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Putin diz que Coreia precisa de garantias para desnuclearização

Moscou defende um diálogo com Pyongyang com base em um plano definido por China e Rússia



26/04/2019 | 05:08


O presidente russo, Vladimir Putin, disse que ele e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, conversaram sobre a desnuclearização da Península Coreana, sanções e os EUA durante reunião na cidade de Vladivostok.

Ao final do encontro, Putin afirmou que a Coreia do Norte precisa de garantias internacionais de segurança para encerrar seu programa nuclear e essas garantias, para funcionar, precisariam ser oferecidas dentro de uma estrutura multinacional.

"Precisamos restaurar o poder do direito internacional, voltar ao estado em que o direito internacional, e não a lei do mais forte, determina a situação no mundo", disse Putin. O presidente russo destacou que pretende discutir com Washington o que foi debatido com Kim. "Aqui não há segredos, não há conspirações. O próprio presidente Kim nos pediu para informar o lado americano sobre nossa posição."

Moscou defende um diálogo com Pyongyang com base em um plano definido por China e Rússia. O país já solicitou a retirada das sanções internacionais, enquanto o governo dos EUA acusou o Kremlin de ajudar a Coreia do Norte a evitar as punições.

O presidente russo também disse que está disposto a aumentar a cooperação para reduzir as tensões na Península Coreana. "Estou convencido de que a chave do sucesso está bem aqui", afirmou Putin. "Com a participação ativa da comunidade internacional, de todos os países interessados, alcançaremos com segurança os objetivos de Garantir uma paz, estabilidade e prosperidade na Península Coreana".

Dois meses depois do grande fracasso do segundo encontro com o presidente americano, Donald Trump, em Hanói, o norte-coreano afirmou que teve um "momento muito bom" com Putin e declarou que deseja reavivar os "vínculos históricos" entre Rússia e Coreia do Norte. Kim disse ainda que os EUA agiram de "má-fé" durante a cúpula de fevereiro, em Hanói. (Com agências internacionais)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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Putin diz que Coreia precisa de garantias para desnuclearização

Moscou defende um diálogo com Pyongyang com base em um plano definido por China e Rússia


26/04/2019 | 05:08


O presidente russo, Vladimir Putin, disse que ele e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, conversaram sobre a desnuclearização da Península Coreana, sanções e os EUA durante reunião na cidade de Vladivostok.

Ao final do encontro, Putin afirmou que a Coreia do Norte precisa de garantias internacionais de segurança para encerrar seu programa nuclear e essas garantias, para funcionar, precisariam ser oferecidas dentro de uma estrutura multinacional.

"Precisamos restaurar o poder do direito internacional, voltar ao estado em que o direito internacional, e não a lei do mais forte, determina a situação no mundo", disse Putin. O presidente russo destacou que pretende discutir com Washington o que foi debatido com Kim. "Aqui não há segredos, não há conspirações. O próprio presidente Kim nos pediu para informar o lado americano sobre nossa posição."

Moscou defende um diálogo com Pyongyang com base em um plano definido por China e Rússia. O país já solicitou a retirada das sanções internacionais, enquanto o governo dos EUA acusou o Kremlin de ajudar a Coreia do Norte a evitar as punições.

O presidente russo também disse que está disposto a aumentar a cooperação para reduzir as tensões na Península Coreana. "Estou convencido de que a chave do sucesso está bem aqui", afirmou Putin. "Com a participação ativa da comunidade internacional, de todos os países interessados, alcançaremos com segurança os objetivos de Garantir uma paz, estabilidade e prosperidade na Península Coreana".

Dois meses depois do grande fracasso do segundo encontro com o presidente americano, Donald Trump, em Hanói, o norte-coreano afirmou que teve um "momento muito bom" com Putin e declarou que deseja reavivar os "vínculos históricos" entre Rússia e Coreia do Norte. Kim disse ainda que os EUA agiram de "má-fé" durante a cúpula de fevereiro, em Hanói. (Com agências internacionais)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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