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Após água escura, moradores reclamam de torneiras secas

Arquivo/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Escassez do recuro atinge diversos bairros em Santo André, São Bernardo e Diadema nesta quarta-feira


Marília Montich
Do Dgabc.com.br

25/04/2019 | 11:15


Atualizada às 12h10

Após o recebimento de água escura, moradores de Santo André, São Bernardo e Diadema convivem nesta quinta-feira (25) com um novo problema: torneiras secas.

São diversos bairros afetados pela falta d''''água, tais como Jardim Stella, Valparaíso, Jardim Bom Pastor, Bela Vista, Vila Floresta, Sítio dos Vianas e Jardim Guarará, em Santo André; Baeta Neves, Paulicéia, Vila São Pedro, Rudge Ramos e Centro, em São Bernardo; e Campanário, em Diadema. Moradores relatam que a escassez se estende há dias.

Alguns condomínios têm optado por contratar caminhões-pipa para dar conta da demanda. É o caso do Domo Home, no Centro de São Bernardo. Dois veículos do tipo já foram acionados desde ontem. "Hoje de manhã houve a entrada de 119m3 pela rede da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) para uma necessidade diária de 467m3 e, novamente, não há mais fornecimento. Iniciamos mais uma vez o abastecimento por caminhão-pipa. Pedimos a todos que façam o consumo consciente nas próximas horas", diz comunicado enviado mais cedo aos condôminos.  

Questionada, a Sabesp informou que a falta d''''água se dá por conta dos trabalhos para corrigir o processo de tratamento de água do Sistema Rio Grande, problema que resultou no escurecimento da água nos últimos dias. “Com o procedimento operacional, houve redução na vazão de tratamento, causando intermitências em algumas regiões. A companhia dará desconto na conta de água do período e está à disposição para esclarecer os clientes pelo telefone 0800 0119911”, comentou em nota. Prazo para normalização, entretanto, não foi estipulado. 

O Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), por sua vez, reforçou a explicação da Sabesp e disse que, no município, o Rio Grande é responsável pelo abastecimento de 30% da população. “Por este motivo, alguns locais da cidade estão temporariamente apresentando intermitência no fornecimento de água”, afirmou a autarquia. 

Sobra a água turva, cuja cor varia de amarelada, passando por marrom, até tons de cinza, acompanhada de odor fétido, a Sabesp já havia esclarecido anteriormente que as fortes chuvas ocorridas em março e abril “provocaram o extravasamento da Represa Rio Grande (onde há a captação de água) para a Represa Billings, o que gerou alteração brusca e substancial na característica da água do manancial utilizado para tratamento. Principalmente a quantidade de ferro, manganês e o nível de cor da água bruta atingiram valores inéditos na história do manancial”. Para minimizar os transtornos, a companhia estadual garantiu que não vai cobrar a água consumida entre os dias 17 e 25 de abril nas cidades abastecidas pelo sistema.
 



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Após água escura, moradores reclamam de torneiras secas

Escassez do recuro atinge diversos bairros em Santo André, São Bernardo e Diadema nesta quarta-feira

Marília Montich
Do Dgabc.com.br

25/04/2019 | 11:15


Atualizada às 12h10

Após o recebimento de água escura, moradores de Santo André, São Bernardo e Diadema convivem nesta quinta-feira (25) com um novo problema: torneiras secas.

São diversos bairros afetados pela falta d''''água, tais como Jardim Stella, Valparaíso, Jardim Bom Pastor, Bela Vista, Vila Floresta, Sítio dos Vianas e Jardim Guarará, em Santo André; Baeta Neves, Paulicéia, Vila São Pedro, Rudge Ramos e Centro, em São Bernardo; e Campanário, em Diadema. Moradores relatam que a escassez se estende há dias.

Alguns condomínios têm optado por contratar caminhões-pipa para dar conta da demanda. É o caso do Domo Home, no Centro de São Bernardo. Dois veículos do tipo já foram acionados desde ontem. "Hoje de manhã houve a entrada de 119m3 pela rede da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) para uma necessidade diária de 467m3 e, novamente, não há mais fornecimento. Iniciamos mais uma vez o abastecimento por caminhão-pipa. Pedimos a todos que façam o consumo consciente nas próximas horas", diz comunicado enviado mais cedo aos condôminos.  

Questionada, a Sabesp informou que a falta d''''água se dá por conta dos trabalhos para corrigir o processo de tratamento de água do Sistema Rio Grande, problema que resultou no escurecimento da água nos últimos dias. “Com o procedimento operacional, houve redução na vazão de tratamento, causando intermitências em algumas regiões. A companhia dará desconto na conta de água do período e está à disposição para esclarecer os clientes pelo telefone 0800 0119911”, comentou em nota. Prazo para normalização, entretanto, não foi estipulado. 

O Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), por sua vez, reforçou a explicação da Sabesp e disse que, no município, o Rio Grande é responsável pelo abastecimento de 30% da população. “Por este motivo, alguns locais da cidade estão temporariamente apresentando intermitência no fornecimento de água”, afirmou a autarquia. 

Sobra a água turva, cuja cor varia de amarelada, passando por marrom, até tons de cinza, acompanhada de odor fétido, a Sabesp já havia esclarecido anteriormente que as fortes chuvas ocorridas em março e abril “provocaram o extravasamento da Represa Rio Grande (onde há a captação de água) para a Represa Billings, o que gerou alteração brusca e substancial na característica da água do manancial utilizado para tratamento. Principalmente a quantidade de ferro, manganês e o nível de cor da água bruta atingiram valores inéditos na história do manancial”. Para minimizar os transtornos, a companhia estadual garantiu que não vai cobrar a água consumida entre os dias 17 e 25 de abril nas cidades abastecidas pelo sistema.
 

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