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André Henriques/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Chegada do Dia do Jornalista traz à tona impacto sobre espalhar e explanar assuntos


Tauana Marin
Diário do Grande ABC

07/04/2019 | 07:00


Imagine um mundo sem notícias. Nada de informações pela televisão, rádio, revistas, jornais ou internet. Ninguém sabendo de nada que acontece no Congresso Nacional ou nas partidas de futebol (a não ser que a pessoa fosse ao estádio), nenhuma explicação sobre o porquê dos aumentos no comércio e nada sobre novidade em relação a programas de entretenimento de todos os tipos. O mundo seria muito chato e raso. Apesar de grande parte das notícias não ser positiva como gostaríamos, é melhor sabê-las do que viver na escuridão da desinformação.

Espalhar e explanar assuntos fazem parte do mundo do jornalismo, com a chegada do Dia do Jornalista – comemorado hoje – lembrando a todos sobre a importância desse trabalho. Manuella Pereira Tamiasi, 8 anos, é admiradora da profissão. “Imagino que é um trabalho difícil, porque sempre precisa falar com muitas pessoas e colher informações para tudo ficar certinho, sem erros. Por isso precisa ter responsabilidade”, comenta. Apesar de não cogitar seguir a carreira no futuro, a estudante do Colégio São Carlos, em São Bernardo, é amante de fotografia e sabe da importância da máquina para esse universo documental. “Esse é um instrumento importante dos jornalistas, uma vez que as imagens ajudam a contar o que aconteceu.”

Assim como seus amigos, Rafael Hernandez Martins da Silva, 9, participou de ação na escola que os fez montarem um telejornal. “Só de participar da atividade morri de vergonha. Imagina o jornalista que aparece na TV sempre ou que fala na rádio, podendo errar ao vivo”, ressalta. Torcedor do São Paulo, ele revela que adora buscar informações do time em sites na web, meio pelo qual também gosta de acompanhar a previsão do tempo, além de ver jornais na TV. “Comento com minha mãe quando tenho dúvida sobre alguma coisa que fiquei sabendo.”

O garoto sonha, um dia, poder ler e ouvir notícias sobre o fim da violência nas ruas, abrindo espaço para que todos possam andar nas ruas sem medo até tarde. “Já imaginou? Acho que todo jornalista gostaria de falar sobre isso, né?”

Projeto escolar desenvolve telejornal em sala

Atividade realizada em sala de aula inspirou os alunos do Colégio São Carlos, de São Bernardo, a pegarem ‘gosto’ pela arte de informar as pessoas. Os estudantes do 4º ano prepararam e apresentaram telejornal com notícias diversas.

Na ocasião, era para se imaginar que a apresentadora de TV chamada Carlota estava perdendo audiência (número referente à quantidade de pessoas que assistem a um programa). A equipe entra no comando de tudo para buscar as melhores e mais chamativas notícias de todos os tempos.

Entre as informações para os mais velhos, os alunos elegeram as três mais importantes: não precisar trabalhar mais, aumento nos salários e mais tempo para brincar com os filhos. Já para o público infantil, noticiaram que todos estavam de férias e poderiam se divertir sem prazo para acabar, sem contar a inesperada chegada de chuva de sorvete, assim como ocorre na animação Tá Chovendo Hambúrguer.

O grupo da manhã batizou o programa de Telejornal São Carlos, com a turma da tarde escolhendo o nome News (notícia, em inglês). A confecção de microfones para os participantes ajudou a deixar a atividade mais divertida.

Busca por notícias ganha espaço em casa

É basicamente junto à família, à noite, que Otávio Revilla Pirchio, 8, fica sabendo o que aconteceu ao longo do dia. “Assisto a jornais na televisão e gosto muito de ouvir rádio, principalmente as narrações de partida de futebol”, conta.

Ele diz que o costume dos pais se reflete nele. “Gostamos de informações em casa. Mas, sabemos também onde podemos procurar, já que, na internet, há muitas notícias erradas”, conta o estudante.

Apesar de ser fã dos noticiários, Otávio também alerta sobre o lado ruim desse costume, como o contato com fatos ruins que têm ocorrido neste ano. Entre os que lembra estão a quebra da barragem de Brumadinho, em Minas Gerais, e a morte dos jogadores mirins do Flamengo, no Rio de Janeiro.

Ana Luiza Zucatelli, 9 anos, costuma consumir informações, principalmente, por meio da leitura. “Gosto mesmo de ler revistas, acho mais legal e se não entendo, leio novamente”, afirma ela, que também vê os acontecimentos pela televisão. Assuntos que envolvem o meio ambiente e teatro são os que mais chamam sua atenção. “É importante a gente se informar. Imagina o mundo sem notícias? Não saberíamos de nada”, analisa.

O Dia do Jornalista é celebrado em 7 de abril por referência à data de renúncia de imperador Dom Pedro I, em 1831. Trata-se de homenagem da Associação Brasileira de Imprensa ao trabalho do jornalista e médico Líbero Badaró, grande opositor do então regente brasileiro;

Ranking feito pela consultoria CareerCast, dos Estados Unidos, apontou que repórter de jornal é a pior profissão. 
 



