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Professores da Metodista adiam mais uma vez possibilidade de greve

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Flávia Fernandes
Especial para o Diário

08/04/2019 | 15:06


Embora continuem com o pagamento de salários e benefícios atrasado, professores da Universidade Metodista, em São Bernardo, optaram, em assembleia realizada nesta segunda-feira (8), adiar para o dia 23, às 18h, a decisão sobre a greve. Os docentes, que seguem em estado de greve, alegam que os detalhes sobre as paralisações ainda estão sendo definidos junto ao Sinpro-ABC (Sindicato dos Professores do Grande ABC). O presidente do sindicato, Jorge Maggio, explica que ainda não houve acordo com a instituição. “Estamos em processo de mobilização, avaliando forma de paralisação”, explica. Eles cobram os salários de fevereiro e março.

Está marcado para esta terça-feira (9) novo ato – envolvendo alunos e docentes – para cobrar da instituição de ensino superior posicionamento sobre o tema. Os professores dos campus Rudge Ramos não entrarão em sala com a metodologia programada para o dia. “Todos os professores usarão roupa preta e a aula será utilizada para contextualizar os estudantes sobre a crise da instituição”, explica a professora do curso de pedagogia da Metodista e dirigente sindical do Sinpro-ABC, Cristiane Gandolffi. Mobilizações no campus Planalto e Vergueiro estão marcados para acontecer nesta quarta-feira (10) e quinta-feira (11). 

Já os universitários programaram protestos para às 7h30 e também para às 19h30. “Onde está a rede? Por que os salários continuam atrasados? E os prazos nunca cumpridos? Para onde vão nossas mensalidades?”. Os questionamentos estão em comunicado de chamada para o ato, enviado aos alunos e professores pelo movimento estudantil da Metodista.

ODONTO - Em reunião realizada com Ricardo Rocha Faria, diretor de finanças e gestão de pessoas da universidade e Robson Ramos de Aguiar, diretor geral, os alunos de odontologia decidiram não promover mais nenhuma paralisação nos próximos dias nem se envolver nos protestos marcados.  De acordo com representantes que participaram do encontro, a promessa é que todos os salários sejam acertados, a começar pelos mais baixos e em seguida os mais altos. Ainda de acordo com eles, foi dito na reunião que há pouquíssimos funcionários sem receber. Nenhum dado oficial, porém, foi revelado pelos diretores.

ENTENDA - Uma das instituições de ensino superior mais tradicionais da região, com três campi em São Bernardo, a Metodista passa por período de incerteza desde 2017, quando pelo menos 40 professores foram demitidos. Na época, os cursos de pós-graduação foram os mais afetados pelas dispensas. No entanto, os profissionais já sofrem com atrasos de salário e irregularidade no depósito do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) desde 2015. 

(Colaboração de Lorena S.Ávila, especial para o Diário)

 



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Professores da Metodista adiam mais uma vez possibilidade de greve

Flávia Fernandes
Especial para o Diário

08/04/2019 | 15:06


Embora continuem com o pagamento de salários e benefícios atrasado, professores da Universidade Metodista, em São Bernardo, optaram, em assembleia realizada nesta segunda-feira (8), adiar para o dia 23, às 18h, a decisão sobre a greve. Os docentes, que seguem em estado de greve, alegam que os detalhes sobre as paralisações ainda estão sendo definidos junto ao Sinpro-ABC (Sindicato dos Professores do Grande ABC). O presidente do sindicato, Jorge Maggio, explica que ainda não houve acordo com a instituição. “Estamos em processo de mobilização, avaliando forma de paralisação”, explica. Eles cobram os salários de fevereiro e março.

Está marcado para esta terça-feira (9) novo ato – envolvendo alunos e docentes – para cobrar da instituição de ensino superior posicionamento sobre o tema. Os professores dos campus Rudge Ramos não entrarão em sala com a metodologia programada para o dia. “Todos os professores usarão roupa preta e a aula será utilizada para contextualizar os estudantes sobre a crise da instituição”, explica a professora do curso de pedagogia da Metodista e dirigente sindical do Sinpro-ABC, Cristiane Gandolffi. Mobilizações no campus Planalto e Vergueiro estão marcados para acontecer nesta quarta-feira (10) e quinta-feira (11). 

Já os universitários programaram protestos para às 7h30 e também para às 19h30. “Onde está a rede? Por que os salários continuam atrasados? E os prazos nunca cumpridos? Para onde vão nossas mensalidades?”. Os questionamentos estão em comunicado de chamada para o ato, enviado aos alunos e professores pelo movimento estudantil da Metodista.

ODONTO - Em reunião realizada com Ricardo Rocha Faria, diretor de finanças e gestão de pessoas da universidade e Robson Ramos de Aguiar, diretor geral, os alunos de odontologia decidiram não promover mais nenhuma paralisação nos próximos dias nem se envolver nos protestos marcados.  De acordo com representantes que participaram do encontro, a promessa é que todos os salários sejam acertados, a começar pelos mais baixos e em seguida os mais altos. Ainda de acordo com eles, foi dito na reunião que há pouquíssimos funcionários sem receber. Nenhum dado oficial, porém, foi revelado pelos diretores.

ENTENDA - Uma das instituições de ensino superior mais tradicionais da região, com três campi em São Bernardo, a Metodista passa por período de incerteza desde 2017, quando pelo menos 40 professores foram demitidos. Na época, os cursos de pós-graduação foram os mais afetados pelas dispensas. No entanto, os profissionais já sofrem com atrasos de salário e irregularidade no depósito do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) desde 2015. 

(Colaboração de Lorena S.Ávila, especial para o Diário)

 

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