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Bolsas de NY: S&P 500 e Nasdaq renovam máximas históricas de fechamento



23/04/2019 | 17:54


Os mercados acionários americanos encerraram o pregão desta terça-feira, 23, com ganhos expressivos em um cenário de otimismo com os rumos da economia dos Estados Unidos e com a divulgação de resultados corporativos acima do esperado. Nesse cenário, tanto o índice S&P 500 quanto o Nasdaq renovaram recordes de fechamento.

Em Wall Street, o Dow Jones se aproximou de níveis recordes ao fechar com 26.656,39 pontos, em alta de 0,55%, ao mesmo tempo em que o S&P 500 renovou máxima histórica de fechamento ao subir 0,88%, para 2.933,68 pontos. O índice eletrônico Nasdaq, por sua vez, subiu 1,32%, para 8.120,82 pontos, também em nível recorde.

O cenário de alta das bolsas já era dado desde o mercado futuro em meio ao otimismo dos agentes com a economia americana. O Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre terá seus números divulgados na próxima sexta-feira, depois de serem revisados para cima por diversas instituições financeiras após dados acima do esperado de consumo e de comércio no período. "Numa base trimestral em termos anualizados, esperamos que o PIB real cresça 2,6% no primeiro trimestre, uma modesta recuperação em relação ao ritmo de 2,2% observado entre outubro e dezembro", apontou o economista Jay Bryson, do Wells Fargo.

De acordo com o banco, o setor imobiliário "deve finalmente fornecer algum apoio modesto" ao crescimento econômico americano à medida que taxas de hipoteca menores "deram nova vida ao mercado imobiliário". Parte dessa avaliação foi corroborada na manhã desta terça-feira, quando foi informado que as vendas de moradias novas nos EUA saltaram 4,5% na passagem de fevereiro para março. O subíndice imobiliário do S&P 500 até apresentou alta forte, de 1,11%, mas não foi o de maior expressão do dia.

Gigantes de tecnologia atraíram as atenções dos investidores após o Twitter divulgar lucro líquido, receita e número de usuários acima do esperado no primeiro trimestre. As ações da companhia dispararam ao maior nível desde julho, em alta de 15,64%, para US$ 39,77, e alçaram papéis de companhias como Facebook (+1,29%), Amazon (+1,93%) e Microsoft (+1,36%), cujos resultados serão informados ainda esta semana. Outras empresas que divulgaram resultados nesta terça também foram procurados pelos investidores, como Coca-Cola Company (+1,71%) e United Technologies (+2,27%).

"Não estamos chocados com a direção do mercado de ações este ano, mas a magnitude e a falta de volatilidade foram surpreendentes", disse o diretor de investimentos da Neuberger Berman, Erik Knutzen. "Agora o desafio é saber para onde vamos a partir daqui."

A resposta do estrategista-chefe de ações americanas do Morgan Stanley, Michael Wilson, não é muito positiva. Para ele, é possível que o S&P 500 alcance a marca inédita dos 3 mil pontos nas próximas semanas, mas manteve uma inclinação pessimista para o restante do ano ao argumentar que os mercados acionários nova-iorquinos têm ações com preços "muito altos" e ao observar que "a recompensa pelo risco continua pouco atraente". Ele acredita que o S&P 500 chegará ao fim do ano com 2.750 pontos.



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Bolsas de NY: S&P 500 e Nasdaq renovam máximas históricas de fechamento


23/04/2019 | 17:54


Os mercados acionários americanos encerraram o pregão desta terça-feira, 23, com ganhos expressivos em um cenário de otimismo com os rumos da economia dos Estados Unidos e com a divulgação de resultados corporativos acima do esperado. Nesse cenário, tanto o índice S&P 500 quanto o Nasdaq renovaram recordes de fechamento.

Em Wall Street, o Dow Jones se aproximou de níveis recordes ao fechar com 26.656,39 pontos, em alta de 0,55%, ao mesmo tempo em que o S&P 500 renovou máxima histórica de fechamento ao subir 0,88%, para 2.933,68 pontos. O índice eletrônico Nasdaq, por sua vez, subiu 1,32%, para 8.120,82 pontos, também em nível recorde.

O cenário de alta das bolsas já era dado desde o mercado futuro em meio ao otimismo dos agentes com a economia americana. O Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre terá seus números divulgados na próxima sexta-feira, depois de serem revisados para cima por diversas instituições financeiras após dados acima do esperado de consumo e de comércio no período. "Numa base trimestral em termos anualizados, esperamos que o PIB real cresça 2,6% no primeiro trimestre, uma modesta recuperação em relação ao ritmo de 2,2% observado entre outubro e dezembro", apontou o economista Jay Bryson, do Wells Fargo.

De acordo com o banco, o setor imobiliário "deve finalmente fornecer algum apoio modesto" ao crescimento econômico americano à medida que taxas de hipoteca menores "deram nova vida ao mercado imobiliário". Parte dessa avaliação foi corroborada na manhã desta terça-feira, quando foi informado que as vendas de moradias novas nos EUA saltaram 4,5% na passagem de fevereiro para março. O subíndice imobiliário do S&P 500 até apresentou alta forte, de 1,11%, mas não foi o de maior expressão do dia.

Gigantes de tecnologia atraíram as atenções dos investidores após o Twitter divulgar lucro líquido, receita e número de usuários acima do esperado no primeiro trimestre. As ações da companhia dispararam ao maior nível desde julho, em alta de 15,64%, para US$ 39,77, e alçaram papéis de companhias como Facebook (+1,29%), Amazon (+1,93%) e Microsoft (+1,36%), cujos resultados serão informados ainda esta semana. Outras empresas que divulgaram resultados nesta terça também foram procurados pelos investidores, como Coca-Cola Company (+1,71%) e United Technologies (+2,27%).

"Não estamos chocados com a direção do mercado de ações este ano, mas a magnitude e a falta de volatilidade foram surpreendentes", disse o diretor de investimentos da Neuberger Berman, Erik Knutzen. "Agora o desafio é saber para onde vamos a partir daqui."

A resposta do estrategista-chefe de ações americanas do Morgan Stanley, Michael Wilson, não é muito positiva. Para ele, é possível que o S&P 500 alcance a marca inédita dos 3 mil pontos nas próximas semanas, mas manteve uma inclinação pessimista para o restante do ano ao argumentar que os mercados acionários nova-iorquinos têm ações com preços "muito altos" e ao observar que "a recompensa pelo risco continua pouco atraente". Ele acredita que o S&P 500 chegará ao fim do ano com 2.750 pontos.

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