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Abaixo-assinado de servidores do Semasa


Fábio Martins

27/04/2019 | 07:00


Servidores do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) protocolaram abaixo-assinado pedindo esclarecimentos ao prefeito Paulo Serra (PSDB) e ao superintendente da autarquia andreense, Almir Cicote (Avante), sobre as negociações com a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). O documento apresenta cerca de 700 rubricas. Entre as principais preocupações dos funcionários está eventual demissão em caso de acordo de concessão total à empresa paulista. O governo tucano assinou protocolo de intenções junto à Sabesp visando equalizar a dívida, que se arrasta desde a década de 1990 – o passivo encontra-se no patamar de R$ 3,4 bilhões. Por outro lado, Paulo Serra já sustentou, em entrevista ao Diário, que irá estabelecer como prioridade na lista de exigências para formalizar qualquer tipo de ajuste a manutenção dos empregos no Semasa – são aproximadamente 1.000. O rol de requerimentos também passa por garantia de investimentos entre R$ 500 milhões e R$ 700 milhões na rede de distribuição, já que o equipamento antigo gera perda da ordem de 42%. O Paço estuda possibilidade de concessão parcial, envolvendo a distribuição de água e tratamento de esgoto.

BASTIDORES

Vistoria
A primeira-dama do Estado, Bia Doria, tende a vir para Santo André na sexta-feira visando fazer vistoria no espaço e obras do projeto de construção na cidade da segunda Praça da Cidadania em São Paulo, que se dá em parceria entre o governo estadual e a Prefeitura andreense, por meio do Fundo Social de Solidariedade – Bia é presidente do conselho do fundo. O município é o primeiro fora da Capital, onde está sendo erguida unidade no Capão Redondo, a ser contemplado com o programa. O equipamento será erguido no Jardim Santo André. A previsão de entrega da unidade é de seis meses, com valor estimado em R$ 2,5 milhões.

Passando o bastão
O ex-parlamentar José Montoro Filho, o Montorinho (sem partido), estuda lançar a mulher como candidata a vereadora no pleito municipal do ano que vem, seguindo a atuação na casa. Com carreira política toda atrelada ao PT, Montorinho teve votação suficiente na eleição anterior para assegurar vaga na Câmara, mas a Justiça Eleitoral barrou a sua candidatura, com base na Lei da Ficha Limpa – contas rejeitadas do período em que foi presidente do Legislativo. Diante do revés, hoje já desfiliado do partido, compõe o governo Paulo Serra (PSDB), e trabalha a hipótese, ainda sem sigla concreta, uma vez que continua com a pendência.<EM>

Polícia e Igreja
Na última sessão ordinária da Câmara de Santo André, quinta-feira, os vereadores bispo Ronaldo de Castro (PRB) e Sargento Lobo (SD) acabaram trocando farpas durante a plenária. Tudo começou após Lobo ter reclamado que Ronaldo, que presidiu parte dos trabalhos, cortou a fala do policial militar reformado. Na fala, Lobo disse que Ronaldo estaria “possuído por uma entidade pesada” e que, se tivesse o contato do líder da Igreja Universal do Reino de Deus, Edir Macedo, ligaria a ele pedindo que “tirasse o espírito do vereador”. Foi o estopim.

Agenda
Ex-ministro da Saúde, o deputado federal Alexandre Padilha vem hoje para São Bernardo para participar de agenda no Espaço de Formação Paulo Freire (Rua Marechal Deodoro, 1.960, sala 4), na região central. O encontro inclui roda de conversa sobre os 100 dias do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), e a organização de militantes na cidade. Na eleição do ano passado, Padilha se elegeu ao cargo de parlamentar ao obter 87,5 mil votos. Na ocasião, o PT formou bancada com oito representantes por São Paulo, entre eles Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho, que tem o domicílio eleitoral em Diadema.

Recurso
A defesa do prefeito cassado de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), ainda não entrou na Justiça para tentar anulação da sessão que culminou com o impeachment. Os advogados de Atila alegam que ainda estão estudando teses e que podem protocolar a petição até o início da semana que vem. 



