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NY e conversa entre Maia e Bolsonaro permitem alta da Bolsa, mas feriado é risco

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


29/04/2019 | 11:24


O Ibovespa iniciou a segunda-feira, 29, em alta e, após a abertura das bolsas em Nova York, testava os 97 mil pontos. Por aqui, a expectativa positiva com a reforma previdenciária permeia os negócios. Às 11h01, o Ibovespa subia 0,43%, aos 96.649,06 pontos, após máxima aos 97.123,09 pontos.

Nesta segunda-feira, o secretário de Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, negou que uma economia de R$ 800 bilhões em dez anos seja a nova cifra considerada pela equipe econômica para a reforma da Previdência. O número foi citado pelo presidente Jair Bolsonaro na semana passada.

As conversas entre Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), no fim de semana, foram avaliadas como positivas pelo mercado para o cenário de tramitação da reforma. "Podem ser favoráveis para o desempenho dos ativos no encerramento deste mês", observa em nota a MCM Consultores.

Contudo, o feriado do Dia do Trabalho na quarta-feira, que deixará os mercados daqui e da Europa fechados, tende a limitar o volume de negócios.

"O destaque para esta segunda fica para os dois encontros ocorridos no final de semana, entre Rodrigo Maia e Bolsonaro. O feriado da quarta-feira tende a limitar movimentos consistentes nos ativos, embora a tendência é que prevaleça um ambiente menos tenso que o registrado até recentemente", estima o economista Silvio Campos Neto, da Tendências Consultoria Integrada.

Até o início dos trabalhos da Comissão Especial da reforma da previdência, no dia 7, Campos Neto avalia que o noticiário político continuará direcionando o clima entre os investidores.

Após severas críticas aos filhos de Bolsonaro, o presidente da Câmara se reuniu com o presidente ontem. Este, por sua vez, disse que a conversa foi ''excelente''. Além disso, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou que a relação do chefe do Executivo com o presidente da Câmara dos Deputados foi retomada.

Levantamento Estadão/Broadcast mostra que dos 49 deputados que ocupam uma cadeira na Comissão Especial que analisará a reforma da Previdência na Câmara no dia 7, 32 são favoráveis à reforma. O número já garantiria a aprovação da proposta no colegiado com folga, mas 16 parlamentares condicionam a aprovação a mudanças no texto.

"A tendência é a Bolsa ficar mais devagar por causa do feriado, pela cautela lá fora e ainda pela expectativa de que não haverá novidades sobre a reforma da Previdência", afirma um operador.

Sobre a afirmação do presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, de que a estatal pretende arrecadar US$ 15 bilhões com a venda de refinarias, o profissional diz que a notícia pode ser positiva para as ações, mas que ainda é preciso informações concretas sobre o tema para dar ímpeto aos papéis.



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NY e conversa entre Maia e Bolsonaro permitem alta da Bolsa, mas feriado é risco


29/04/2019 | 11:24


O Ibovespa iniciou a segunda-feira, 29, em alta e, após a abertura das bolsas em Nova York, testava os 97 mil pontos. Por aqui, a expectativa positiva com a reforma previdenciária permeia os negócios. Às 11h01, o Ibovespa subia 0,43%, aos 96.649,06 pontos, após máxima aos 97.123,09 pontos.

Nesta segunda-feira, o secretário de Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, negou que uma economia de R$ 800 bilhões em dez anos seja a nova cifra considerada pela equipe econômica para a reforma da Previdência. O número foi citado pelo presidente Jair Bolsonaro na semana passada.

As conversas entre Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), no fim de semana, foram avaliadas como positivas pelo mercado para o cenário de tramitação da reforma. "Podem ser favoráveis para o desempenho dos ativos no encerramento deste mês", observa em nota a MCM Consultores.

Contudo, o feriado do Dia do Trabalho na quarta-feira, que deixará os mercados daqui e da Europa fechados, tende a limitar o volume de negócios.

"O destaque para esta segunda fica para os dois encontros ocorridos no final de semana, entre Rodrigo Maia e Bolsonaro. O feriado da quarta-feira tende a limitar movimentos consistentes nos ativos, embora a tendência é que prevaleça um ambiente menos tenso que o registrado até recentemente", estima o economista Silvio Campos Neto, da Tendências Consultoria Integrada.

Até o início dos trabalhos da Comissão Especial da reforma da previdência, no dia 7, Campos Neto avalia que o noticiário político continuará direcionando o clima entre os investidores.

Após severas críticas aos filhos de Bolsonaro, o presidente da Câmara se reuniu com o presidente ontem. Este, por sua vez, disse que a conversa foi ''excelente''. Além disso, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou que a relação do chefe do Executivo com o presidente da Câmara dos Deputados foi retomada.

Levantamento Estadão/Broadcast mostra que dos 49 deputados que ocupam uma cadeira na Comissão Especial que analisará a reforma da Previdência na Câmara no dia 7, 32 são favoráveis à reforma. O número já garantiria a aprovação da proposta no colegiado com folga, mas 16 parlamentares condicionam a aprovação a mudanças no texto.

"A tendência é a Bolsa ficar mais devagar por causa do feriado, pela cautela lá fora e ainda pela expectativa de que não haverá novidades sobre a reforma da Previdência", afirma um operador.

Sobre a afirmação do presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, de que a estatal pretende arrecadar US$ 15 bilhões com a venda de refinarias, o profissional diz que a notícia pode ser positiva para as ações, mas que ainda é preciso informações concretas sobre o tema para dar ímpeto aos papéis.

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