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Alunos do curso de odontologia da Metodista realizam protesto e anunciam paralisação

Lorena S. Ávila/Especial para o Diário  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Lorena S.Ávila
Especial para o Diário do Grande ABC

05/04/2019 | 14:40


Atualizado às 17h

Os estudantes do curso de odontologia da Universidade Metodista de São Paulo decidiram em protesto nesta sexta-feira (5), paralisar as aulas e os atendimentos na clínica odontológica. A princípio tinha sido definido pelo grupo que a paralisação se estenderia até semana que vem, mas em nova reunião os alunos votaram por seguir com as aulas e atendimentos a partir de segunda-feira (8). Caso os professores e funcionários não sejam pagos pela instituição, novo ato será proposto. 

Os estudantes do 1º ao 4º ano decidiram, em uníssono, protestar contra a falta de salários, 13º e outros benefícios que não estão sendo pago aos professores e funcionários da instituição. Os alunos acreditam que a ação deve gerar um impacto na instituição. 

O protesto começou às 13h em frente à clínica, dentro do campus Rudge Ramos. Os alunos seguiram manifestando na praça da universidade e voltaram a gritar palavras de ordem em frente ao edifício Ró, onde está concentrado o administrativo. O ato se manteve organizado até os alunos se direcionarem para a Rua Sacramento, em frente à entrada principal da instituição, onde houve dispersão. Em poucas horas, os representantes de cada sala de aula reorganizaram o protesto, que terminou novamente em frente ao edifício Ró.

Os alunos reivindicam o direito de receber explicações da mantenedora, bem como uma reunião com o diretor de finanças, controladoria e gestão de pessoas do campus, Ricardo Rocha Faria. Ele teve uma conversa prévia com os estudantes que estavam no local, de dentro do seu carro e se recusou a falar seu nome e sobrenome. Após alguns minutos, a secretária de Rocha, informou a todos que a reunião, que deveria acontecer nesta sexta-feira (5), de acordo com demanda dos alunos, foi remarcada para segunda-feira (8), às 11h. A promessa é que além de Rocha, o diretor geral do campus, Robson Ramos de Aguiar, esteja presente. 



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Alunos do curso de odontologia da Metodista realizam protesto e anunciam paralisação

Lorena S.Ávila
Especial para o Diário do Grande ABC

05/04/2019 | 14:40


Atualizado às 17h

Os estudantes do curso de odontologia da Universidade Metodista de São Paulo decidiram em protesto nesta sexta-feira (5), paralisar as aulas e os atendimentos na clínica odontológica. A princípio tinha sido definido pelo grupo que a paralisação se estenderia até semana que vem, mas em nova reunião os alunos votaram por seguir com as aulas e atendimentos a partir de segunda-feira (8). Caso os professores e funcionários não sejam pagos pela instituição, novo ato será proposto. 

Os estudantes do 1º ao 4º ano decidiram, em uníssono, protestar contra a falta de salários, 13º e outros benefícios que não estão sendo pago aos professores e funcionários da instituição. Os alunos acreditam que a ação deve gerar um impacto na instituição. 

O protesto começou às 13h em frente à clínica, dentro do campus Rudge Ramos. Os alunos seguiram manifestando na praça da universidade e voltaram a gritar palavras de ordem em frente ao edifício Ró, onde está concentrado o administrativo. O ato se manteve organizado até os alunos se direcionarem para a Rua Sacramento, em frente à entrada principal da instituição, onde houve dispersão. Em poucas horas, os representantes de cada sala de aula reorganizaram o protesto, que terminou novamente em frente ao edifício Ró.

Os alunos reivindicam o direito de receber explicações da mantenedora, bem como uma reunião com o diretor de finanças, controladoria e gestão de pessoas do campus, Ricardo Rocha Faria. Ele teve uma conversa prévia com os estudantes que estavam no local, de dentro do seu carro e se recusou a falar seu nome e sobrenome. Após alguns minutos, a secretária de Rocha, informou a todos que a reunião, que deveria acontecer nesta sexta-feira (5), de acordo com demanda dos alunos, foi remarcada para segunda-feira (8), às 11h. A promessa é que além de Rocha, o diretor geral do campus, Robson Ramos de Aguiar, esteja presente. 

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