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PSL faz investida para formar diretórios na região, com militares no comando, mas ainda derrapa

Montagem/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

28/04/2019 | 09:41


Mesmo diante da proposta de montar diretórios no Grande ABC após a vitória do presidente Jair Bolsonaro e registrar a maior bancada da Assembleia Legislativa na eleição de outubro, o PSL ainda derrapa na consolidação das executivas municipais da sigla na região, tendo como um dos principais objetivos das autoridades estaduais colocar militares nos comandos da legenda.

A estratégia era encaminhada em partes pelo senador Major Olímpio, que anunciou ontem, no entanto, a renúncia da direção paulista do PSL. Único deputado estadual da região eleito pelo PSL, Coronel Nishikawa é cogitado para presidir o partido em São Bernardo, porém, a movimentação não foi confirmada. Com extensa carreira no Corpo de Bombeiros, ele foi eleito com 23.094 votos. “Não tenho conhecimento desse fato (do PSL querer indicar militares)”, alegou.

O deputado diz ainda que se sente “desanimado” por perceber que os nomes que sugeriu para os diretórios municipais foram ignorados. “Eu não estou brigando, mas o PSL tem que levar minhas opiniões em consideração. Sou o único deputado do partido na região, não tem outros (quadros), ponderou. No Grande ABC, Nishikawa tem sofrido concorrência do correligionário e deputado federal Júnior Bozzela, que se coloca como um dos coordenadores da sigla na região. O domicílio eleitoral de Bozzella é a Baixada Santista.

Segundo o site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), apenas quatro cidades tem diretórios com status vigente – Diadema, Santo André, São Bernardo e Rio Grande da Serra.Destes municípios, São Bernardo é a que apresenta estágio mais avançado por trabalho de renovação dos quadros. Segundo o presidente do PSL local, Walter Rezende, o partido passa por momento de reorganização e, por isso, estaria revendo a liderança de algumas diretorias. “Estamos passando a peneira para retirar qualquer um que não esteja alinhado com o partido”, disse.

Ao menos em duas cidades a sigla já bancou militares no comando. Em Santo André, o capitão Ricardo Silva assumiu a presidência da legenda, ocupando lugar de Reginaldo Alves Gomes, que é civil. Capitão Ricardo foi candidato a estadual na última eleição e obteve 12,6 mil votos, mas não se elegeu. “Santo André não tem diretório, mas Bozzella e Nishikawa estão atuando em conjunto para agregar todo nosso partido”, defendeu Gomes.

Em Mauá, o Coronel Barthsar foi alçado a líder do PSL municipal e também foi nomeado secretário do Desenvolvimento Econômico pela prefeita Alaíde Damo (MDB). A prefeita, aliás, assumiu o cargo após o ex-prefeito Atila Jacomussi (PSB) ser cassado por meio de pedido de impeachment formalizado por integrante do PSL de Mauá.  



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PSL faz investida para formar diretórios na região, com militares no comando, mas ainda derrapa

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

28/04/2019 | 09:41


Mesmo diante da proposta de montar diretórios no Grande ABC após a vitória do presidente Jair Bolsonaro e registrar a maior bancada da Assembleia Legislativa na eleição de outubro, o PSL ainda derrapa na consolidação das executivas municipais da sigla na região, tendo como um dos principais objetivos das autoridades estaduais colocar militares nos comandos da legenda.

A estratégia era encaminhada em partes pelo senador Major Olímpio, que anunciou ontem, no entanto, a renúncia da direção paulista do PSL. Único deputado estadual da região eleito pelo PSL, Coronel Nishikawa é cogitado para presidir o partido em São Bernardo, porém, a movimentação não foi confirmada. Com extensa carreira no Corpo de Bombeiros, ele foi eleito com 23.094 votos. “Não tenho conhecimento desse fato (do PSL querer indicar militares)”, alegou.

O deputado diz ainda que se sente “desanimado” por perceber que os nomes que sugeriu para os diretórios municipais foram ignorados. “Eu não estou brigando, mas o PSL tem que levar minhas opiniões em consideração. Sou o único deputado do partido na região, não tem outros (quadros), ponderou. No Grande ABC, Nishikawa tem sofrido concorrência do correligionário e deputado federal Júnior Bozzela, que se coloca como um dos coordenadores da sigla na região. O domicílio eleitoral de Bozzella é a Baixada Santista.

Segundo o site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), apenas quatro cidades tem diretórios com status vigente – Diadema, Santo André, São Bernardo e Rio Grande da Serra.Destes municípios, São Bernardo é a que apresenta estágio mais avançado por trabalho de renovação dos quadros. Segundo o presidente do PSL local, Walter Rezende, o partido passa por momento de reorganização e, por isso, estaria revendo a liderança de algumas diretorias. “Estamos passando a peneira para retirar qualquer um que não esteja alinhado com o partido”, disse.

Ao menos em duas cidades a sigla já bancou militares no comando. Em Santo André, o capitão Ricardo Silva assumiu a presidência da legenda, ocupando lugar de Reginaldo Alves Gomes, que é civil. Capitão Ricardo foi candidato a estadual na última eleição e obteve 12,6 mil votos, mas não se elegeu. “Santo André não tem diretório, mas Bozzella e Nishikawa estão atuando em conjunto para agregar todo nosso partido”, defendeu Gomes.

Em Mauá, o Coronel Barthsar foi alçado a líder do PSL municipal e também foi nomeado secretário do Desenvolvimento Econômico pela prefeita Alaíde Damo (MDB). A prefeita, aliás, assumiu o cargo após o ex-prefeito Atila Jacomussi (PSB) ser cassado por meio de pedido de impeachment formalizado por integrante do PSL de Mauá.  

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