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Chávez pede adoção de 'Alca light' por países andinos


Da AFP

07/07/2003 | 10:15


O presidente venezuelano, Hugo Chávez, pediu nesse domingo que os países andinos defendam uma versão "light" (moderada) da Área de Livre Comércio das Américas (Alca), acrescentando que a forma proposta atualmente seria um suicídio para a região.

Em seu programa 'Alô, presidente', Chávez destacou que a recente reunião de cúpula presidencial da Comunidade Andina de Nações (CAN - Bolívia, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela), nos dias 27 e 28 passados, debateu o tema e que o termo "Alca light" já tinha sido mencionado.

Ele assinalou ainda que, após a reunião, a CAN manteve sua preocupação com a disparidade econômica da Alca e suas implicações contra os pequenos produtores latino-americanos.

Segundo Chávez, nas atuais circunstâncias, o mecanismo para o continente é "um modelo que acabaria definitivamente com o caminho para o desenvolvimento das nações da região".

Ele disse ainda que "o fato de já se pensar em uma 'Alca light' é a prova da aceitação da tese venezuelana sobre o acordo", que os Estados Unidos querem implantar até 2005.

O presidente revelou também que "foi uma batalha muito árdua e continuará sendo dura" a luta de seu governo para questionar a Alca, ressaltando que o modelo neoliberal na América Latina "já fracassou".

A reunião andina, da qual o Brasil participou como convidado especial, pediu que se evitasse uma configuração para a Alca sem negociações "em que a região poderia resultar como perdedora", frisou o secretário-executivo da CAN, Guillermo Fernández de Soto.

Contudo, autoridades americanas asseguraram esta semana que o mecanismo para a formação do bloco já está concluído em 90%, ainda que haja temas áridos a serem discutidos, como a agricultura e os direitos autorais.



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