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Professores da Metodista decidem no sábado se haverá paralisação

André Henriques/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Atos realizados ontem cobraram salários e benefícios atrasados


Flávia Fernandes
Lorena S.Ávila
especiais para o Diário

03/04/2019 | 07:00


Professores da Universidade Metodista de São Paulo realizaram protestos no campus Rudge Ramos, em São Bernardo, ontem, com o objetivo de reivindicar o pagamento de salários atrasados e do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), que não é depositado desde julho de 2015. Décimo terceiro salário, férias, vale-alimentação e vale-transporte também não estão sendo pagos, conforme os profissionais. Nova assembleia está marcada para sábado, às 9h, quando os docentes devem votar se manterão estado de greve ou farão paralisação.

As manifestações, realizadas às 9h e 21h, pediram a saída da Rede Metodista, mantenedora da instituição, e reclamaram sobre falta de comunicação entre a reitoria com os alunos e professores. “É preciso priorizar o salário. Pedimos para a instituição que negociem com os sindicatos”, afirma a professora Cristiane Gandolfi, do curso de pedagogia da universidade.

Presidente do Sinpro-ABC (Sindicato dos Professores do Grande ABC), Jorge Maggio explica que desde 2015 os salários estão sendo pagos com atrasos e que o problema não afeta apenas a universidade. “No colégio Metodista estão atrasados dois meses de vale-alimentação, que é de R$ 96. É um descaso com funcionários e alunos, que pagam mensalidade.”

Vice-presidente do centro acadêmico da universidade, Daniel Vila Nova destaca que a luta dos estudantes é contra a precarização do ensino. “No prédio em que a gente estuda, tem banheiro sem papel higiênico, sem papel para secar as mãos. A gente sente que é um descaso. Sempre que a gente tenta conversar com o reitor, com o diretor do campus, eles não respondem, falam que não é responsabilidade deles, falam que a mantenedora que é a responsável”, revela.

O Sinpro-ABC interpôs ação na Justiça cobrando o pagamento dos salários do mês de fevereiro da Umesp, Igreja Metodista e do Cogeime (Instituto Metodista de Serviços Educacionais).

A Metodista não se pronunciou sobre o tema até o fechamento desta edição. 



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Professores da Metodista decidem no sábado se haverá paralisação

Atos realizados ontem cobraram salários e benefícios atrasados

Flávia Fernandes
Lorena S.Ávila
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03/04/2019 | 07:00


Professores da Universidade Metodista de São Paulo realizaram protestos no campus Rudge Ramos, em São Bernardo, ontem, com o objetivo de reivindicar o pagamento de salários atrasados e do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), que não é depositado desde julho de 2015. Décimo terceiro salário, férias, vale-alimentação e vale-transporte também não estão sendo pagos, conforme os profissionais. Nova assembleia está marcada para sábado, às 9h, quando os docentes devem votar se manterão estado de greve ou farão paralisação.

As manifestações, realizadas às 9h e 21h, pediram a saída da Rede Metodista, mantenedora da instituição, e reclamaram sobre falta de comunicação entre a reitoria com os alunos e professores. “É preciso priorizar o salário. Pedimos para a instituição que negociem com os sindicatos”, afirma a professora Cristiane Gandolfi, do curso de pedagogia da universidade.

Presidente do Sinpro-ABC (Sindicato dos Professores do Grande ABC), Jorge Maggio explica que desde 2015 os salários estão sendo pagos com atrasos e que o problema não afeta apenas a universidade. “No colégio Metodista estão atrasados dois meses de vale-alimentação, que é de R$ 96. É um descaso com funcionários e alunos, que pagam mensalidade.”

Vice-presidente do centro acadêmico da universidade, Daniel Vila Nova destaca que a luta dos estudantes é contra a precarização do ensino. “No prédio em que a gente estuda, tem banheiro sem papel higiênico, sem papel para secar as mãos. A gente sente que é um descaso. Sempre que a gente tenta conversar com o reitor, com o diretor do campus, eles não respondem, falam que não é responsabilidade deles, falam que a mantenedora que é a responsável”, revela.

O Sinpro-ABC interpôs ação na Justiça cobrando o pagamento dos salários do mês de fevereiro da Umesp, Igreja Metodista e do Cogeime (Instituto Metodista de Serviços Educacionais).

A Metodista não se pronunciou sobre o tema até o fechamento desta edição. 

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