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Sto.André 466 anos: quem poderia imaginar?


Do Diário do Grande ABC

07/04/2019 | 10:44


Artigo

E aqui estamos, comemorando o 3º aniversário de Santo André, na honrosa qualidade de prefeito da nossa cidade.

Lembro-me bem do 1º aniversário, em 2017. Pouco mais de 100 dias à frente da prefeitura e com uma certeza: os problemas financeiros da cidade pareciam intransponíveis.

Afinal, iniciei o mandato com o município devendo cerca de R$ 320 milhões de restos a pagar, para mais de 740 fornecedores, com quase R$ 2 bilhões em dívidas de precatórios e os serviços públicos praticamente paralisados.

Não havia tempo para lamentação. Renegociar contratos, reduzir cargos, extinguir privilégios, cancelar o uso de dinheiro público com o Carnaval. Cortamos o supérfluo para poder investir onde realmente é prioridade: no cuidado com as pessoas!

Também dedicamos um bom tempo para o planejamento. Saber aonde se quer chegar é condição fundamental para quem tem muitas demandas e poucos recursos.

Eis que logo chega o 2º aniversário da cidade. Já com o orçamento montado pela nossa equipe, resolvi encarar um problema que atinge nossa população mais carente: a saúde pública.

Fui criticado à época pelo fato de ter fechado algumas unidades de saúde para implementar um novo padrão de atendimento na cidade. Contudo, a maior crítica não se dava pelo fechamento em si, pois muitos concordavam que não era possível fazer obras estruturantes com pessoas sendo atendidas ao mesmo tempo. A desconfiança era a de que tais unidades nunca mais seriam reabertas.

Não tiro a razão. E quem acreditaria que eu estava falando a verdade, naquela ocasião? Pois aqui estamos! Às vésperas do 3º aniversário de Santo André, comigo à frente da Prefeitura. Mas, mesmo sabendo que ainda há muito por fazer, já sinto um baita orgulho daquilo que estamos entregando para a nossa gente.

Uma cidade mais bem cuidada. Uma educação que tem uma excelente merenda escolar, com uniforme e material sendo entregues no primeiro dia de aula. Uma Santo André mais monitorada e segura, com seus símbolos resgatados!

Tudo isso sem esquecer dos mais de R$ 500 milhões que já estão sendo investidos em obras e infraestrutura. Um verdadeiro renascimento financeiro, fruto do novo modelo de gestão.

Mas afinal, e a saúde pública? Bom, para alívio dos desconfiados, as unidades não só estão reabrindo, como ampliamos em quantidade. Até aqui, já foram 11 novas unidades. E, até o fim deste ano, serão mais cinco, com agendamento eletrônico, informatização, ampliação de leitos e humanização do atendimento.

Como sempre digo, ainda falta muito. Só não faltam força de vontade e amor pela nossa cidade.

Vamos comemorar mais este aniversário da nossa querida Santo André, com muito orgulho. E, após as comemorações, voltaremos ao trabalho intenso e sério, para continuarmos as mudanças que a nossa cidade precisa.

Pode imaginar e acreditar!

Paulo Serra é prefeito de Santo André.

Palavra do leitor

Triste Mauá!
Que doloroso ver nossa Mauá aparecendo só em reportagens tristes. Sem contar que quando a gente chega na cidade já observa o abandono e mato por todo lado. Pior ainda é ver que a Justiça nada faz em relação à situação do prefeito corrupto. Será que isso tudo terá fim? Será que vamos ainda ter alguém que mude esse cenário? Está difícil acreditar! Mas fiquem atentos: ano que vem tem eleições de novo. Peço ao povo de Mauá para parar de se iludir vendendo seu voto por tão pouco. Vote consciente e depois cobre dos escolhidos. Deus dê sabedoria a todos.
Rosângela Caris
Mauá

Metrô
Quero saber sobre a Casa do Grande ABC em Brasília, do Consórcio Intermunicipal. Qual a relevância dela? O que já conseguiu para a região? Não se tem notícias de projetos, conquistas nem nada ligado a ela, anunciada com grande pompa pelos prefeitos na época. O representante, se é que ainda há, não poderia interceder junto ao governo federal, já que está lá do lado, para buscar recursos para viabilizar a Linha 18 do Metrô para a região?
Sandra Regina Praxedes
Santo André

