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Em busca de um sonho

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Obra tem foco em trajetórias femininas que servem de exemplo e devem ser propagadas


Richard Molina
Especial para o Diário

22/04/2019 | 08:36


Trajetórias que servem de exemplo têm de ser propagadas. E foi com este propósito que a autora Luciana Sato reuniu as ‘vidas’ de 24 mulheres, com perfis diferentes, para produzir o livro Histórias Inspiradoras de Mulheres Reais (Êxito Editorial, R$ 45), que acaba de ser lançado. A iniciativa conta com depoimentos de mulheres ligadas à Rede Héstia (www.redehestia.com.br), que surgiu em 2017 conectando milhares de mulheres no Brasil e no Exterior para que se acolham umas às outras, independentemente do desafio de cada uma.

E uma dessas mulheres é a cantora de Diadema Jane Oliveira, 37 anos, cuja carreira no meio empresarial deu lugar à artística em junho do ano passado. Nascida em Senador Pompeu, no Ceará, Jane conta que foi preciso coragem para deixar a zona de conforto. “Por muitos anos a música andou em paralelo com a minha carreira. Me estruturei como profissional do mercado, como gerente. Mas sabia muito bem o que queria.” Ela demonstra que sempre foi muito consciente das escolhas. “Um sonho não pode ser uma frustração, tem de sonhar e ter uma base para que não vire pesadelo”, reflete.

Compartilhando suas experiências na Rede Héstia, a artista lembra das coisas em comum que a uniu às outras mulheres. “Nós temos de exercer vários papéis no dia a dia, a famosa tripla jornada, e lá é um ambiente que acolhe. Tem executivas, vendedoras, pessoas reais que permitem que você seja real. Percebi como é importante dar esse tempo e ter essa voz”, ela conta. “(Na rede) Não tem concorrência, não tem teste. Você consegue falar de frustrações e de alegrias sem ser julgada.” Não à toa, o nome da rede, que está em grego, quer dizer lareira com fogo aceso, alusão ao lugar que todos se agrupam ao redor para se aquecer e conviver. <EM>

A cantora, formada em Letras e pós-graduada em Gestão de Pessoas e Psicologia Organizacional, lançou o álbum de samba Ancorei em 2017 de forma independente. Após isso, viajou para Cabo Verde, na África, onde em 14 dias fez oito shows, com investimento próprio. Ela também ganhou o Prêmio Internacional Iberoamericano El Nevado de Oro pela atuação como agente social em trabalho voluntário, que será recebido em novembro, quando se apresentará em San Rafael na Argentina.

Jane mora em Diadema com a esposa – oficializou recentemente seu relacionamento homoafetivo – e o filho de 11 anos. Volta ao estúdio para gravar novo single em maio e se apresenta no dia 10 no Recad (R. Oriente Monti, 201), em Diadema, em comemoração aos 28 anos da Fundação da Casa Beth Lobo, que acolhe mulheres vítimas de violência.  



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Em busca de um sonho

Obra tem foco em trajetórias femininas que servem de exemplo e devem ser propagadas

Richard Molina
Especial para o Diário

22/04/2019 | 08:36


Trajetórias que servem de exemplo têm de ser propagadas. E foi com este propósito que a autora Luciana Sato reuniu as ‘vidas’ de 24 mulheres, com perfis diferentes, para produzir o livro Histórias Inspiradoras de Mulheres Reais (Êxito Editorial, R$ 45), que acaba de ser lançado. A iniciativa conta com depoimentos de mulheres ligadas à Rede Héstia (www.redehestia.com.br), que surgiu em 2017 conectando milhares de mulheres no Brasil e no Exterior para que se acolham umas às outras, independentemente do desafio de cada uma.

E uma dessas mulheres é a cantora de Diadema Jane Oliveira, 37 anos, cuja carreira no meio empresarial deu lugar à artística em junho do ano passado. Nascida em Senador Pompeu, no Ceará, Jane conta que foi preciso coragem para deixar a zona de conforto. “Por muitos anos a música andou em paralelo com a minha carreira. Me estruturei como profissional do mercado, como gerente. Mas sabia muito bem o que queria.” Ela demonstra que sempre foi muito consciente das escolhas. “Um sonho não pode ser uma frustração, tem de sonhar e ter uma base para que não vire pesadelo”, reflete.

Compartilhando suas experiências na Rede Héstia, a artista lembra das coisas em comum que a uniu às outras mulheres. “Nós temos de exercer vários papéis no dia a dia, a famosa tripla jornada, e lá é um ambiente que acolhe. Tem executivas, vendedoras, pessoas reais que permitem que você seja real. Percebi como é importante dar esse tempo e ter essa voz”, ela conta. “(Na rede) Não tem concorrência, não tem teste. Você consegue falar de frustrações e de alegrias sem ser julgada.” Não à toa, o nome da rede, que está em grego, quer dizer lareira com fogo aceso, alusão ao lugar que todos se agrupam ao redor para se aquecer e conviver. <EM>

A cantora, formada em Letras e pós-graduada em Gestão de Pessoas e Psicologia Organizacional, lançou o álbum de samba Ancorei em 2017 de forma independente. Após isso, viajou para Cabo Verde, na África, onde em 14 dias fez oito shows, com investimento próprio. Ela também ganhou o Prêmio Internacional Iberoamericano El Nevado de Oro pela atuação como agente social em trabalho voluntário, que será recebido em novembro, quando se apresentará em San Rafael na Argentina.

Jane mora em Diadema com a esposa – oficializou recentemente seu relacionamento homoafetivo – e o filho de 11 anos. Volta ao estúdio para gravar novo single em maio e se apresenta no dia 10 no Recad (R. Oriente Monti, 201), em Diadema, em comemoração aos 28 anos da Fundação da Casa Beth Lobo, que acolhe mulheres vítimas de violência.  

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