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Mundial de ‘CS:GO’ tem fiasco de equipe brasileira

Blast Pro Series/Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Dérek Bittencourt
Diário do Grande ABC

31/03/2019 | 07:00


O Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, foi palco de verdadeira reunião dos principais jogadores e times de Counter Strike: Global Offensive na semana passada. A Blast Pro Series veio à Capital pela primeira vez, arrastou 7.000 pessoas às arquibancadas e ainda contou com transmissões tanto na TV por assinatura quanto em plataformas da internet. E em tempos de questionamento e correlação entre violência e jogos de tiro, o evento foi elogiado por organizadores, players e público.

O show demonstrado pelos torcedores presentes – com direito a bateria de escola de samba – não foi repetido pelo time que representou o País. O desempenho do MiBR (Made In Brazil) foi para se esquecer. Cinco jogos, cinco derrotas. “Estamos há apenas dois meses juntos nessa formação. Vamos voltar a ser o melhor time do mundo”, previu o capitão Gabriel ‘Fallen’ Toledo. “Deu samba só na bateria, porque no CS não deu”, declarou Fernando ‘Fer’ Alvarenga. “Chegamos ao fundo do poço. Esse é o pior dia da minha vida”, emendou o jogador, mais tarde, nas redes sociais. “A cobrança de jogar em casa é maior do que fora. Não tem muito o que fazer se não pensar no próximo (torneio). Já ganhamos campeonatos em todos os continentes – tirando a África, que nunca jogamos –, menos a América do Sul. Isso dói, machuca, mas é focar no próximo”, projetou Epitacio ‘Taco’ de Melo.

Quem ficou com o título e levou para casa a premiação de US$ 125 mil (aproximadamente R$ 490 mil) foi a equipe dinamarquesa da Astralis, grande destaque no cenário do jogo há pelo menos um ano. Demonstrando muita frieza e controle da mente, venceu a Team Liquid na final, de virada, por dois mapas a um.

“(Os fãs brasileiros) São loucos. Fico triste pela MiBR, porque é um bom time, um dos principais do mundo, mas este é o momento em que mais vão precisar do apoio dos fãs e sei que vão receber”, declarou Lukas ‘Gla1ve’ Rossander, da campeã Astralis. “A torcida brasileira é sempre incrível, insana”, endossou Keith ‘Naf’ Markovic, da Liquid.

Entre os dias 19 e 21, o Brasil receberá mais um evento mundial de CS:GO. Será o DreamHack Open, a ser realizado no Parque Olímpico do Rio de Janeiro. Os times brasileiros já confirmados são Fúria, Luminosity e Sharks. 



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Mundial de ‘CS:GO’ tem fiasco de equipe brasileira

Dérek Bittencourt
Diário do Grande ABC

31/03/2019 | 07:00


O Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, foi palco de verdadeira reunião dos principais jogadores e times de Counter Strike: Global Offensive na semana passada. A Blast Pro Series veio à Capital pela primeira vez, arrastou 7.000 pessoas às arquibancadas e ainda contou com transmissões tanto na TV por assinatura quanto em plataformas da internet. E em tempos de questionamento e correlação entre violência e jogos de tiro, o evento foi elogiado por organizadores, players e público.

O show demonstrado pelos torcedores presentes – com direito a bateria de escola de samba – não foi repetido pelo time que representou o País. O desempenho do MiBR (Made In Brazil) foi para se esquecer. Cinco jogos, cinco derrotas. “Estamos há apenas dois meses juntos nessa formação. Vamos voltar a ser o melhor time do mundo”, previu o capitão Gabriel ‘Fallen’ Toledo. “Deu samba só na bateria, porque no CS não deu”, declarou Fernando ‘Fer’ Alvarenga. “Chegamos ao fundo do poço. Esse é o pior dia da minha vida”, emendou o jogador, mais tarde, nas redes sociais. “A cobrança de jogar em casa é maior do que fora. Não tem muito o que fazer se não pensar no próximo (torneio). Já ganhamos campeonatos em todos os continentes – tirando a África, que nunca jogamos –, menos a América do Sul. Isso dói, machuca, mas é focar no próximo”, projetou Epitacio ‘Taco’ de Melo.

Quem ficou com o título e levou para casa a premiação de US$ 125 mil (aproximadamente R$ 490 mil) foi a equipe dinamarquesa da Astralis, grande destaque no cenário do jogo há pelo menos um ano. Demonstrando muita frieza e controle da mente, venceu a Team Liquid na final, de virada, por dois mapas a um.

“(Os fãs brasileiros) São loucos. Fico triste pela MiBR, porque é um bom time, um dos principais do mundo, mas este é o momento em que mais vão precisar do apoio dos fãs e sei que vão receber”, declarou Lukas ‘Gla1ve’ Rossander, da campeã Astralis. “A torcida brasileira é sempre incrível, insana”, endossou Keith ‘Naf’ Markovic, da Liquid.

Entre os dias 19 e 21, o Brasil receberá mais um evento mundial de CS:GO. Será o DreamHack Open, a ser realizado no Parque Olímpico do Rio de Janeiro. Os times brasileiros já confirmados são Fúria, Luminosity e Sharks. 

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