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Silêncio. Falta de ação: o racismo no futebol

E uma novidade: o campo de futebol de Paranapiacaba reconhecido num livro essencial


Ademir Medici

15/03/2019 | 07:00


Memofut (Grupo Literatura e Memória do Futebol) realiza amanhã a sua 108ª reunião. Tema central a ser enfocado: o racismo no futebol brasileiro. Serão três as palestras sobre o assunto:

1 – Marcelo Carvalho focalizará o racismo no futebol brasileiro em números. Ele é o idealizador e diretor executivo do Observatório da Discriminação Racial no Futebol.

2 – Marcel Tonini terá um olhar panorâmico sobre o racismo no futebol, com memórias e experiências de negros e brancos entre 1970 e 2010. Tonini é doutor em história social e integra o Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas sobre Futebol e Modalidades Lúdicas.

3 – Os dois expositores focalizarão, por fim, o silêncio de ontem e a falta de ação de hoje sobre o racismo que teima em atingir o nosso futebol.

A jornada de amanhã dos historiadores do futebol será completada por Alexandre Andolpho e Rodrigo Saturnino Braga, que analisam o livro O Negro e o Futebol Brasileiro, de Mário Filho.

MEMOFUT

As reuniões mensais dos historiadores do futebol são verdadeiras confraternizações. Um intercâmbio de conhecimentos. A paixão de cada um pelos clubes dos quais são torcedores não afeta a amizade e camaradagem do grupo.

Trocam-se livros, revistas, jornais, artigos e objetos ligados ao futebol. E numa das reuniões, Memória ganhou o livro Campos, Estádios e Arenas de Futebol... Começa o Espetáculo, de Paulo Cezar Alves Goulart (A9 Editora, Vargem Grande Paulista, SP, 2015). Um presente recebido de Domingos D’Angelo, um dos mais assíduos frequentadores das reuniões do Memofut, tricolor querido.

PARANAPIACABA PRESENTE

Domingos Antonio D’Angelo Junior escreve o prefácio do livro sobre os campos de futebol brasileiro: “A obra resgata importantes momentos da história dos campos, estádios e arenas do futebol brasileiro e com certeza enriquecerá aqueles que a lerem”.

É verdade. E para nós, do Grande ABC, uma surpresa a mais: o livro traz a primeira planta de um ground e a foto do mesmo campo. Ele mesmo, aquele que pode ser chamado de o mais antigo campo de futebol do Brasil neste ano da graça de 2019, o campo do Serrano Athletic Club, no alto da vila ferroviária de Paranapiacaba.

Arenas luxuosas, gigantescas, do Maracanã aos estádios especialmente construídos para a Copa do Mundo de 2014 no Brasil. E entre tantas casas maravilhosas do futebol, o humilde e querido campo de Paranapiacaba, mais que centenário, para nós o mais lindo de todos e que em boa hora vai ganhar sua remodelação. Obrigado, Sr. Domingos...

MEMOFUT – 108ª REUNIÃO
Quando – amanhã, sábado, dia 16
Local – Auditório Armando Nogueira, Museu do Futebol
Horário – Das 8h30 às 13h
Endereço – Estádio Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu, Praça Charles Miller, em São Paulo.

Interação com Facebook

‘O Dia Internacional da Dona Nena’

A principal acrobacia de Dona Nena é controlar o orçamento da casa.
Da crônica de Lourenço Diaféria publicada pelo Diário em 15 de março de 1989. Confiram a íntegra no Facebook da Memória – acessem o endereço acima.

Santos do Dia

- Luísa de Marillac. Com Vicente de Paulo, fundou a Ordem das Filhas de Caridade, em 1633.
- Longuinho, o São Longuinho, viveu no 1º século. Os apóstolos escreveram que ele foi o primeiro a reconhecer Cristo como ‘o filho de Deus’.
- Leocrécia
- Clemente Maria Hoffbauer

Em 15 de março de...

1919 – Educação do Estado concedia licença de dez dias à professora Maria José Cyrillo de Castro, que lecionava na Escola da Ponte, em Ribeirão Pires.
-Surge um novo semanário, O Pimpão, com fotos do Carnaval 1919.
- Realizava-se baile no Clube dos Argonautas, campeão do Carnaval 19 na Capital.
1974 – Prefeito Antonio Pezzolo, de Santo André, formaliza a compra da Chácara da GE, atual Parque Celso Daniel.
- Ernesto Geisel, presidente; Adalberto Pereira dos Santos, vice-presidente; a posse em Brasília.

