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O vírus do bem da reciclagem


Do Diário do Grande ABC

26/03/2019 | 10:58


Artigo

Não é preciso abordar aqui a importância da reciclagem. Acredito que há consenso de que há muito mais aspectos positivos do que negativos na reciclagem. Muitos afirmam que só há aspectos positivos, alguns podem destacar alguns pontos negativos. De qualquer forma, pessoalmente faço parte do grupo que só consegue ver aspectos positivos na reciclagem. Em algum momento de nossas vidas, individualmente percebemos o prejuízo que causamos ao meio ambiente para extrair recursos naturais com a finalidade econômica de fabricar um determinado produto para o nosso consumo, como, por exemplo, o bastante conhecido papel. E com esse conhecimento decidimos, então, reduzir o seu consumo, e aqueles que não nos servem mais, começamos a encaminhá-los para reciclagem.

Depois de algum tempo nos preocupando com a redução do uso do papel e com a sua destinação correta, naturalmente começamos a adotar o mesmo comportamento com outros materiais. Com algum esforço, pois temos que sair de nossa zona de conforto, começamos também a reduzir o uso do plástico, da água, da eletricidade, e quando menos percebemos, fazemos parte de grupo de pessoas atentas a todos os detalhes do que consumimos, dos resíduos que geramos e como os destinamos, e, então, começamos a nos tornar atentos ao que ocorre à nossa volta. É como um despertar quando percebemos que impactamos todo e qualquer ambiente em que estamos presentes. É como se tivéssemos contraído infecção.

O primeiro foco dessa infecção pode ter como origem qualquer material, não necessariamente o papel. Qualquer tipo de material que consumimos pode ser o primeiro agente contaminante. Pronto, neste ponto estamos infectados pelo vírus do bem da reciclagem, e aos poucos começamos a espalhar esse vírus às pessoas que convivem conosco.

É vírus que se espalha com facilidade, principalmente entre as crianças, que não oferecem resistência alguma a serem infectadas por ele.

Alguns se esforçam muito para se protegerem contra essa infecção, outros até possuem imunidade, jamais se contaminam, mas chega momento em que ao perceber que todos à sua volta estão infectados por esse vírus, essa pessoa começa a fingir estar infectada também, e passa a contribuir para a reciclagem. Não por estar infectada, mas simplesmente por não se sentir confortável em agir de forma contrária à maioria.

E você? Está infectado pelo vírus do bem da reciclagem? Consegue medir se está em estágio inicial ou avançado de infecção? Sejamos cada um de nós o foco dessa infecção e espalhemos de forma rápida esse vírus do bem.

Alex Pereira é presidente da cooperativa especializada em lixo eletrônico Coopermiti.

Palavra do leitor

FSA
A notícia sobre o reitor da Fundação Santo André é alguma piada (Setecidades, dia 23)? Se não for, é falta de ética, de compostura e de tudo a que se refere ao ensino escolar. Como poderemos explicar essa atitude do reitor aos nossos alunos, filhos, netos e parentes quando formos falar sobre ética e moral? Como é que pode isso? É muito triste ver o fim da Fundação Santo André dessa maneira, de instituição tradicional de Santo André, que foi um dos maiores e melhores colégios do município e tinha as melhores faculdades. Mais um exemplo de péssima administração político-partidária em órgão público, no qual prevaleceu o interesse de minoriais e particulares e não os da comunidade escolar, do município e dos alunos.
Alberto Utida
Capital

Anibal Colleoni
Tem árvore em frente à minha garagem, na Rua Anibal Colleoni, que necessita de poda ou derrubada. A raiz está invadindo a casa. Dei entrada, no Rudge Ramos, há três meses. Até agora nada. Tem pracinha no fim da Rua Congonhas, com mato de mais de metro.
Geraldino Augusto de Oliveira
São Bernardo

Auxílio
O prefeito de São Caetano, José Auricchio Júnior, semana passada disse qual será a ajuda do município às quase 3.000 pessoas que perderam tudo nas últimas enchentes (Setecidades, dia 23): isenção total do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) por três meses (abril, maio e junho), da tarifa de água e esgoto e da taxa de coleta do lixo, também nos meses de abril, maio e junho, e auxílio emergencial – só para quem tem cadastro nos programas sociais da Prefeitura. Moradores do bairro Jardim São Caetano, infelizmente, não foram contemplados. Ainda se fala que é cidade de primeiro mundo. Nunca será! Vergonha!
Fernando Zucatelli
São Caetano

