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Morte de motociclistas quadruplica na região

Celso Luiz/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Em fevereiro, foram nove óbitos de condutores de motos, contra dois casos no mesmo período de 2018


Daniel Macário
Do Diário do Grande ABC

20/03/2019 | 07:00


 O número de mortes de motociclistas em acidentes de trânsito no Grande ABC quadruplicou em fevereiro, na comparação com mesmo período do ano passado. Conforme levantamento divulgado ontem pelo governo estadual, por meio do Infosiga (Sistema de Informações Gerenciais de Acidentes de Trânsito do Estado de São Paulo), no intervalo de um ano, a quantidade de ocorrências na região saltou de duas para nove.

No acumulado do ano, segundo o relatório, já são 15 mortes de motociclistas nas sete cidades, o equivalente a quase metade das 32 vítimas fatais em decorrência de acidentes de trânsito ocorridos entre janeiro e fevereiro na região.

Para Silvia Lisboa, coordenadora do Movimento Paulista de Segurança no Trânsito, os indicadores sinalizam a necessidade de conscientização de motociclistas, junto com pedestres e ciclistas, os grupos mais vulneráveis do sistema viário, segundo ela. “Mesmo que haja investimento em obras viárias, a mudança de comportamento é fundamental para um trânsito mais seguro”, afirma.

De acordo com o relatório, no mês passado, 70% dos óbitos foram registrados entre sexta-feira e domingo. Ao todo, 11 casos ocorreram nesses dias da semana. Colisões e choques entre veículos, por sua vez, são as principais causas das mortes.

“Os indicadores sinalizam essa imprudência dos motoristas”, avalia o chefe do departamento de medicina de tráfego da Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego), Dirceu Rodrigues Alves Jr.

Apesar de a região ser cortada por importantes rodovias, as vias municipais das sete cidades seguem como as mais perigosas aos motoristas que circulam pela região. Ao todo, oito acidentes fatais aconteceram nesses eixos viários, enquanto sete foram em estradas. Um caso aparece como local desconhecido.

Na análise por município, São Bernardo e Mauá lideram o ranking de acidentes fatais com cinco óbitos cada, Em São Bernardo, todas as vítimas estavam em motos. Na sequência vem Diadema, com três, Santo André (dois) e Ribeirão Pires (um).

 

DEMAIS NÚMEROS

No Estado, juntos, os 645 municípios de São Paulo tiveram o menor número de fatalidades de trânsito para o mês desde 2015, quando teve início a série histórica.

Foram registrados 347 óbitos causados por acidentes em ruas e rodovias, uma redução de 7,5% na comparação com fevereiro de 2018.

 



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Morte de motociclistas quadruplica na região

Em fevereiro, foram nove óbitos de condutores de motos, contra dois casos no mesmo período de 2018

Daniel Macário
Do Diário do Grande ABC

20/03/2019 | 07:00


 O número de mortes de motociclistas em acidentes de trânsito no Grande ABC quadruplicou em fevereiro, na comparação com mesmo período do ano passado. Conforme levantamento divulgado ontem pelo governo estadual, por meio do Infosiga (Sistema de Informações Gerenciais de Acidentes de Trânsito do Estado de São Paulo), no intervalo de um ano, a quantidade de ocorrências na região saltou de duas para nove.

No acumulado do ano, segundo o relatório, já são 15 mortes de motociclistas nas sete cidades, o equivalente a quase metade das 32 vítimas fatais em decorrência de acidentes de trânsito ocorridos entre janeiro e fevereiro na região.

Para Silvia Lisboa, coordenadora do Movimento Paulista de Segurança no Trânsito, os indicadores sinalizam a necessidade de conscientização de motociclistas, junto com pedestres e ciclistas, os grupos mais vulneráveis do sistema viário, segundo ela. “Mesmo que haja investimento em obras viárias, a mudança de comportamento é fundamental para um trânsito mais seguro”, afirma.

De acordo com o relatório, no mês passado, 70% dos óbitos foram registrados entre sexta-feira e domingo. Ao todo, 11 casos ocorreram nesses dias da semana. Colisões e choques entre veículos, por sua vez, são as principais causas das mortes.

“Os indicadores sinalizam essa imprudência dos motoristas”, avalia o chefe do departamento de medicina de tráfego da Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego), Dirceu Rodrigues Alves Jr.

Apesar de a região ser cortada por importantes rodovias, as vias municipais das sete cidades seguem como as mais perigosas aos motoristas que circulam pela região. Ao todo, oito acidentes fatais aconteceram nesses eixos viários, enquanto sete foram em estradas. Um caso aparece como local desconhecido.

Na análise por município, São Bernardo e Mauá lideram o ranking de acidentes fatais com cinco óbitos cada, Em São Bernardo, todas as vítimas estavam em motos. Na sequência vem Diadema, com três, Santo André (dois) e Ribeirão Pires (um).

 

DEMAIS NÚMEROS

No Estado, juntos, os 645 municípios de São Paulo tiveram o menor número de fatalidades de trânsito para o mês desde 2015, quando teve início a série histórica.

Foram registrados 347 óbitos causados por acidentes em ruas e rodovias, uma redução de 7,5% na comparação com fevereiro de 2018.

 

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