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Em leilão de portos, consórcio Nordeste leva terminal AI-01, em Cabedelo (PB)



22/03/2019 | 10:38


O Consórcio Nordeste venceu na manhã desta sexta-feira, 22, a disputa pelo arrendamento da área AI-01, no Porto de Cabedelo, na Paraíba, voltada para a movimentação e armazenagem de graneis líquidos combustíveis. Em leilão na B3, em São Paulo, o consórcio propôs uma outorga de R$ 6,021 milhões pela área.

O valor mínimo a ser oferecido era de R$ 1,00 e o critério de julgamento utilizado foi o de maior valor de outorga. Segundo fontes, o consórcio é formado por Raízen, Ipiranga e BR Distribuidora.

Essa área é um projeto brownfield (expansão de unidade já em operação) de 18.275 m³. Todos os equipamentos instalados são de propriedade do porto em função da reversibilidade dos bens.

No edital está previsto o arrendamento por 25 anos e estudos indicam uma capacidade futura dinâmica estimada em 268 mil m³. Não há previsão de investimentos, considerando que os bens existentes na área já foram revertidos para o porto e estão operacionais.

Na quarta-feira, o governo conseguiu derrubar uma liminar obtida pela Raízen, atual administradora da área via contrato de transição, que tentava impedir o leilão da área.



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Em leilão de portos, consórcio Nordeste leva terminal AI-01, em Cabedelo (PB)


22/03/2019 | 10:38


O Consórcio Nordeste venceu na manhã desta sexta-feira, 22, a disputa pelo arrendamento da área AI-01, no Porto de Cabedelo, na Paraíba, voltada para a movimentação e armazenagem de graneis líquidos combustíveis. Em leilão na B3, em São Paulo, o consórcio propôs uma outorga de R$ 6,021 milhões pela área.

O valor mínimo a ser oferecido era de R$ 1,00 e o critério de julgamento utilizado foi o de maior valor de outorga. Segundo fontes, o consórcio é formado por Raízen, Ipiranga e BR Distribuidora.

Essa área é um projeto brownfield (expansão de unidade já em operação) de 18.275 m³. Todos os equipamentos instalados são de propriedade do porto em função da reversibilidade dos bens.

No edital está previsto o arrendamento por 25 anos e estudos indicam uma capacidade futura dinâmica estimada em 268 mil m³. Não há previsão de investimentos, considerando que os bens existentes na área já foram revertidos para o porto e estão operacionais.

Na quarta-feira, o governo conseguiu derrubar uma liminar obtida pela Raízen, atual administradora da área via contrato de transição, que tentava impedir o leilão da área.

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