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Atila nega vacância do cargo à comissão do impeachment

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeito, que havia faltado à primeira oitiva, foi ouvido por grupo; processo chega à fase final


Júnior Carvalho
do dgabc.com.br

02/04/2019 | 07:00


O prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), voltou a negar ontem, a uma das comissões do impeachment, ter deixado o cargo vago pelo fato de ter se afastado do posto em decorrência da prisão e não ter solicitado licença formal à Câmara.

Atila prestou depoimento ao grupo por cerca de 20 minutos e reiterou a tese de inexistência da vacância, fato que sustenta a denúncia e pede a cassação do socialista. A manifestação do prefeito à comissão que analisa suposta vacância havia sido marcada para o mês passado, mas o socialista faltou à oitiva. Ainda assim, a comissão, presidida pelo vereador Sinvaldo Carteiro (DC), aceitou pedido da defesa do prefeito para agendar nova data para o depoimento.

Na comissão, Atila não foi questionado pelos vereadores, segundo o próprio socialista. A imprensa não foi autorizada a acompanhar a oitiva, embora o presidente da Câmara, Valderley Cavalcante da Silva, o Neycar (SD), tivesse garantido a transparência do processo. As perguntas ficaram limitadas aos próprios advogados de defesa do prefeito. “Foi muito tranquila (a oitiva), até porque é muito importante que seja esclarecida para a população da cidade e também para a comissão e para a Câmara. Em primeiro lugar nunca houve vacância, até porque não me afastei por minha vontade, mas por medida judicial. E mesmo assim eu informei à Câmara porque eu tenho de ter responsabilidade com a cidade. Então, esse processo cai por terra, porque a vacância nunca existiu”, justificou o prefeito.

O depoimento de Atila era o último passo que a comissão precisava superar para encaminhar parecer pela cassação ou não do chefe do Executivo. Esta denúncia, agora, entra na fase final. A defesa tem cinco dias para apresentar novas justificativas. Depois, a sessão de julgamento do mandato do prefeito é marcada. 



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Atila nega vacância do cargo à comissão do impeachment

Prefeito, que havia faltado à primeira oitiva, foi ouvido por grupo; processo chega à fase final

Júnior Carvalho
do dgabc.com.br

02/04/2019 | 07:00


O prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), voltou a negar ontem, a uma das comissões do impeachment, ter deixado o cargo vago pelo fato de ter se afastado do posto em decorrência da prisão e não ter solicitado licença formal à Câmara.

Atila prestou depoimento ao grupo por cerca de 20 minutos e reiterou a tese de inexistência da vacância, fato que sustenta a denúncia e pede a cassação do socialista. A manifestação do prefeito à comissão que analisa suposta vacância havia sido marcada para o mês passado, mas o socialista faltou à oitiva. Ainda assim, a comissão, presidida pelo vereador Sinvaldo Carteiro (DC), aceitou pedido da defesa do prefeito para agendar nova data para o depoimento.

Na comissão, Atila não foi questionado pelos vereadores, segundo o próprio socialista. A imprensa não foi autorizada a acompanhar a oitiva, embora o presidente da Câmara, Valderley Cavalcante da Silva, o Neycar (SD), tivesse garantido a transparência do processo. As perguntas ficaram limitadas aos próprios advogados de defesa do prefeito. “Foi muito tranquila (a oitiva), até porque é muito importante que seja esclarecida para a população da cidade e também para a comissão e para a Câmara. Em primeiro lugar nunca houve vacância, até porque não me afastei por minha vontade, mas por medida judicial. E mesmo assim eu informei à Câmara porque eu tenho de ter responsabilidade com a cidade. Então, esse processo cai por terra, porque a vacância nunca existiu”, justificou o prefeito.

O depoimento de Atila era o último passo que a comissão precisava superar para encaminhar parecer pela cassação ou não do chefe do Executivo. Esta denúncia, agora, entra na fase final. A defesa tem cinco dias para apresentar novas justificativas. Depois, a sessão de julgamento do mandato do prefeito é marcada. 

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