Diário há 30 anos

Quarta-feira, 15 de março de 1989 – ano 31, edição 7013

Manchete – Greve é parcial; ônibus continuam parados contra as medidas econômicas impostas pelo Plano Verão
Editorial – (sobre a greve geral pretendida) A hora é de buscar saída e não confronto



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Silêncio. Falta de ação: o racismo no futebol

E uma novidade: o campo de futebol de Paranapiacaba reconhecido num livro essencial

Ademir Medici

15/03/2019 | 07:00


Memofut (Grupo Literatura e Memória do Futebol) realiza amanhã a sua 108ª reunião. Tema central a ser enfocado: o racismo no futebol brasileiro. Serão três as palestras sobre o assunto:

1 – Marcelo Carvalho focalizará o racismo no futebol brasileiro em números. Ele é o idealizador e diretor executivo do Observatório da Discriminação Racial no Futebol.

2 – Marcel Tonini terá um olhar panorâmico sobre o racismo no futebol, com memórias e experiências de negros e brancos entre 1970 e 2010. Tonini é doutor em história social e integra o Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas sobre Futebol e Modalidades Lúdicas.

3 – Os dois expositores focalizarão, por fim, o silêncio de ontem e a falta de ação de hoje sobre o racismo que teima em atingir o nosso futebol.

A jornada de amanhã dos historiadores do futebol será completada por Alexandre Andolpho e Rodrigo Saturnino Braga, que analisam o livro O Negro e o Futebol Brasileiro, de Mário Filho.

MEMOFUT

As reuniões mensais dos historiadores do futebol são verdadeiras confraternizações. Um intercâmbio de conhecimentos. A paixão de cada um pelos clubes dos quais são torcedores não afeta a amizade e camaradagem do grupo.

Trocam-se livros, revistas, jornais, artigos e objetos ligados ao futebol. E numa das reuniões, Memória ganhou o livro Campos, Estádios e Arenas de Futebol... Começa o Espetáculo, de Paulo Cezar Alves Goulart (A9 Editora, Vargem Grande Paulista, SP, 2015). Um presente recebido de Domingos D’Angelo, um dos mais assíduos frequentadores das reuniões do Memofut, tricolor querido.

PARANAPIACABA PRESENTE

Domingos Antonio D’Angelo Junior escreve o prefácio do livro sobre os campos de futebol brasileiro: “A obra resgata importantes momentos da história dos campos, estádios e arenas do futebol brasileiro e com certeza enriquecerá aqueles que a lerem”.

É verdade. E para nós, do Grande ABC, uma surpresa a mais: o livro traz a primeira planta de um ground e a foto do mesmo campo. Ele mesmo, aquele que pode ser chamado de o mais antigo campo de futebol do Brasil neste ano da graça de 2019, o campo do Serrano Athletic Club, no alto da vila ferroviária de Paranapiacaba.

Arenas luxuosas, gigantescas, do Maracanã aos estádios especialmente construídos para a Copa do Mundo de 2014 no Brasil. E entre tantas casas maravilhosas do futebol, o humilde e querido campo de Paranapiacaba, mais que centenário, para nós o mais lindo de todos e que em boa hora vai ganhar sua remodelação. Obrigado, Sr. Domingos...

MEMOFUT – 108ª REUNIÃO
Quando – amanhã, sábado, dia 16
Local – Auditório Armando Nogueira, Museu do Futebol
Horário – Das 8h30 às 13h
Endereço – Estádio Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu, Praça Charles Miller, em São Paulo.

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‘O Dia Internacional da Dona Nena’

A principal acrobacia de Dona Nena é controlar o orçamento da casa.
Da crônica de Lourenço Diaféria publicada pelo Diário em 15 de março de 1989. Confiram a íntegra no Facebook da Memória – acessem o endereço acima.

Santos do Dia

- Luísa de Marillac. Com Vicente de Paulo, fundou a Ordem das Filhas de Caridade, em 1633.
- Longuinho, o São Longuinho, viveu no 1º século. Os apóstolos escreveram que ele foi o primeiro a reconhecer Cristo como ‘o filho de Deus’.
- Leocrécia
- Clemente Maria Hoffbauer

Em 15 de março de...

1919 – Educação do Estado concedia licença de dez dias à professora Maria José Cyrillo de Castro, que lecionava na Escola da Ponte, em Ribeirão Pires.
-Surge um novo semanário, O Pimpão, com fotos do Carnaval 1919.
- Realizava-se baile no Clube dos Argonautas, campeão do Carnaval 19 na Capital.
1974 – Prefeito Antonio Pezzolo, de Santo André, formaliza a compra da Chácara da GE, atual Parque Celso Daniel.
- Ernesto Geisel, presidente; Adalberto Pereira dos Santos, vice-presidente; a posse em Brasília.

Diário há 30 anos

Quarta-feira, 15 de março de 1989 – ano 31, edição 7013

Manchete – Greve é parcial; ônibus continuam parados contra as medidas econômicas impostas pelo Plano Verão
Editorial – (sobre a greve geral pretendida) A hora é de buscar saída e não confronto

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