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Paciente reclama de atrasos de ambulâncias em Ribeirão

Celso Luiz/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Problemas no serviço levam à perda de consultas e tratamentos em unidade de saúde da Capital


Flavia Fernandes
especial para o Diário

10/04/2019 | 07:00


Moradores de Ribeirão Pires atendidos pelo serviço de ambulância municipal reclamam de atrasos no atendimento, o que tem prejudicado os pacientes em consultas e exames. Embora a Prefeitura tenha anunciado a ampliação do programa, com a aquisição de veículo destinado às urgências e remoções inter-hospitalares no dia 15 de março, a população destaca que são necessárias melhorias.

O serralheiro industrial Célio Zangerolli, 54, morador do Jardim Itrapoã, sofreu trombose há um ano e meio e, por conta das complicações, foram necessárias amputações da perna esquerda e de parte do pé direito. Desde então, o munícipe depende do serviço de ambulância prestado pela Prefeitura para passar pelos atendimentos médicos no Complexo Hospitalar Heliópolis, na Capital.

Os problemas começaram há cerca de três meses, revela a dona de casa Rosilene Souza, 34, mulher de Zangerolli. “No dia 24 de janeiro, o transporte chegou no hospital 12h30 para consulta marcada para as 11h”, ressalta. Em outras quatro datas – 9 e 16 de janeiro, 20 de fevereiro e 20 de março – a ambulância não compareceu para levar Zangerolli à sessão de fisioterapia e ao grupo de apoio. “Alegaram que a gente não tinha agendado o serviço, sendo que eu tenho o comprovante para provar que marcamos.”

Rosilene também se queixa do tempo de espera pelo serviço após os atendimentos. No dia 3 de abril, a consulta de Zangerolli foi finalizada às 10h, no entanto, o transporte foi buscá-lo por volta de 16h. “A ambulância nos pegou em casa às 7h e só levou à tarde. Ele (o marido) ficou sem almoço e passou do horário da medicação”, observa Rosilene, que alega que não é a primeira vez que esse fato ocorre.

A Prefeitura de Ribeirão Pires informou ao Diário que “está apurando o caso relatado por meio de processo administrativo, e tomando providências para garantir o atendimento regular ao paciente, seguindo os protocolos estabelecidos pelo município”. 



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Paciente reclama de atrasos de ambulâncias em Ribeirão

Problemas no serviço levam à perda de consultas e tratamentos em unidade de saúde da Capital

Flavia Fernandes
especial para o Diário

10/04/2019 | 07:00


Moradores de Ribeirão Pires atendidos pelo serviço de ambulância municipal reclamam de atrasos no atendimento, o que tem prejudicado os pacientes em consultas e exames. Embora a Prefeitura tenha anunciado a ampliação do programa, com a aquisição de veículo destinado às urgências e remoções inter-hospitalares no dia 15 de março, a população destaca que são necessárias melhorias.

O serralheiro industrial Célio Zangerolli, 54, morador do Jardim Itrapoã, sofreu trombose há um ano e meio e, por conta das complicações, foram necessárias amputações da perna esquerda e de parte do pé direito. Desde então, o munícipe depende do serviço de ambulância prestado pela Prefeitura para passar pelos atendimentos médicos no Complexo Hospitalar Heliópolis, na Capital.

Os problemas começaram há cerca de três meses, revela a dona de casa Rosilene Souza, 34, mulher de Zangerolli. “No dia 24 de janeiro, o transporte chegou no hospital 12h30 para consulta marcada para as 11h”, ressalta. Em outras quatro datas – 9 e 16 de janeiro, 20 de fevereiro e 20 de março – a ambulância não compareceu para levar Zangerolli à sessão de fisioterapia e ao grupo de apoio. “Alegaram que a gente não tinha agendado o serviço, sendo que eu tenho o comprovante para provar que marcamos.”

Rosilene também se queixa do tempo de espera pelo serviço após os atendimentos. No dia 3 de abril, a consulta de Zangerolli foi finalizada às 10h, no entanto, o transporte foi buscá-lo por volta de 16h. “A ambulância nos pegou em casa às 7h e só levou à tarde. Ele (o marido) ficou sem almoço e passou do horário da medicação”, observa Rosilene, que alega que não é a primeira vez que esse fato ocorre.

A Prefeitura de Ribeirão Pires informou ao Diário que “está apurando o caso relatado por meio de processo administrativo, e tomando providências para garantir o atendimento regular ao paciente, seguindo os protocolos estabelecidos pelo município”. 

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