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Trabalho no dilúvio


Do Diário do Grande ABC

25/03/2019 | 07:18


As águas de março definitivamente arrebataram o fim do verão de 2019. Tivemos até situação caótica em uma segunda-feira das últimas semanas, em que as pessoas mal conseguiram sair de casa para ir ao trabalho. Como manter a rotina das empresas nesses casos?

Companhias que oferecem condições de trabalho remoto ou home office aos colaboradores em determinadas situações têm vantagem competitiva nestes casos. Se não é possível sair, a melhor alternativa é trabalhar de casa.

Hoje em dia, para atividades que não precisam ser feitas dentro do ambiente de trabalho, como chão de fábrica ou algum atendimento local, é muito comum se trabalhar remotamente, ao menos uma vez por semana.

As vantagens dessa prática são diversas. Nas grandes cidades, onde há muito trânsito, você consegue ganhar muito tempo e aumentar a produtividade. A pessoa consegue trabalhar umas horas a mais ou ter mais qualidade de vida, e os colaboradores definitivamente reconhecem isso como grande valor.

Claro que isso depende de condições tecnológicas. Se a pessoa trabalha com computador adequado, com internet e tem acesso à rede da empresa, trabalhar de casa fica fácil. E o ideal é que isso possa ser medido, que o gestor possa entender se a pessoa está realmente produzindo em casa.

Pesquisas mostram que 64% das empresas brasileiras já admitem o trabalho em sistema de home office.

Mas é importante ter cuidado, pois esse é sistema que pode oferecer riscos se não for bem gerenciado, uma vez que, se o colaborador se perder no que deveria fazer no home office, ou o gestor não souber combinar direito esse esquema de trabalho, isso pode gerar motivos para desconfianças e improdutividade. Portanto recomendo:
 

– Combinem qual o foco do home office.
 

– Tenha uma rotina. Por exemplo, o home office será feito uma vez por semana; preferencialmente defina o dia.
 

– Tente otimizar o dia com outras variáveis, por exemplo, um dia sem reuniões com aquele colaborador, ou o dia do rodízio do mesmo.
 

– Marque uma reunião para falar do projeto feito no home office; isso fará com que todos vejam benefícios no sistema.

Já existem alguns softwares que conseguem monitorar a atividade dentro do computador para que o gestor possa ter controle sobre o trabalho, mas a maior parte das pessoas que trabalha remotamente utiliza outras maneiras de medir. Em geral, são medidos os resultados. Então, por exemplo, se elas têm de entregar um projeto, o projeto foi entregue? Se têm de fazer um número de entrevistas, contatar um número de pessoas, elas conseguiram? Se precisam finalizar planilhas, terminaram? A prática do mercado em geral é mensurada mais pela entrega que pelo processo.

Quando se mede pelo resultado, você dá muita importância para as relações de confiança. Você está dizendo para a pessoa: eu confio em você.

Siga confiante e boa sorte!
 



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Trabalho no dilúvio

Do Diário do Grande ABC

25/03/2019 | 07:18


As águas de março definitivamente arrebataram o fim do verão de 2019. Tivemos até situação caótica em uma segunda-feira das últimas semanas, em que as pessoas mal conseguiram sair de casa para ir ao trabalho. Como manter a rotina das empresas nesses casos?

Companhias que oferecem condições de trabalho remoto ou home office aos colaboradores em determinadas situações têm vantagem competitiva nestes casos. Se não é possível sair, a melhor alternativa é trabalhar de casa.

Hoje em dia, para atividades que não precisam ser feitas dentro do ambiente de trabalho, como chão de fábrica ou algum atendimento local, é muito comum se trabalhar remotamente, ao menos uma vez por semana.

As vantagens dessa prática são diversas. Nas grandes cidades, onde há muito trânsito, você consegue ganhar muito tempo e aumentar a produtividade. A pessoa consegue trabalhar umas horas a mais ou ter mais qualidade de vida, e os colaboradores definitivamente reconhecem isso como grande valor.

Claro que isso depende de condições tecnológicas. Se a pessoa trabalha com computador adequado, com internet e tem acesso à rede da empresa, trabalhar de casa fica fácil. E o ideal é que isso possa ser medido, que o gestor possa entender se a pessoa está realmente produzindo em casa.

Pesquisas mostram que 64% das empresas brasileiras já admitem o trabalho em sistema de home office.

Mas é importante ter cuidado, pois esse é sistema que pode oferecer riscos se não for bem gerenciado, uma vez que, se o colaborador se perder no que deveria fazer no home office, ou o gestor não souber combinar direito esse esquema de trabalho, isso pode gerar motivos para desconfianças e improdutividade. Portanto recomendo:
 

– Combinem qual o foco do home office.
 

– Tenha uma rotina. Por exemplo, o home office será feito uma vez por semana; preferencialmente defina o dia.
 

– Tente otimizar o dia com outras variáveis, por exemplo, um dia sem reuniões com aquele colaborador, ou o dia do rodízio do mesmo.
 

– Marque uma reunião para falar do projeto feito no home office; isso fará com que todos vejam benefícios no sistema.

Já existem alguns softwares que conseguem monitorar a atividade dentro do computador para que o gestor possa ter controle sobre o trabalho, mas a maior parte das pessoas que trabalha remotamente utiliza outras maneiras de medir. Em geral, são medidos os resultados. Então, por exemplo, se elas têm de entregar um projeto, o projeto foi entregue? Se têm de fazer um número de entrevistas, contatar um número de pessoas, elas conseguiram? Se precisam finalizar planilhas, terminaram? A prática do mercado em geral é mensurada mais pela entrega que pelo processo.

Quando se mede pelo resultado, você dá muita importância para as relações de confiança. Você está dizendo para a pessoa: eu confio em você.

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