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Mourão diz que Jean Wyllys deveria ter ficado no Brasil: 'poderíamos protegê-lo'

Tânia Rêgo/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


09/04/2019 | 21:39


O vice-presidente, general Hamilton Mourão, disse nesta terça-feira, 9, que o ex-deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) deveria ter ficado no Brasil e acreditado na "lei, na política e na polícia" brasileiras. "Nosso governo não tem política para perseguir minorias, esse não é o jeito que nós nos comportamos", disse Mourão, questionado durante evento em Washington, organizado pelo Brazil Institute, do ''think tank'' Wilson Center.

"Todo mundo que é brasileiro deve continuar no Brasil e deve estar livre de medo. No caso específico de Willys, eu particularmente acho que ele deveria ter continuado e acreditar na nossa lei e na nossa política e na nossa polícia. Poderíamos protegê-lo", afirmou Mourão.

Em janeiro, Jean Wyllys anunciou que desistiu de assumir seu terceiro mandato na Câmara e sair do País. Ele disse que tomou a decisão por sofrer ameaças e temer por sua vida. Ele foi reeleito em outubro com 24.295 votos. "Preservar a vida ameaçada é também uma estratégia da luta por dias melhores", escreveu o deputado do PSOL no Twitter. Jean Wyllys foi o primeiro parlamentar assumidamente gay a defender a causa LGBT no Congresso Nacional.

"Acho que ele deveria ter ficado. É muito triste quando coisas assim acontecem. O que posso assegurar é que não há política do governo para perseguir quem quer que seja", afirmou Mourão.

A presença no Brazil Institute foi o último evento público de Mourão em Washington. Na capital dos Estados Unidos, ele se reuniu com o vice-presidente americano, Mike Pence, com senadores americanos, e personalidades como ex-embaixadores dos Estados Unidos no Brasil, além de ter comparecido a rodas de conversa privadas com empresários.



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Mourão diz que Jean Wyllys deveria ter ficado no Brasil: 'poderíamos protegê-lo'


09/04/2019 | 21:39


O vice-presidente, general Hamilton Mourão, disse nesta terça-feira, 9, que o ex-deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) deveria ter ficado no Brasil e acreditado na "lei, na política e na polícia" brasileiras. "Nosso governo não tem política para perseguir minorias, esse não é o jeito que nós nos comportamos", disse Mourão, questionado durante evento em Washington, organizado pelo Brazil Institute, do ''think tank'' Wilson Center.

"Todo mundo que é brasileiro deve continuar no Brasil e deve estar livre de medo. No caso específico de Willys, eu particularmente acho que ele deveria ter continuado e acreditar na nossa lei e na nossa política e na nossa polícia. Poderíamos protegê-lo", afirmou Mourão.

Em janeiro, Jean Wyllys anunciou que desistiu de assumir seu terceiro mandato na Câmara e sair do País. Ele disse que tomou a decisão por sofrer ameaças e temer por sua vida. Ele foi reeleito em outubro com 24.295 votos. "Preservar a vida ameaçada é também uma estratégia da luta por dias melhores", escreveu o deputado do PSOL no Twitter. Jean Wyllys foi o primeiro parlamentar assumidamente gay a defender a causa LGBT no Congresso Nacional.

"Acho que ele deveria ter ficado. É muito triste quando coisas assim acontecem. O que posso assegurar é que não há política do governo para perseguir quem quer que seja", afirmou Mourão.

A presença no Brazil Institute foi o último evento público de Mourão em Washington. Na capital dos Estados Unidos, ele se reuniu com o vice-presidente americano, Mike Pence, com senadores americanos, e personalidades como ex-embaixadores dos Estados Unidos no Brasil, além de ter comparecido a rodas de conversa privadas com empresários.

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