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Comunidade do bairro Santa Maria pleiteia base móvel da Polícia Militar

André Henriques/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Moradores relatam casos de roubos semanais; PM promete intensificar ronda nas imediações


Bia Moço
Do Diário do Grande ABC

22/04/2019 | 07:00


 Insegurança é o que mais sentem os moradores do bairro Santa Maria, em Santo André, há pelo menos cinco anos. ''''Onda de assaltos'''' nas residências e comércios locais se intensificou nos últimos três meses, inclusive com ladrões munidos de metralhadoras. A população diz que se sente abandonada pelo poder público e cobra base móvel da PM (Polícia Militar).

Os moradores explicam que, há mais ou menos um ano, adotaram o programa Vizinhança Solidária, da Polícia Militar. Por meio de grupo de WhatsApp, a população troca informações a respeito de pessoas suspeitas e ocorrências. Eles afirmam, entretanto, que a medida surtiu efeito apenas no início do projeto, já que os ataques voltaram a acontecer.

Em um dos casos mais recentes e que chocou a comunidade, no início de abril, bandidos assaltaram o Bar da Dona Ana, na Rua Paquequer, por volta das 12h20. Conforme os moradores, dois homens chegaram ao local em uma motocicleta e munidos de metralhadoras. Invadiram o estabelecimento, onde cerca de 15 pessoas estavam, e roubaram desde celulares e dinheiro até o carro de um dos clientes – encontrado horas depois na Vila Palmares.

Proprietária e moradora do espaço há 54 anos, a portuguesa Matilde Ana, 81, diz que o assalto foi tão rápido que não houve reação. “Pensei que eram clientes chegando. Anunciaram o assalto e levaram tudo. Há 15 dias houve caso parecido na rua de cima. Desconfiamos que seja a mesma dupla.”

Para o aposentado José Eduardo Stamato, 88, falta intervenção pública. “Fizemos abaixo-assinado solicitando que base móvel da PM fosse colocada aqui. Nada aconteceu”, reclamou. Morador da Rua Abernesia há 33 anos, ele conta que a filha já foi assaltada na porta de casa. “É o modo de ação deles. Pegam pessoas entrando e saindo da garagem. Não temos mais para quem reclamar.”

A Prefeitura de Santo André destacou que atua na região em ações de saturação com rondas preventivas e ostensivas da Guarda Civil Municipal. Já a PM prometeu reorientar o policiamento com base nas informações passadas.



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Comunidade do bairro Santa Maria pleiteia base móvel da Polícia Militar

Moradores relatam casos de roubos semanais; PM promete intensificar ronda nas imediações

Bia Moço
Do Diário do Grande ABC

22/04/2019 | 07:00


 Insegurança é o que mais sentem os moradores do bairro Santa Maria, em Santo André, há pelo menos cinco anos. ''''Onda de assaltos'''' nas residências e comércios locais se intensificou nos últimos três meses, inclusive com ladrões munidos de metralhadoras. A população diz que se sente abandonada pelo poder público e cobra base móvel da PM (Polícia Militar).

Os moradores explicam que, há mais ou menos um ano, adotaram o programa Vizinhança Solidária, da Polícia Militar. Por meio de grupo de WhatsApp, a população troca informações a respeito de pessoas suspeitas e ocorrências. Eles afirmam, entretanto, que a medida surtiu efeito apenas no início do projeto, já que os ataques voltaram a acontecer.

Em um dos casos mais recentes e que chocou a comunidade, no início de abril, bandidos assaltaram o Bar da Dona Ana, na Rua Paquequer, por volta das 12h20. Conforme os moradores, dois homens chegaram ao local em uma motocicleta e munidos de metralhadoras. Invadiram o estabelecimento, onde cerca de 15 pessoas estavam, e roubaram desde celulares e dinheiro até o carro de um dos clientes – encontrado horas depois na Vila Palmares.

Proprietária e moradora do espaço há 54 anos, a portuguesa Matilde Ana, 81, diz que o assalto foi tão rápido que não houve reação. “Pensei que eram clientes chegando. Anunciaram o assalto e levaram tudo. Há 15 dias houve caso parecido na rua de cima. Desconfiamos que seja a mesma dupla.”

Para o aposentado José Eduardo Stamato, 88, falta intervenção pública. “Fizemos abaixo-assinado solicitando que base móvel da PM fosse colocada aqui. Nada aconteceu”, reclamou. Morador da Rua Abernesia há 33 anos, ele conta que a filha já foi assaltada na porta de casa. “É o modo de ação deles. Pegam pessoas entrando e saindo da garagem. Não temos mais para quem reclamar.”

A Prefeitura de Santo André destacou que atua na região em ações de saturação com rondas preventivas e ostensivas da Guarda Civil Municipal. Já a PM prometeu reorientar o policiamento com base nas informações passadas.

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