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Seguro desde que tudo seja feito de forma correta

Denis Maciel/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Dano causado por chuva será ressarcido se houver previsão na apólice; negligência é causa para bloqueio


Nilton Valentim

15/03/2019 | 07:00


Muitas ruas do Grande ABC transformaram-se em rios após o temporal da noite de domingo, com carros sendo levados pela enxurrada e outros completamente submersos. Aí vem a dúvida: o seguro se responsabiliza por este tipo de dano? Sim e não. Tudo vai depender da categoria de cobertura contratada e da forma que ocorreu o acidente.

No caso de pessoa física, para ter direito a ressarcimento é necessário que possua cobertura compreensiva, que responde por colisão, incêndio, roubo e furto, além de danos causados pela força da natureza.

Para as empresas, é necessário que a apólice abranja a chamada responsabilidade civil, modalidade que tem por finalidade garantir a indenização por danos, não intencionais, corporais e materiais que foram causados a terceiros. Ou seja, que garanta a cobertura de imprevistos que envolvam outras pessoas.

A jornalista Nádia Schunk, de São Bernardo, teve seu Kia Soul danificado na chuva do domingo à noite. Como possui modalidade de seguro que cobre apenas roubos ou furtos, teve de arcar com os prejuízos. Só a higienização e trocas de bancos custarão aproximadamente R$ 1.500, fora o conserto das partes elétricas e mecânicas do veículo. “Já tinha consciência de que não poderia acionar o seguro. Por isso estou correndo para resolver o problema da melhor forma possível”, afirmou.

Entretanto, mesmo quem tem as cobertura compreensiva contratada pode ficar a pé. “O seguro é um contrato de boa-fé. Caso o segurado, por exemplo, identifique uma via totalmente alagada de difícil circulação na qual não seja possível passar com o veículo, force a passagem e tenha o veículo tomado pela água, dependendo da situação a seguradora pode negar o ressarcimento por constatar que houve negligência”, afirma Arthur de Carvalho, diretor de sinistros da seguradora Youse.

Ele indica que cada motorista escolha a modalidade de seguro que mai se aproxime de sua realidade, de forma a conseguir ter a cobertura ideal, dentro de um preço razoável. Caso seja necessário, é possível alterar a apólice. 



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Seguro desde que tudo seja feito de forma correta

Dano causado por chuva será ressarcido se houver previsão na apólice; negligência é causa para bloqueio

Nilton Valentim

15/03/2019 | 07:00


Muitas ruas do Grande ABC transformaram-se em rios após o temporal da noite de domingo, com carros sendo levados pela enxurrada e outros completamente submersos. Aí vem a dúvida: o seguro se responsabiliza por este tipo de dano? Sim e não. Tudo vai depender da categoria de cobertura contratada e da forma que ocorreu o acidente.

No caso de pessoa física, para ter direito a ressarcimento é necessário que possua cobertura compreensiva, que responde por colisão, incêndio, roubo e furto, além de danos causados pela força da natureza.

Para as empresas, é necessário que a apólice abranja a chamada responsabilidade civil, modalidade que tem por finalidade garantir a indenização por danos, não intencionais, corporais e materiais que foram causados a terceiros. Ou seja, que garanta a cobertura de imprevistos que envolvam outras pessoas.

A jornalista Nádia Schunk, de São Bernardo, teve seu Kia Soul danificado na chuva do domingo à noite. Como possui modalidade de seguro que cobre apenas roubos ou furtos, teve de arcar com os prejuízos. Só a higienização e trocas de bancos custarão aproximadamente R$ 1.500, fora o conserto das partes elétricas e mecânicas do veículo. “Já tinha consciência de que não poderia acionar o seguro. Por isso estou correndo para resolver o problema da melhor forma possível”, afirmou.

Entretanto, mesmo quem tem as cobertura compreensiva contratada pode ficar a pé. “O seguro é um contrato de boa-fé. Caso o segurado, por exemplo, identifique uma via totalmente alagada de difícil circulação na qual não seja possível passar com o veículo, force a passagem e tenha o veículo tomado pela água, dependendo da situação a seguradora pode negar o ressarcimento por constatar que houve negligência”, afirma Arthur de Carvalho, diretor de sinistros da seguradora Youse.

Ele indica que cada motorista escolha a modalidade de seguro que mai se aproxime de sua realidade, de forma a conseguir ter a cobertura ideal, dentro de um preço razoável. Caso seja necessário, é possível alterar a apólice. 

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