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Já dura nove horas sessão de julgamento do processo de impeachment de Atila Jacomussi

Celso Luiz/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Após leitura, é a vez do advogado Leandro Petrin defender o prefeito, que decidiu não comparecer


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

18/04/2019 | 10:29


Atualizado às 18h51

A sessão de julgamento do impeachment do prefeito Atila Jacomussi (PSB) já dura nove horas. Os trabalhos começaram por volta das 10h desta quinta-feira (18). Vereadores se revezaram para concluir a leitura na íntegra de todo o processo - na imagem, leitura feita por Fernando Rubinelli (PDT) -, desde a denúncia até o conteúdo dos depoimentos.

Claudinei Plaza/DGABC

Neste momento, é a vez do advogado do prefeito, Leandro Petrin, falar. Ele tem duas horas para fazer a defesa oral do socialista na tribuna. 

Os parlamentares também terão 15 minutos cada para discursar. Por conta da morosidade, a tendência é que poucos vereadores se manifestem. A votação do parecer, que opina pela cassação de Atila, ocorrerá em seguida.

AUSÊNCIA

O Diário apurou que o prefeito decidiu não vir pessoalmente à sessão que decidirá seu futuro político. Cerca de 200 pessoas acompanham os trabalhos na galeria da Casa. O efetivo da GCM (Guarda Civil Municipal) foi reforçado para evitar tumultos e eventuais confrontos entre torcidas pró e contra impeachment.

Dos 23 vereadores, apenas Gil Miranda (PRB) não compareceu à sessão. A justificativa oficial é que o parlamentar se ausentou por motivos de saúde da mãe, que mora na Bahia.

Por decisão do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), o pedido de cassação que trata de quebra de decoro foi suspenso. O legislativo apreciará hoje apenas a denúncia que acusa Atila de abandonar o cargo por ter ficado afastado do posto por mais de duas semanas sem autorização legislativa. 



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Já dura nove horas sessão de julgamento do processo de impeachment de Atila Jacomussi

Após leitura, é a vez do advogado Leandro Petrin defender o prefeito, que decidiu não comparecer

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

18/04/2019 | 10:29


Atualizado às 18h51

A sessão de julgamento do impeachment do prefeito Atila Jacomussi (PSB) já dura nove horas. Os trabalhos começaram por volta das 10h desta quinta-feira (18). Vereadores se revezaram para concluir a leitura na íntegra de todo o processo - na imagem, leitura feita por Fernando Rubinelli (PDT) -, desde a denúncia até o conteúdo dos depoimentos.

Claudinei Plaza/DGABC

Neste momento, é a vez do advogado do prefeito, Leandro Petrin, falar. Ele tem duas horas para fazer a defesa oral do socialista na tribuna. 

Os parlamentares também terão 15 minutos cada para discursar. Por conta da morosidade, a tendência é que poucos vereadores se manifestem. A votação do parecer, que opina pela cassação de Atila, ocorrerá em seguida.

AUSÊNCIA

O Diário apurou que o prefeito decidiu não vir pessoalmente à sessão que decidirá seu futuro político. Cerca de 200 pessoas acompanham os trabalhos na galeria da Casa. O efetivo da GCM (Guarda Civil Municipal) foi reforçado para evitar tumultos e eventuais confrontos entre torcidas pró e contra impeachment.

Dos 23 vereadores, apenas Gil Miranda (PRB) não compareceu à sessão. A justificativa oficial é que o parlamentar se ausentou por motivos de saúde da mãe, que mora na Bahia.

Por decisão do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), o pedido de cassação que trata de quebra de decoro foi suspenso. O legislativo apreciará hoje apenas a denúncia que acusa Atila de abandonar o cargo por ter ficado afastado do posto por mais de duas semanas sem autorização legislativa. 

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