Vá a Israel – 1
O que será que o presidente brincalhão foi lastimar no Muro das Lamentações, em Israel (Política, dia 2)? Será que foi buscar coragem para pedir para sair? Será que foi chorar por ‘estar’ presidente do Brasil e não saber o que fazer? Será que foi pedir para a população abrir o olho, tomar providências e tirá-lo de posto, o qual jamais deveria ter assumido? Será que foi lamentar pelos filhos, que só fazem besteira e ajudam a derrubá-lo? Será que foi pedir um pouquinho – só um pouquinho – de inteligência, equilíbrio, coerência, discernimento, noção? Já que ele disse que ama Israel, Benjamin Netanyahu deveria nos fazer um grande favor: levá-lo para lá. Para sempre.
Vânia Togato Viegas
São Bernardo

Vá a Israel – 2
Bolsonaro vai a Israel e não visita a Palestina (Política, dia 3). Será que ele sabia que o País sempre foi neutro nessa relação conflituosa na região do Oriente Médio? Será que ele sabe que a comunidade islâmica é muito grande no Brasil e, inclusive, no Grande ABC, e se sentiu ofendida? Uma coisa ele sabe: desagradar a todos, inclusive quem nele votou.
Sara Raed Rachid
Ribeirão Pires

Descentralização
Espero que o acordo do prefeito Orlando Morando para podermos retirar remédios da farmácia de alto custo no Poupatempo de São Bernardo não fique somente no papel (Política, dia 4). Só quem passa cinco, seis horas, muitas vezes em pé, para retirar no Mário Covas, em Santo André, sabe o benefício que será.
Maria Aparecida Chitto dos Reis
São Bernardo

Azulão
O presidente do São Caetano, Nairo Ferreira de Souza, só pode estar brincando! Nada contra o novo treinador, Luiz Gabardo Júnior (Esportes, dia 3). Mas o cara não tem nenhuma experiência em equipes profissionais. Qual a chance de ele dar certo no comando do Azulão, que vai disputar a Série D do Brasileiro? Já não bastaram as várias más contratações de jogadores ruins para o Paulistão, no qual foi rebaixado, e agora vem com mais gente desconhecida. Tomara que eu esteja errado, mas esse presidente deve ter algum plano para acabar com o Azulão.
Thiago dos Santos
São Caetano 



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Sto.André 466 anos: quem poderia imaginar?

Do Diário do Grande ABC

07/04/2019 | 10:44


Artigo

E aqui estamos, comemorando o 3º aniversário de Santo André, na honrosa qualidade de prefeito da nossa cidade.

Lembro-me bem do 1º aniversário, em 2017. Pouco mais de 100 dias à frente da prefeitura e com uma certeza: os problemas financeiros da cidade pareciam intransponíveis.

Afinal, iniciei o mandato com o município devendo cerca de R$ 320 milhões de restos a pagar, para mais de 740 fornecedores, com quase R$ 2 bilhões em dívidas de precatórios e os serviços públicos praticamente paralisados.

Não havia tempo para lamentação. Renegociar contratos, reduzir cargos, extinguir privilégios, cancelar o uso de dinheiro público com o Carnaval. Cortamos o supérfluo para poder investir onde realmente é prioridade: no cuidado com as pessoas!

Também dedicamos um bom tempo para o planejamento. Saber aonde se quer chegar é condição fundamental para quem tem muitas demandas e poucos recursos.

Eis que logo chega o 2º aniversário da cidade. Já com o orçamento montado pela nossa equipe, resolvi encarar um problema que atinge nossa população mais carente: a saúde pública.

Fui criticado à época pelo fato de ter fechado algumas unidades de saúde para implementar um novo padrão de atendimento na cidade. Contudo, a maior crítica não se dava pelo fechamento em si, pois muitos concordavam que não era possível fazer obras estruturantes com pessoas sendo atendidas ao mesmo tempo. A desconfiança era a de que tais unidades nunca mais seriam reabertas.

Não tiro a razão. E quem acreditaria que eu estava falando a verdade, naquela ocasião? Pois aqui estamos! Às vésperas do 3º aniversário de Santo André, comigo à frente da Prefeitura. Mas, mesmo sabendo que ainda há muito por fazer, já sinto um baita orgulho daquilo que estamos entregando para a nossa gente.

Uma cidade mais bem cuidada. Uma educação que tem uma excelente merenda escolar, com uniforme e material sendo entregues no primeiro dia de aula. Uma Santo André mais monitorada e segura, com seus símbolos resgatados!