Pelo contrário
Nesta coluna, o leitor Donaldo Dagnone afirma ser óbvio que os que aqui escrevem afirmando terem votado em Bolsonaro e estarem arrependidos são mentirosos, pois são sim eleitores do PT que, estrategicamente, usam este subterfúgio para enganar pessoas ingênuas (Bolsonaro – 1, ontem). Diz também que seria melhor contribuírem para o Brasil sair da crise, pois estamos no mesmo barco. Recente pesquisa do Ibope (conceituado no gênero), feita nos dias 16 a 19 de março, afirma que caiu de 49% para 34%, portanto, 15 pontos percentuais, nível de aceitação entre os que acham governo Bolsonaro ótimo e bom. Mesmo instituto diz que atual governo é o pior avaliado em período semelhante desde abertura democrática, com exceção a Fernando Collor, que deve ser ignorado. Ora, quem está mentindo aí não me parece ser o Ibope e sim quem fala em estratégia petista para enganar ingênuos, talvez nem seja por maldade, mas por experiência adquirida nas fake news que levaram esse candidato a vencer as eleições. Devemos sim contribuir para o bem do Brasil, pois se o barco afundar morremos todos, mas não será apoiando retiradas de direitos de quem mais precisa e entrega do País aos Estados Unidos que vamos sair da crise. Muito pelo contrário.
Alencar Marcon
Santo André

Informalidade
O presidente foi ao Chile e levou o palanque, pois ainda está em campanha. Lá ele reafirmou a necessidade de as relações trabalhistas no Brasil beirarem a informalidade. Aproveitou e disse que a mão de obra brasileira é uma das mais caras do mundo. Só esqueceu de ressaltar que nosso Judiciário também é um dos mais caros do mundo, sem dizer da classe política, na qual ele mesmo está há mais de 30 anos e de quebra colocou seus três filhos nas generosas tetas política brasileira. Pelo andar da carruagem, aos 30 anos de Legislativo, sem nada fazer, podem se somar mais quatro no Executivo.
Roberto Gomes da Silva
Santo André

Saúde
Várias notícias nas últimas edições deste Diário dão conta de inovações, reestruturações e revitalizações em andamento na gestão da Saúde de São Caetano. É válido recordar que o grupo responsável pela gestão realizou mudança total no atendimento nesses mais de 18 anos de mandato. Assim, o número de hospitais municipais com capacidade de internação saltou de um para cinco; de unidades básicas de saúde, de cinco para dez; de equipamentos de atenção especializada, de dois para oito; e centros integrados de saúde e educação, de zero para cinco. Isso aliado à administração profissional de elevado conceito que se oferece nesses locais, e ao Programa Governo em Movimento, que recolhe e resolve demandas e eventuais reclamações de munícipes, quando visitados em suas próprias residências, explica a satisfação da maioria com serviços prestados.
Ruben J. Moreira
São Caetano
 



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O vírus do bem da reciclagem

Do Diário do Grande ABC

26/03/2019 | 10:58


Artigo

Não é preciso abordar aqui a importância da reciclagem. Acredito que há consenso de que há muito mais aspectos positivos do que negativos na reciclagem. Muitos afirmam que só há aspectos positivos, alguns podem destacar alguns pontos negativos. De qualquer forma, pessoalmente faço parte do grupo que só consegue ver aspectos positivos na reciclagem. Em algum momento de nossas vidas, individualmente percebemos o prejuízo que causamos ao meio ambiente para extrair recursos naturais com a finalidade econômica de fabricar um determinado produto para o nosso consumo, como, por exemplo, o bastante conhecido papel. E com esse conhecimento decidimos, então, reduzir o seu consumo, e aqueles que não nos servem mais, começamos a encaminhá-los para reciclagem.

Depois de algum tempo nos preocupando com a redução do uso do papel e com a sua destinação correta, naturalmente começamos a adotar o mesmo comportamento com outros materiais. Com algum esforço, pois temos que sair de nossa zona de conforto, começamos também a reduzir o uso do plástico, da água, da eletricidade, e quando menos percebemos, fazemos parte de grupo de pessoas atentas a todos os detalhes do que consumimos, dos resíduos que geramos e como os destinamos, e, então, começamos a nos tornar atentos ao que ocorre à nossa volta. É como um despertar quando percebemos que impactamos todo e qualquer ambiente em que estamos presentes. É como se tivéssemos contraído infecção.

O primeiro foco dessa infecção pode ter como origem qualquer material, não necessariamente o papel. Qualquer tipo de material que consumimos pode ser o primeiro agente contaminante. Pronto, neste ponto estamos infectados pelo vírus do bem da reciclagem, e aos poucos começamos a espalhar esse vírus às pessoas que convivem conosco.

É vírus que se espalha com facilidade, principalmente entre as crianças, que não oferecem resistência alguma a serem infectadas por ele.

Alguns se esforçam muito para se protegerem contra essa infecção, outros até possuem imunidade, jamais se contaminam, mas chega momento em que ao perceber que todos à sua volta estão infectados por esse vírus, essa pessoa começa a fingir estar infectada também, e passa a contribuir para a reciclagem. Não por estar infectada, mas simplesmente por não se sentir confortável em agir de forma contrária à maioria.

