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André Henriques/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Nilton Valentim

22/03/2019 | 07:35


A história se encarrega de transformar carros em ícones. Projetados para o transporte de pessoas ou cargas, os veículos ganham outro status por vários motivos. Entre eles valentia, velocidade, potência ou mesmo o fato de terem aparecido em algum filme ou serem retratados em músicas.

O Fusca é um caso clássico, o carro mais popular do País. Com 3,3 milhões de unidades fabricadas, se destacou pela durabilidade, facilidade de manutenção, mas também fez fama no cinema, com o lendário Herbie, e na música, com o ‘maquiavélico’ Fuscão preto, composição de 1978, que, inclusive virou filme, em 1983, com a apresentadora Xuxa Meneghel no elenco.

Outro modelo que deve a fama aos sertanejos é o Camaro. O carro da Chevrolet, especificamente o amarelo, se popularizou e virou hit. Mas não se compara à Brasília, da mesma cor, imortalizada pela irreverência dos Mamonas Assassinas.

Ainda no campo das celebridades cinematográficas, é sempre espaço reservado para De Lorean do filme De Volta para o Futuro, de 1985. O carro foi transformado em máquina do tempo por cientista e transporta um jovem do futuro para mudar o destino de seus pais.

O De Lorean até hoje é sucesso. Tanto que em festa alusiva à década de 1980, em bar de Santo André, uma réplica do carro foi a atração principal.
Os Fuscas também não fazem feito. Pelo contrário. É difícil um fim de semana em que não ocorra um encontro das tradicionais baratinhas em shoppings ou cidades do Interior. Nelas, seus donos exibem orgulhosos seus carros.

Atualmente, dez exemplares ganharam espaço nobre. Até o dia 6 de abril, eles ficam no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, em São Paulo. Entre os exemplares, dois são do Grande ABC, um fabricado em 1966 e, o outro, de 1971.
 



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Nilton Valentim

22/03/2019 | 07:35


A história se encarrega de transformar carros em ícones. Projetados para o transporte de pessoas ou cargas, os veículos ganham outro status por vários motivos. Entre eles valentia, velocidade, potência ou mesmo o fato de terem aparecido em algum filme ou serem retratados em músicas.

O Fusca é um caso clássico, o carro mais popular do País. Com 3,3 milhões de unidades fabricadas, se destacou pela durabilidade, facilidade de manutenção, mas também fez fama no cinema, com o lendário Herbie, e na música, com o ‘maquiavélico’ Fuscão preto, composição de 1978, que, inclusive virou filme, em 1983, com a apresentadora Xuxa Meneghel no elenco.

Outro modelo que deve a fama aos sertanejos é o Camaro. O carro da Chevrolet, especificamente o amarelo, se popularizou e virou hit. Mas não se compara à Brasília, da mesma cor, imortalizada pela irreverência dos Mamonas Assassinas.

Ainda no campo das celebridades cinematográficas, é sempre espaço reservado para De Lorean do filme De Volta para o Futuro, de 1985. O carro foi transformado em máquina do tempo por cientista e transporta um jovem do futuro para mudar o destino de seus pais.

O De Lorean até hoje é sucesso. Tanto que em festa alusiva à década de 1980, em bar de Santo André, uma réplica do carro foi a atração principal.
Os Fuscas também não fazem feito. Pelo contrário. É difícil um fim de semana em que não ocorra um encontro das tradicionais baratinhas em shoppings ou cidades do Interior. Nelas, seus donos exibem orgulhosos seus carros.

Atualmente, dez exemplares ganharam espaço nobre. Até o dia 6 de abril, eles ficam no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, em São Paulo. Entre os exemplares, dois são do Grande ABC, um fabricado em 1966 e, o outro, de 1971.
 

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