Fechar
Publicidade

Segunda-Feira, 25 de Março

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Automóveis

automoveis@dgabc.com.br | 4435-8337

Desafio aos líderes

Divulgação  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

T-Cross chega para encarar os líderes do segmento SUV no mercado brasileiro; são quatro versões


Nilton Valentim

15/03/2019 | 07:00


Alô, concorrência, fica espera que tem novidade no mercado. Assim, desafiando quem já está consolidado no segmento dos SUVs, a Volkswagen coloca em cena o T-Cross. A marca alemã aposta alto no seu mais novo modelo. Tanto que, na apresentação feita antes do test drive do carro, em Belo Horizonte (em Minas Gerais), seus responsáveis destacam diferenças sensíveis entre as quatro versões do carro e os atuais líderes em vendas entre os utilitários esportivos. Segundo os executivos da Volks, ele consome menos combustível e freia em espaço mais curto que os rivais, entre outras coisas.

No percurso de pouco mais de 100 quilômetros, realizado entre o perímetro urbano da capital mineira e o Parque da Serra do Rola Moça, em região montanhosa próximo à cidade de Brumadinho, que ganhou destaque graças ao trágico acidente com a barragem da mineradora Vale, deu para avaliar alguns dos itens oferecidos aos compradores da versão topo de linha, a Highline 250 TSI, que custa R$ 109.990 e sai de fábrica com equipamentos bem interessantes e práticos.

A começar pelo motor turbo com 150 cv, combinada com a transmissão automática de seis velocidades. Na estrada travada rumo ao topo da montanha, as trocas se mostraram suaves, tanto em baixa quanto em alta velocidade. Aliás, a Volks define como 198 km/h a máxima atingida pelo veículo, que vai da inércia a 100 km/h, segundo a fábrica, em 8,75 segundos.

No quesito segurança, o T-Cross vem com seis air bags de série. Além de contar com freios a disco nas quatro rodas. Conta ainda com controle de tração para todos os modelos, assistente de partida em rampa e sistema que limpa os discos automaticamente, impedindo que se forme uma lâmina d’água, que pode dificultar a frenagem.

A suspensão foi desenvolvida para o uso brasileiro, ou seja, é mais eficiente que o modelo europeu na absorção de imperfeições, o que proporciona maior conforto ao usuários durante as viagens de fim de semana ou nos deslocamentos diários pelas ruas esburacadas das cidades.

Modelo brasileiro é maior que o oferecido ao mercado europeu

Para aqueles que têm mania de grandeza, aqui vai uma informação que pode fazê-los se interessar pelo T-Cross. O SUV que a Volkswagen disponibiliza aos brasileiros é maior que as versões destinadas aos motoristas europeus. Na prática, pode significar pouca coisa, mas já é uma vantagem.

Vamos aos números. O T-Cross brasileiro tem 4.199 mm de comprimento e 1.568 mm de altura (9 milímetros mais alto que o T-Cross europeu. Na versão Highline 250 TSI, são 11 milímetros a mais, com 1.570 milímetros). A distância entre os eixos do modelo produzido no Brasil é também maior: 2.651 milímetros (88 milímetros a mais do que a distância entre-eixos do T-Cross europeu).

Essas dimensões, obtidas graças à utilização da estratégia modular MQB, que permite flexibilidade de construção em itens como distância entre-eixos e largura, resulta em mais espaço interno para os ocupantes, tanto para os que vão na frente quanto os ocupantes dos bancos traseiros.

O porta-malas tem volume variável entre 373 litros e 420 litros). O último número é obtido quando os bancos são rebatidos.

Dentre os equipamentos oferecidos como opcionais está o star stop 2.0, que desliga o motor poucos segundos antes da parada completa e religa quando o pedal de freio é liberado. O sistema já está presente no Tiguan e gera economia de combustível.

O carro traz ainda detector de fadiga. O dispositivo monitora o comportamento do motorista nos primeiros 15 minutos de condução. A partir daí, se houver mudança na forma de condução, ele emite alerta aconselhando o motorista a parar para recuperar-se.

Outro dispositivo presente no T-Cross é o freio automático pós-colisão, que desacelera o carro à velocidade de seis metros por segundo após a ocorrência de acidente. Isso evita que novas batidas venham a ocorrer na sequência.

Para finalizar, há ainda o park assist 3.0, a versão mais moderna do sistema automático de estacionamento. Quando quer parar, o motorista aciona o botão no painel e liga a seta. O T-Cross identifica a vaga e realiza o procedimento, seja de ré, de frente ou perpendicular. O condutor tem apenas de controlar a velocidade no acelerador e freio. 



