um CT.

A determinação causou revolta aos tricolores. Ao Zero Hora, o diretor jurídico do Grêmio, Nestor Hein, falou em “aberração jurídica”, porque o clube teria apenas seguido o que estava em contrato – no qual constava que o CAD só receberia os 30% até dezembro de 2015. “A cláusula foi sugerida pelo Diadema. Vendemos o jogador e não pagamos nada ao Diadema porque nada devíamos”, explicou. “Veio a sentença, que eu considero absurda, com nenhuma base legal e que causa uma insegurança jurídica tremenda. Estamos revoltados”, concluiu. 



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Justiça condena Grêmio a pagar quase R$ 12 milhões ao CAD

Valor é referente a 30% da venda do atacante Pedro Rocha à Rússia

Dérek Bittencourt

03/05/2019 | 07:03


A Justiça do Rio Grande do Sul determinou que o Grêmio repasse ao CAD (Clube Atlético Diadema) parte dos R$ 45,2 milhões da venda do atacante Pedro Rocha para o Spartak Moscou, da Rússia, em 2017. O Imperador entrou com ação que obrigava o clube gaúcho a pagar quase R$ 12 milhões por deter 30% dos direitos econômicos do jogador à época da negociação. E a sentença da juíza Kétlin Carla Pasa, da 12ª Vara Cível central de Porto Alegre, é favorável ao time do Grande ABC.

“Finalmente a Justiça reconheceu todas as nossas alegações, sempre confiamos. Nesse primeiro momento estou muito satisfeito com o resultado que coloca ordem na casa”, afirmou o presidente do CAD, Jadir Silva, via nota. “A Justiça manda um recado muito claro e diz aos grandes clubes que não há espaço para a indolência de bom-senso, por ser mais forte ou por ser maior. E o principal é que devolve para nós o nosso direito, que tentaram nos tomar”, completou. Os planos do Imperador com o dinheiro são investir na base e construir um CT.

A determinação causou revolta aos tricolores. Ao Zero Hora, o diretor jurídico do Grêmio, Nestor Hein, falou em “aberração jurídica”, porque o clube teria apenas seguido o que estava em contrato – no qual constava que o CAD só receberia os 30% até dezembro de 2015. “A cláusula foi sugerida pelo Diadema. Vendemos o jogador e não pagamos nada ao Diadema porque nada devíamos”, explicou. “Veio a sentença, que eu considero absurda, com nenhuma base legal e que causa uma insegurança jurídica tremenda. Estamos revoltados”, concluiu. 

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