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Abaixo-assinado de servidores do Semasa

Fábio Martins

27/04/2019 | 07:00


Servidores do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) protocolaram abaixo-assinado pedindo esclarecimentos ao prefeito Paulo Serra (PSDB) e ao superintendente da autarquia andreense, Almir Cicote (Avante), sobre as negociações com a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). O documento apresenta cerca de 700 rubricas. Entre as principais preocupações dos funcionários está eventual demissão em caso de acordo de concessão total à empresa paulista. O governo tucano assinou protocolo de intenções junto à Sabesp visando equalizar a dívida, que se arrasta desde a década de 1990 – o passivo encontra-se no patamar de R$ 3,4 bilhões. Por outro lado, Paulo Serra já sustentou, em entrevista ao Diário, que irá estabelecer como prioridade na lista de exigências para formalizar qualquer tipo de ajuste a manutenção dos empregos no Semasa – são aproximadamente 1.000. O rol de requerimentos também passa por garantia de investimentos entre R$ 500 milhões e R$ 700 milhões na rede de distribuição, já que o equipamento antigo gera perda da ordem de 42%. O Paço estuda possibilidade de concessão parcial, envolvendo a distribuição de água e tratamento de esgoto.

BASTIDORES

Vistoria
A primeira-dama do Estado, Bia Doria, tende a vir para Santo André na sexta-feira visando fazer vistoria no espaço e obras do projeto de construção na cidade da segunda Praça da Cidadania em São Paulo, que se dá em parceria entre o governo estadual e a Prefeitura andreense, por meio do Fundo Social de Solidariedade – Bia é presidente do conselho do fundo. O município é o primeiro fora da Capital, onde está sendo erguida unidade no Capão Redondo, a ser contemplado com o programa. O equipamento será erguido no Jardim Santo André. A previsão de entrega da unidade é de seis meses, com valor estimado em R$ 2,5 milhões.

Passando o bastão
O ex-parlamentar José Montoro Filho, o Montorinho (sem partido), estuda lançar a mulher como candidata a vereadora no pleito municipal do ano que vem, seguindo a atuação na casa. Com carreira política toda atrelada ao PT, Montorinho teve votação suficiente na eleição anterior para assegurar vaga na Câmara, mas a Justiça Eleitoral barrou a sua candidatura, com base na Lei da Ficha Limpa – contas rejeitadas do período em que foi presidente do Legislativo. Diante do revés, hoje já desfiliado do partido, compõe o governo Paulo Serra (PSDB), e trabalha a hipótese, ainda sem sigla concreta, uma vez que continua com a pendência.<EM>

Polícia e Igreja
Na última sessão ordinária da Câmara de Santo André, quinta-feira, os vereadores bispo Ronaldo de Castro (PRB) e Sargento Lobo (SD) acabaram trocando farpas durante a plenária. Tudo começou após Lobo ter reclamado que Ronaldo, que presidiu parte dos trabalhos, cortou a fala do policial militar reformado. Na fala, Lobo disse que Ronaldo estaria “possuído por uma entidade pesada” e que, se tivesse o contato do líder da Igreja Universal do Reino de Deus, Edir Macedo, ligaria a ele pedindo que “tirasse o espírito do vereador”. Foi o estopim.

Agenda
Ex-ministro da Saúde, o deputado federal Alexandre Padilha vem hoje para São Bernardo para participar de agenda no Espaço de Formação Paulo Freire (Rua Marechal Deodoro, 1.960, sala 4), na região central. O encontro inclui roda de conversa sobre os 100 dias do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), e a organização de militantes na cidade. Na eleição do ano passado, Padilha se elegeu ao cargo de parlamentar ao obter 87,5 mil votos. Na ocasião, o PT formou bancada com oito representantes por São Paulo, entre eles Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho, que tem o domicílio eleitoral em Diadema.

Recurso
A defesa do prefeito cassado de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), ainda não entrou na Justiça para tentar anulação da sessão que culminou com o impeachment. Os advogados de Atila alegam que ainda estão estudando teses e que podem protocolar a petição até o início da semana que vem. 

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