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Chegada do Dia do Jornalista traz à tona impacto sobre espalhar e explanar assuntos

Tauana Marin
Diário do Grande ABC

07/04/2019 | 07:00


Imagine um mundo sem notícias. Nada de informações pela televisão, rádio, revistas, jornais ou internet. Ninguém sabendo de nada que acontece no Congresso Nacional ou nas partidas de futebol (a não ser que a pessoa fosse ao estádio), nenhuma explicação sobre o porquê dos aumentos no comércio e nada sobre novidade em relação a programas de entretenimento de todos os tipos. O mundo seria muito chato e raso. Apesar de grande parte das notícias não ser positiva como gostaríamos, é melhor sabê-las do que viver na escuridão da desinformação.

Espalhar e explanar assuntos fazem parte do mundo do jornalismo, com a chegada do Dia do Jornalista – comemorado hoje – lembrando a todos sobre a importância desse trabalho. Manuella Pereira Tamiasi, 8 anos, é admiradora da profissão. “Imagino que é um trabalho difícil, porque sempre precisa falar com muitas pessoas e colher informações para tudo ficar certinho, sem erros. Por isso precisa ter responsabilidade”, comenta. Apesar de não cogitar seguir a carreira no futuro, a estudante do Colégio São Carlos, em São Bernardo, é amante de fotografia e sabe da importância da máquina para esse universo documental. “Esse é um instrumento importante dos jornalistas, uma vez que as imagens ajudam a contar o que aconteceu.”

Assim como seus amigos, Rafael Hernandez Martins da Silva, 9, participou de ação na escola que os fez montarem um telejornal. “Só de participar da atividade morri de vergonha. Imagina o jornalista que aparece na TV sempre ou que fala na rádio, podendo errar ao vivo”, ressalta. Torcedor do São Paulo, ele revela que adora buscar informações do time em sites na web, meio pelo qual também gosta de acompanhar a previsão do tempo, além de ver jornais na TV. “Comento com minha mãe quando tenho dúvida sobre alguma coisa que fiquei sabendo.”

O garoto sonha, um dia, poder ler e ouvir notícias sobre o fim da violência nas ruas, abrindo espaço para que todos possam andar nas ruas sem medo até tarde. “Já imaginou? Acho que todo jornalista gostaria de falar sobre isso, né?”

Projeto escolar desenvolve telejornal em sala

Atividade realizada em sala de aula inspirou os alunos do Colégio São Carlos, de São Bernardo, a pegarem ‘gosto’ pela arte de informar as pessoas. Os estudantes do 4º ano prepararam e apresentaram telejornal com notícias diversas.

Na ocasião, era para se imaginar que a apresentadora de TV chamada Carlota estava perdendo audiência (número referente à quantidade de pessoas que assistem a um programa). A equipe entra no comando de tudo para buscar as melhores e mais chamativas notícias de todos os tempos.

Entre as informações para os mais velhos, os alunos elegeram as três mais importantes: não precisar trabalhar mais, aumento nos salários e mais tempo para brincar com os filhos. Já para o público infantil, noticiaram que todos estavam de férias e poderiam se divertir sem prazo para acabar, sem contar a inesperada chegada de chuva de sorvete, assim como ocorre na animação Tá Chovendo Hambúrguer.

O grupo da manhã batizou o programa de Telejornal São Carlos, com a turma da tarde escolhendo o nome News (notícia, em inglês). A confecção de microfones para os participantes ajudou a deixar a atividade mais divertida.

Busca por notícias ganha espaço em casa

É basicamente junto à família, à noite, que Otávio Revilla Pirchio, 8, fica sabendo o que aconteceu ao longo do dia. “Assisto a jornais na televisão e gosto muito de ouvir rádio, principalmente as narrações de partida de futebol”, conta.

Ele diz que o costume dos pais se reflete nele. “Gostamos de informações em casa. Mas, sabemos também onde podemos procurar, já que, na internet, há muitas notícias erradas”, conta o estudante.

Apesar de ser fã dos noticiários, Otávio também alerta sobre o lado ruim desse costume, como o contato com fatos ruins que têm ocorrido neste ano. Entre os que lembra estão a quebra da barragem de Brumadinho, em Minas Gerais, e a morte dos jogadores mirins do Flamengo, no Rio de Janeiro.

Ana Luiza Zucatelli, 9 anos, costuma consumir informações, principalmente, por meio da leitura. “Gosto mesmo de ler revistas, acho mais legal e se não entendo, leio novamente”, afirma ela, que também vê os acontecimentos pela televisão. Assuntos que envolvem o meio ambiente e teatro são os que mais chamam sua atenção. “É importante a gente se informar. Imagina o mundo sem notícias? Não saberíamos de nada”, analisa.

O Dia do Jornalista é celebrado em 7 de abril por referência à data de renúncia de imperador Dom Pedro I, em 1831. Trata-se de homenagem da Associação Brasileira de Imprensa ao trabalho do jornalista e médico Líbero Badaró, grande opositor do então regente brasileiro;

Ranking feito pela consultoria CareerCast, dos Estados Unidos, apontou que repórter de jornal é a pior profissão. 
 

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