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Desafio aos líderes

T-Cross chega para encarar os líderes do segmento SUV no mercado brasileiro; são quatro versões

Nilton Valentim

15/03/2019 | 07:00


Alô, concorrência, fica espera que tem novidade no mercado. Assim, desafiando quem já está consolidado no segmento dos SUVs, a Volkswagen coloca em cena o T-Cross. A marca alemã aposta alto no seu mais novo modelo. Tanto que, na apresentação feita antes do test drive do carro, em Belo Horizonte (em Minas Gerais), seus responsáveis destacam diferenças sensíveis entre as quatro versões do carro e os atuais líderes em vendas entre os utilitários esportivos. Segundo os executivos da Volks, ele consome menos combustível e freia em espaço mais curto que os rivais, entre outras coisas.

No percurso de pouco mais de 100 quilômetros, realizado entre o perímetro urbano da capital mineira e o Parque da Serra do Rola Moça, em região montanhosa próximo à cidade de Brumadinho, que ganhou destaque graças ao trágico acidente com a barragem da mineradora Vale, deu para avaliar alguns dos itens oferecidos aos compradores da versão topo de linha, a Highline 250 TSI, que custa R$ 109.990 e sai de fábrica com equipamentos bem interessantes e práticos.

A começar pelo motor turbo com 150 cv, combinada com a transmissão automática de seis velocidades. Na estrada travada rumo ao topo da montanha, as trocas se mostraram suaves, tanto em baixa quanto em alta velocidade. Aliás, a Volks define como 198 km/h a máxima atingida pelo veículo, que vai da inércia a 100 km/h, segundo a fábrica, em 8,75 segundos.

No quesito segurança, o T-Cross vem com seis air bags de série. Além de contar com freios a disco nas quatro rodas. Conta ainda com controle de tração para todos os modelos, assistente de partida em rampa e sistema que limpa os discos automaticamente, impedindo que se forme uma lâmina d’água, que pode dificultar a frenagem.

A suspensão foi desenvolvida para o uso brasileiro, ou seja, é mais eficiente que o modelo europeu na absorção de imperfeições, o que proporciona maior conforto ao usuários durante as viagens de fim de semana ou nos deslocamentos diários pelas ruas esburacadas das cidades.

Modelo brasileiro é maior que o oferecido ao mercado europeu

Para aqueles que têm mania de grandeza, aqui vai uma informação que pode fazê-los se interessar pelo T-Cross. O SUV que a Volkswagen disponibiliza aos brasileiros é maior que as versões destinadas aos motoristas europeus. Na prática, pode significar pouca coisa, mas já é uma vantagem.

Vamos aos números. O T-Cross brasileiro tem 4.199 mm de comprimento e 1.568 mm de altura (9 milímetros mais alto que o T-Cross europeu. Na versão Highline 250 TSI, são 11 milímetros a mais, com 1.570 milímetros). A distância entre os eixos do modelo produzido no Brasil é também maior: 2.651 milímetros (88 milímetros a mais do que a distância entre-eixos do T-Cross europeu).

Essas dimensões, obtidas graças à utilização da estratégia modular MQB, que permite flexibilidade de construção em itens como distância entre-eixos e largura, resulta em mais espaço interno para os ocupantes, tanto para os que vão na frente quanto os ocupantes dos bancos traseiros.

O porta-malas tem volume variável entre 373 litros e 420 litros). O último número é obtido quando os bancos são rebatidos.

Dentre os equipamentos oferecidos como opcionais está o star stop 2.0, que desliga o motor poucos segundos antes da parada completa e religa quando o pedal de freio é liberado. O sistema já está presente no Tiguan e gera economia de combustível.

O carro traz ainda detector de fadiga. O dispositivo monitora o comportamento do motorista nos primeiros 15 minutos de condução. A partir daí, se houver mudança na forma de condução, ele emite alerta aconselhando o motorista a parar para recuperar-se.

Outro dispositivo presente no T-Cross é o freio automático pós-colisão, que desacelera o carro à velocidade de seis metros por segundo após a ocorrência de acidente. Isso evita que novas batidas venham a ocorrer na sequência.

Para finalizar, há ainda o park assist 3.0, a versão mais moderna do sistema automático de estacionamento. Quando quer parar, o motorista aciona o botão no painel e liga a seta. O T-Cross identifica a vaga e realiza o procedimento, seja de ré, de frente ou perpendicular. O condutor tem apenas de controlar a velocidade no acelerador e freio. 

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;