Tudo isso sem esquecer dos mais de R$ 500 milhões que já estão sendo investidos em obras e infraestrutura. Um verdadeiro renascimento financeiro, fruto do novo modelo de gestão.

Mas afinal, e a saúde pública? Bom, para alívio dos desconfiados, as unidades não só estão reabrindo, como ampliamos em quantidade. Até aqui, já foram 11 novas unidades. E, até o fim deste ano, serão mais cinco, com agendamento eletrônico, informatização, ampliação de leitos e humanização do atendimento.

Como sempre digo, ainda falta muito. Só não faltam força de vontade e amor pela nossa cidade.

Vamos comemorar mais este aniversário da nossa querida Santo André, com muito orgulho. E, após as comemorações, voltaremos ao trabalho intenso e sério, para continuarmos as mudanças que a nossa cidade precisa.

Pode imaginar e acreditar!

Paulo Serra é prefeito de Santo André.

Palavra do leitor

Triste Mauá!
Que doloroso ver nossa Mauá aparecendo só em reportagens tristes. Sem contar que quando a gente chega na cidade já observa o abandono e mato por todo lado. Pior ainda é ver que a Justiça nada faz em relação à situação do prefeito corrupto. Será que isso tudo terá fim? Será que vamos ainda ter alguém que mude esse cenário? Está difícil acreditar! Mas fiquem atentos: ano que vem tem eleições de novo. Peço ao povo de Mauá para parar de se iludir vendendo seu voto por tão pouco. Vote consciente e depois cobre dos escolhidos. Deus dê sabedoria a todos.
Rosângela Caris
Mauá

Metrô
Quero saber sobre a Casa do Grande ABC em Brasília, do Consórcio Intermunicipal. Qual a relevância dela? O que já conseguiu para a região? Não se tem notícias de projetos, conquistas nem nada ligado a ela, anunciada com grande pompa pelos prefeitos na época. O representante, se é que ainda há, não poderia interceder junto ao governo federal, já que está lá do lado, para buscar recursos para viabilizar a Linha 18 do Metrô para a região?
Sandra Regina Praxedes
Santo André

Vá a Israel – 1
O que será que o presidente brincalhão foi lastimar no Muro das Lamentações, em Israel (Política, dia 2)? Será que foi buscar coragem para pedir para sair? Será que foi chorar por ‘estar’ presidente do Brasil e não saber o que fazer? Será que foi pedir para a população abrir o olho, tomar providências e tirá-lo de posto, o qual jamais deveria ter assumido? Será que foi lamentar pelos filhos, que só fazem besteira e ajudam a derrubá-lo? Será que foi pedir um pouquinho – só um pouquinho – de inteligência, equilíbrio, coerência, discernimento, noção? Já que ele disse que ama Israel, Benjamin Netanyahu deveria nos fazer um grande favor: levá-lo para lá. Para sempre.
Vânia Togato Viegas
São Bernardo

Vá a Israel – 2
Bolsonaro vai a Israel e não visita a Palestina (Política, dia 3). Será que ele sabia que o País sempre foi neutro nessa relação conflituosa na região do Oriente Médio? Será que ele sabe que a comunidade islâmica é muito grande no Brasil e, inclusive, no Grande ABC, e se sentiu ofendida? Uma coisa ele sabe: desagradar a todos, inclusive quem nele votou.
Sara Raed Rachid
Ribeirão Pires

Descentralização
Espero que o acordo do prefeito Orlando Morando para podermos retirar remédios da farmácia de alto custo no Poupatempo de São Bernardo não fique somente no papel (Política, dia 4). Só quem passa cinco, seis horas, muitas vezes em pé, para retirar no Mário Covas, em Santo André, sabe o benefício que será.
Maria Aparecida Chitto dos Reis
São Bernardo

Azulão
O presidente do São Caetano, Nairo Ferreira de Souza, só pode estar brincando! Nada contra o novo treinador, Luiz Gabardo Júnior (Esportes, dia 3). Mas o cara não tem nenhuma experiência em equipes profissionais. Qual a chance de ele dar certo no comando do Azulão, que vai disputar a Série D do Brasileiro? Já não bastaram as várias más contratações de jogadores ruins para o Paulistão, no qual foi rebaixado, e agora vem com mais gente desconhecida. Tomara que eu esteja errado, mas esse presidente deve ter algum plano para acabar com o Azulão.
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