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Emprego na construção da região reage

Claudinei Plaza/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Em fevereiro, foram contratados 260 profissionais, melhor saldo para o mês desde 2016


Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

16/04/2019 | 07:14


O emprego na construção civil começou a dar sinais de recuperação neste início de ano no Grande ABC. Segundo dados do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), foram criadas 260 vagas em fevereiro, após 34 demissões em janeiro de 2019. O número, que também supera o resultado de 2018, quando foram contratados 212 trabalhadores, é o melhor para o segundo mês desde 2016.

Com o resultado, o primeiro bimestre já acumula saldo (admissões menos demissões) de 226 postos de emprego no segmento. O impulso aconteceu, principalmente, por conta da área de montagem industrial em Santo André, cidade que registrou o maior número de contratações (477).

De acordo com o presidente do ConstruMob (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário em Santo André, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra), Luiz Carlos Biazi, as contratações aconteceram por empresas que prestam esses serviços dentro de indústrias. “Esse aquecimento vem acontecendo desde fevereiro. As contratações estão ocorrendo em diversas empresas químicas, principalmente as que estão dentro do polo petroquímico. Isso acontece por conta de uma parada técnica, na qual são feitas adequações no maquinário pelos trabalhadores”, afirmou.

“Algumas indústrias anunciaram expansão e investimento em alguns projetos que estavam engavetados no fim do ano passado. Após a eleição (presidencial, que ocorreu em outubro de 2018), estamos num momento melhor neste início de governo”, endossou a diretora regional do SindusCon-SP Rosana Carnevalli.

Ela também disse que o mercado começa a dar sinais de recuperação. “Os consumidores começam a se sentir mais seguros para a compra de um imóvel, após longo período de crise. Por outro lado, ainda não deslanchou de vez. Esperamos que com a aprovação das reformas isso aconteça.”

Além de Santo André, somente São Caetano, com registro de 16 vagas, e Rio Grande da Serra, que teve uma contratação, ficaram no positivo. Todas as demais fecharam no vermelho. O pior resultado foi visto em São Bernardo, com 122 desligamentos em fevereiro.

Segundo o presidente do Sintracom (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário) de São Bernardo e Diadema, Admilson Lúcio da Silva, o resultado tem reflexos do término de três obras na cidade, uma particular e duas públicas. Porém, ele destacou que o setor público é o que segura o emprego no setor, já que ainda não houve retomada do setor imobiliário.

“Temos o piscinão (do Paço Municipal) e obras de mobilidade urbana que continuam. A nossa expectativa ainda é o Metrô (projeto da Linha 18-Bronze) e uma melhora do setor em geral no segundo semestre, já que essa discussão da reforma da Previdência acaba travando alguns investimentos”, disse.  



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Emprego na construção da região reage

Em fevereiro, foram contratados 260 profissionais, melhor saldo para o mês desde 2016

Yara Ferraz
Do Diário do Grande ABC

16/04/2019 | 07:14


O emprego na construção civil começou a dar sinais de recuperação neste início de ano no Grande ABC. Segundo dados do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), foram criadas 260 vagas em fevereiro, após 34 demissões em janeiro de 2019. O número, que também supera o resultado de 2018, quando foram contratados 212 trabalhadores, é o melhor para o segundo mês desde 2016.

Com o resultado, o primeiro bimestre já acumula saldo (admissões menos demissões) de 226 postos de emprego no segmento. O impulso aconteceu, principalmente, por conta da área de montagem industrial em Santo André, cidade que registrou o maior número de contratações (477).

De acordo com o presidente do ConstruMob (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário em Santo André, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra), Luiz Carlos Biazi, as contratações aconteceram por empresas que prestam esses serviços dentro de indústrias. “Esse aquecimento vem acontecendo desde fevereiro. As contratações estão ocorrendo em diversas empresas químicas, principalmente as que estão dentro do polo petroquímico. Isso acontece por conta de uma parada técnica, na qual são feitas adequações no maquinário pelos trabalhadores”, afirmou.

“Algumas indústrias anunciaram expansão e investimento em alguns projetos que estavam engavetados no fim do ano passado. Após a eleição (presidencial, que ocorreu em outubro de 2018), estamos num momento melhor neste início de governo”, endossou a diretora regional do SindusCon-SP Rosana Carnevalli.

Ela também disse que o mercado começa a dar sinais de recuperação. “Os consumidores começam a se sentir mais seguros para a compra de um imóvel, após longo período de crise. Por outro lado, ainda não deslanchou de vez. Esperamos que com a aprovação das reformas isso aconteça.”

Além de Santo André, somente São Caetano, com registro de 16 vagas, e Rio Grande da Serra, que teve uma contratação, ficaram no positivo. Todas as demais fecharam no vermelho. O pior resultado foi visto em São Bernardo, com 122 desligamentos em fevereiro.

Segundo o presidente do Sintracom (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário) de São Bernardo e Diadema, Admilson Lúcio da Silva, o resultado tem reflexos do término de três obras na cidade, uma particular e duas públicas. Porém, ele destacou que o setor público é o que segura o emprego no setor, já que ainda não houve retomada do setor imobiliário.

“Temos o piscinão (do Paço Municipal) e obras de mobilidade urbana que continuam. A nossa expectativa ainda é o Metrô (projeto da Linha 18-Bronze) e uma melhora do setor em geral no segundo semestre, já que essa discussão da reforma da Previdência acaba travando alguns investimentos”, disse.  

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