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Debate do Semasa é desconhecido da Câmara

Claudinei Plaza/DGABC 1/1/13 e 30/5/17 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Parlamentar do PT alega que partido está focado em discutir nomes para o pleito de 2020


Daniel Tossato
do dgabc.com.br

12/04/2019 | 07:00


As negociações entre a Prefeitura de Santo André e a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) ainda são desconhecidas da Câmara, que pouco se movimentou para ter ciência sobre as tratativas. O vereador petista Luiz Alberto admitiu que a sigla começou os debates sobre as eleições de 2020 e, por isso, não houve tempo hábil de definir posicionamento sobre a tramitação envolvendo o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André).

“Ainda não iniciamos esta discussão. Mas ela será inevitável. Não só a bancada, mas o próprio partido terá que entrar nessa discussão”, declarou Luiz Alberto. Em março, o prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), assinou protocolo de intenções para dar início a tratativas com a estatal. O Semasa tem dívida de R$ 3,4 bilhões com a Sabesp. Entre as alternativas estudadas está fazer gestão compartilhada, concedendo parte da prestação dos serviços hoje sob a alçada do Semasa, como abastecimento de água e saneamento. Paulo Serra alega que uma de suas exigências é a manutenção dos empregos na autarquia municipal. Outra situação é a garantia de investimentos na infraestrutura da rede de distribuição de água. O tucano irá propor que a Sabesp aporte entre R$ 500 milhões e R$ 700 milhões.

Luiz Alberto ponderou ainda que o Semasa é uma das autarquias mais importantes da região e que se deve ter “cautela” nas discussões que envolvam a companhia de saneamento municipal. Em 2016 o ex-prefeito Carlos Grana (PT) chegou a dar andamento ao plano de terceirização do serviço de gerenciamento de água e esgoto. A ação ficou próxima de finalizar para as mãos da Odebrecht Ambiental.

ALA GOVERNISTA
Líder de governo na casa, o parlamentar Fábio Lopes (PPS) sustentou que o prefeito não chamou conversa com a bancada governista sobre as tratativas existentes entre Semasa e Sabesp. “Eu já protocolei um ofício para poder receber mais informações sobre as negociações. Só com mais informações eu poderei construir uma opinião sobre essa questão”, relatou o popular-socialista. Também integrante da base aliada, Professor Jobert Minhoca (PSDB) revelou que já protocolou pedidos para obter mais informações. “Se por um acaso a Sabesp ficar somente com a melhor parte do Semasa não vou achar correto”, emendou. 



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Debate do Semasa é desconhecido da Câmara

Parlamentar do PT alega que partido está focado em discutir nomes para o pleito de 2020

Daniel Tossato
do dgabc.com.br

12/04/2019 | 07:00


As negociações entre a Prefeitura de Santo André e a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) ainda são desconhecidas da Câmara, que pouco se movimentou para ter ciência sobre as tratativas. O vereador petista Luiz Alberto admitiu que a sigla começou os debates sobre as eleições de 2020 e, por isso, não houve tempo hábil de definir posicionamento sobre a tramitação envolvendo o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André).

“Ainda não iniciamos esta discussão. Mas ela será inevitável. Não só a bancada, mas o próprio partido terá que entrar nessa discussão”, declarou Luiz Alberto. Em março, o prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), assinou protocolo de intenções para dar início a tratativas com a estatal. O Semasa tem dívida de R$ 3,4 bilhões com a Sabesp. Entre as alternativas estudadas está fazer gestão compartilhada, concedendo parte da prestação dos serviços hoje sob a alçada do Semasa, como abastecimento de água e saneamento. Paulo Serra alega que uma de suas exigências é a manutenção dos empregos na autarquia municipal. Outra situação é a garantia de investimentos na infraestrutura da rede de distribuição de água. O tucano irá propor que a Sabesp aporte entre R$ 500 milhões e R$ 700 milhões.

Luiz Alberto ponderou ainda que o Semasa é uma das autarquias mais importantes da região e que se deve ter “cautela” nas discussões que envolvam a companhia de saneamento municipal. Em 2016 o ex-prefeito Carlos Grana (PT) chegou a dar andamento ao plano de terceirização do serviço de gerenciamento de água e esgoto. A ação ficou próxima de finalizar para as mãos da Odebrecht Ambiental.

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Líder de governo na casa, o parlamentar Fábio Lopes (PPS) sustentou que o prefeito não chamou conversa com a bancada governista sobre as tratativas existentes entre Semasa e Sabesp. “Eu já protocolei um ofício para poder receber mais informações sobre as negociações. Só com mais informações eu poderei construir uma opinião sobre essa questão”, relatou o popular-socialista. Também integrante da base aliada, Professor Jobert Minhoca (PSDB) revelou que já protocolou pedidos para obter mais informações. “Se por um acaso a Sabesp ficar somente com a melhor parte do Semasa não vou achar correto”, emendou. 

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