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Municipal do Rio abre ano com ópera de Carlos Gomes



15/03/2019 | 08:00


O Teatro Municipal do Rio abre nesta sexta-feira, 15, sua temporada 2019 com uma apresentação em concerto da ópera Condor, de Carlos Gomes - ponto de partida para um ano que tem como desafio afastar os percalços e problemas estruturais de 2018, quando a programação anunciada foi cancelada após o primeiro espetáculo.

"É hora de fortalecer a instituição", diz o novo diretor artístico André Heller-Lopes, que já ocupara o posto em 2017. "Não dá para pensar a longo prazo na dignidade dos artistas, em autossustensabilidade sem esse fortalecimento, que passa por entender o significado de um teatro de ópera, balé e concertos no centro do Rio, assim como por uma relação maior com o público. Esse é o nosso norte."

O Municipal anunciou a programação para o primeiro semestre. Além de Condor, estão previstas as óperas Os Contos de Hoffmann (em concerto) e Fausto (encenada), além de concertos e de um novo balé, com coreografia de Thiago Soares. "Tudo está sendo feito com o pé no chão, a fantasia fica no palco. Precisamos de seis meses para pôr a casa em ordem, deixar o palco perfeito, completar os corpos artísticos. A partir daí vamos colocar uma programação 2019/2020, 2020/21", diz Heller.

Para o segundo semestre já está confirmada, no entanto, a série Grandes Vozes, em parceria com a Ópera de Paris, que vai trazer ao Rio cantores como os tenores Michael Fabiano e Vittorio Grigolo, grandes nomes da cena internacional.

Condor é a última ópera de Carlos Gomes. "É como se fosse um enorme poema sinfônico e vocal ininterrupto", diz o maestro Luiz Fernando Malheiro, que em janeiro assumiu a direção musical do teatro. O elenco é encabeçado pela soprano Eliane Coelho e pelo tenor Fernando Portari, que completa 30 anos de Municipal.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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Municipal do Rio abre ano com ópera de Carlos Gomes


15/03/2019 | 08:00


O Teatro Municipal do Rio abre nesta sexta-feira, 15, sua temporada 2019 com uma apresentação em concerto da ópera Condor, de Carlos Gomes - ponto de partida para um ano que tem como desafio afastar os percalços e problemas estruturais de 2018, quando a programação anunciada foi cancelada após o primeiro espetáculo.

"É hora de fortalecer a instituição", diz o novo diretor artístico André Heller-Lopes, que já ocupara o posto em 2017. "Não dá para pensar a longo prazo na dignidade dos artistas, em autossustensabilidade sem esse fortalecimento, que passa por entender o significado de um teatro de ópera, balé e concertos no centro do Rio, assim como por uma relação maior com o público. Esse é o nosso norte."

O Municipal anunciou a programação para o primeiro semestre. Além de Condor, estão previstas as óperas Os Contos de Hoffmann (em concerto) e Fausto (encenada), além de concertos e de um novo balé, com coreografia de Thiago Soares. "Tudo está sendo feito com o pé no chão, a fantasia fica no palco. Precisamos de seis meses para pôr a casa em ordem, deixar o palco perfeito, completar os corpos artísticos. A partir daí vamos colocar uma programação 2019/2020, 2020/21", diz Heller.

Para o segundo semestre já está confirmada, no entanto, a série Grandes Vozes, em parceria com a Ópera de Paris, que vai trazer ao Rio cantores como os tenores Michael Fabiano e Vittorio Grigolo, grandes nomes da cena internacional.

Condor é a última ópera de Carlos Gomes. "É como se fosse um enorme poema sinfônico e vocal ininterrupto", diz o maestro Luiz Fernando Malheiro, que em janeiro assumiu a direção musical do teatro. O elenco é encabeçado pela soprano Eliane Coelho e pelo tenor Fernando Portari, que completa 30 anos de Municipal.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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