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Doria garante que escolha de modal da Linha 18 ficará entre BRT e Metrô

Nario Barbosa/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Expectativa é a de que governador apresente estudo com a escolha do Estado em junho


Daniel Macário
Do Diário do Grande ABC

23/04/2019 | 07:00


A menos de dois meses da conclusão do estudo que irá definir o futuro da Linha 18-Bronze, previsto para ser concluído em junho, o governador do Estado, João Doria (PSDB), assegurou que dois modais são estudados como alternativa para o ramal, que ligará a região à Capital: o monotrilho e o BRT (sigla em inglês para ônibus de alta velocidade).

Em visita à futura Estação São Mateus da Linha 15-Prata do Metrô, na manhã de ontem, o tucano repetiu o discurso de que técnicos do governo estadual continuam na análise do modelo mais econômico e viável para retomada do projeto, previsto para ocorrer até o fim do ano. “Ainda não há uma decisão. Faremos uma alternativa ou outra. Ou será monotrilho, ou será BRT. O que não vai ficar é sem nada”, garantiu o governador. Com a medida, o Palácio dos Bandeirantes descarta a possibilidade de avanços do projeto de VLT (Veículo Leve sobre Trilhos).

Embora o projeto original da Linha 18-Bronze tenha o monotrilho como modelo escolhido, o alto custo com as desapropriações ao longo do traçado – cerca de R$ 600 milhões – tem atrasado o início das obras e fez o Estado repensar o modelo. Assinada em 2014, a PPP (Parceria Público-Privada) entre o governo estadual e o Consórcio Vem ABC está orçada em R$ 4,26 bilhões e já teve seu contrato aditado por cinco vezes desde então.

O grupo vencedor – formado pelas empresas Primav, Cowan, Encalso e Benito Roggio – aguarda desde novembro do ano passado pela sexta extensão do acordo e garante que, caso as obras sejam liberadas pelo Estado, os trabalhos serão iniciados neste ano, com previsão de entrega do ramal até 2022. O projeto prevê que o sistema tenha 13 estações, saindo de Tamanduateí, em São Paulo, até São Bernardo, em trajeto que passará por São Caetano e Santo André.

Esta foi a segunda vez, num intervalo de dez dias, que Doria assegurou que o monotrilho não está descartado para o projeto da Linha 18-Bronze. No dia 13, em passagem por Santo André, o tucano já havia destacado que mantém o Metrô entre os sistemas estudados para o futuro ramal. A declaração foi dada dias após o governador dar indícios de que engavetaria o modelo.

Atualmente, grupo de trabalho coordenado pela STM avalia a melhor alternativa para viabilizar o projeto. Questionado a respeito da possível participação de técnicos do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC no debate – pleito do colegiado, Doria reforçou que a reivindicação segue em análise. “Nada está descartado.”

LINHA 15-PRATA

Doria e o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), oficializaram a retomada das obras para conclusão de quatro estações da Linha 15-Prata: Jardim Planalto, Sapopemba, Fazenda da Juta e São Mateus, que devem ser entregues até o fim deste ano. A nova empresa contratada para o serviço é a Ster Engenharia. O valor do acordo é de R$ 47,5 milhões. 



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Doria garante que escolha de modal da Linha 18 ficará entre BRT e Metrô

Expectativa é a de que governador apresente estudo com a escolha do Estado em junho

Daniel Macário
Do Diário do Grande ABC

23/04/2019 | 07:00


A menos de dois meses da conclusão do estudo que irá definir o futuro da Linha 18-Bronze, previsto para ser concluído em junho, o governador do Estado, João Doria (PSDB), assegurou que dois modais são estudados como alternativa para o ramal, que ligará a região à Capital: o monotrilho e o BRT (sigla em inglês para ônibus de alta velocidade).

Em visita à futura Estação São Mateus da Linha 15-Prata do Metrô, na manhã de ontem, o tucano repetiu o discurso de que técnicos do governo estadual continuam na análise do modelo mais econômico e viável para retomada do projeto, previsto para ocorrer até o fim do ano. “Ainda não há uma decisão. Faremos uma alternativa ou outra. Ou será monotrilho, ou será BRT. O que não vai ficar é sem nada”, garantiu o governador. Com a medida, o Palácio dos Bandeirantes descarta a possibilidade de avanços do projeto de VLT (Veículo Leve sobre Trilhos).

Embora o projeto original da Linha 18-Bronze tenha o monotrilho como modelo escolhido, o alto custo com as desapropriações ao longo do traçado – cerca de R$ 600 milhões – tem atrasado o início das obras e fez o Estado repensar o modelo. Assinada em 2014, a PPP (Parceria Público-Privada) entre o governo estadual e o Consórcio Vem ABC está orçada em R$ 4,26 bilhões e já teve seu contrato aditado por cinco vezes desde então.

O grupo vencedor – formado pelas empresas Primav, Cowan, Encalso e Benito Roggio – aguarda desde novembro do ano passado pela sexta extensão do acordo e garante que, caso as obras sejam liberadas pelo Estado, os trabalhos serão iniciados neste ano, com previsão de entrega do ramal até 2022. O projeto prevê que o sistema tenha 13 estações, saindo de Tamanduateí, em São Paulo, até São Bernardo, em trajeto que passará por São Caetano e Santo André.

Esta foi a segunda vez, num intervalo de dez dias, que Doria assegurou que o monotrilho não está descartado para o projeto da Linha 18-Bronze. No dia 13, em passagem por Santo André, o tucano já havia destacado que mantém o Metrô entre os sistemas estudados para o futuro ramal. A declaração foi dada dias após o governador dar indícios de que engavetaria o modelo.

Atualmente, grupo de trabalho coordenado pela STM avalia a melhor alternativa para viabilizar o projeto. Questionado a respeito da possível participação de técnicos do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC no debate – pleito do colegiado, Doria reforçou que a reivindicação segue em análise. “Nada está descartado.”

LINHA 15-PRATA

Doria e o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), oficializaram a retomada das obras para conclusão de quatro estações da Linha 15-Prata: Jardim Planalto, Sapopemba, Fazenda da Juta e São Mateus, que devem ser entregues até o fim deste ano. A nova empresa contratada para o serviço é a Ster Engenharia. O valor do acordo é de R$ 47,5 milhões. 

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