E você? Está infectado pelo vírus do bem da reciclagem? Consegue medir se está em estágio inicial ou avançado de infecção? Sejamos cada um de nós o foco dessa infecção e espalhemos de forma rápida esse vírus do bem.

Alex Pereira é presidente da cooperativa especializada em lixo eletrônico Coopermiti.

Palavra do leitor

FSA
A notícia sobre o reitor da Fundação Santo André é alguma piada (Setecidades, dia 23)? Se não for, é falta de ética, de compostura e de tudo a que se refere ao ensino escolar. Como poderemos explicar essa atitude do reitor aos nossos alunos, filhos, netos e parentes quando formos falar sobre ética e moral? Como é que pode isso? É muito triste ver o fim da Fundação Santo André dessa maneira, de instituição tradicional de Santo André, que foi um dos maiores e melhores colégios do município e tinha as melhores faculdades. Mais um exemplo de péssima administração político-partidária em órgão público, no qual prevaleceu o interesse de minoriais e particulares e não os da comunidade escolar, do município e dos alunos.
Alberto Utida
Capital

Anibal Colleoni
Tem árvore em frente à minha garagem, na Rua Anibal Colleoni, que necessita de poda ou derrubada. A raiz está invadindo a casa. Dei entrada, no Rudge Ramos, há três meses. Até agora nada. Tem pracinha no fim da Rua Congonhas, com mato de mais de metro.
Geraldino Augusto de Oliveira
São Bernardo

Auxílio
O prefeito de São Caetano, José Auricchio Júnior, semana passada disse qual será a ajuda do município às quase 3.000 pessoas que perderam tudo nas últimas enchentes (Setecidades, dia 23): isenção total do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) por três meses (abril, maio e junho), da tarifa de água e esgoto e da taxa de coleta do lixo, também nos meses de abril, maio e junho, e auxílio emergencial – só para quem tem cadastro nos programas sociais da Prefeitura. Moradores do bairro Jardim São Caetano, infelizmente, não foram contemplados. Ainda se fala que é cidade de primeiro mundo. Nunca será! Vergonha!
Fernando Zucatelli
São Caetano

Pelo contrário
Nesta coluna, o leitor Donaldo Dagnone afirma ser óbvio que os que aqui escrevem afirmando terem votado em Bolsonaro e estarem arrependidos são mentirosos, pois são sim eleitores do PT que, estrategicamente, usam este subterfúgio para enganar pessoas ingênuas (Bolsonaro – 1, ontem). Diz também que seria melhor contribuírem para o Brasil sair da crise, pois estamos no mesmo barco. Recente pesquisa do Ibope (conceituado no gênero), feita nos dias 16 a 19 de março, afirma que caiu de 49% para 34%, portanto, 15 pontos percentuais, nível de aceitação entre os que acham governo Bolsonaro ótimo e bom. Mesmo instituto diz que atual governo é o pior avaliado em período semelhante desde abertura democrática, com exceção a Fernando Collor, que deve ser ignorado. Ora, quem está mentindo aí não me parece ser o Ibope e sim quem fala em estratégia petista para enganar ingênuos, talvez nem seja por maldade, mas por experiência adquirida nas fake news que levaram esse candidato a vencer as eleições. Devemos sim contribuir para o bem do Brasil, pois se o barco afundar morremos todos, mas não será apoiando retiradas de direitos de quem mais precisa e entrega do País aos Estados Unidos que vamos sair da crise. Muito pelo contrário.
Alencar Marcon
Santo André

Informalidade
O presidente foi ao Chile e levou o palanque, pois ainda está em campanha. Lá ele reafirmou a necessidade de as relações trabalhistas no Brasil beirarem a informalidade. Aproveitou e disse que a mão de obra brasileira é uma das mais caras do mundo. Só esqueceu de ressaltar que nosso Judiciário também é um dos mais caros do mundo, sem dizer da classe política, na qual ele mesmo está há mais de 30 anos e de quebra colocou seus três filhos nas generosas tetas política brasileira. Pelo andar da carruagem, aos 30 anos de Legislativo, sem nada fazer, podem se somar mais quatro no Executivo.
Roberto Gomes da Silva
Santo André

Saúde
Várias notícias nas últimas edições deste Diário dão conta de inovações, reestruturações e revitalizações em andamento na gestão da Saúde de São Caetano. É válido recordar que o grupo responsável pela gestão realizou mudança total no atendimento nesses mais de 18 anos de mandato. Assim, o número de hospitais municipais com capacidade de internação saltou de um para cinco; de unidades básicas de saúde, de cinco para dez; de equipamentos de atenção especializada, de dois para oito; e centros integrados de saúde e educação, de zero para cinco. Isso aliado à administração profissional de elevado conceito que se oferece nesses locais, e ao Programa Governo em Movimento, que recolhe e resolve demandas e eventuais reclamações de munícipes, quando visitados em suas próprias residências, explica a satisfação da maioria com serviços prestados.
Ruben J. Moreira
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