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Atila falta de novo à comissão do impeachment

Marina Brandão/Arquivo DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeito tinha depoimento agendado; grupo decide que não mais o ouvirá neste processo


Júnior Carvalho
do dgabc.com.br

14/03/2019 | 07:00


O prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), não compareceu ontem, de novo, à comissão do impeachment que investiga suposta vacância do cargo. Ele seria o primeiro a ser ouvido nesse processo. Na segunda-feira, ele já havia faltado ao depoimento na comissão que analisa quebra de decoro.

O Diário apurou que, diferentemente do outro grupo, que cedeu aos pedidos da defesa do prefeito e aceitou agendar nova data para o socialista ser ouvido, a comissão da vacância, presidida pelo vereador Cincinato Freire (PDT) e relatada por Samuel Enfermeiro (PSB), combinou que não pretende marcar novo dia para a oitiva de Atila. A avaliação, segundo parlamentares, foi a de que o prefeito teve a oportunidade de ser ouvido e, portanto, a deliberação é para tocar o processo mesmo sem o depoimento do chefe do Executivo.

O processo em que Atila falaria ontem trata da denúncia, protocolada por Davidson Rodrigues de Souza, de que o prefeito abandonou o posto porque ficou afastado do cargo por mais de duas semanas – estava preso em Tremembé – sem autorização prévia do Legislativo. A defesa de Atila, por outro lado, alega que a prisão era alheia à sua vontade e sustenta que a LOM (Lei Orgânica Municipal) não prevê pedido de licença formal para casos de detenção.

JOÃO GASPAR

No início da semana, além de Atila, o ex-secretário João Gaspar (PCdoB, Governo) também faltou ao depoimento que daria à comissão da quebra de decoro. O Diário apurou que os advogados do ex-secretário comunicaram os parlamentares, nesta semana, da restrição judicial que o comunista tem de entrar em prédios públicos. A comissão, então, prepara para ouvi-lo na sede da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de Mauá. 



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Atila falta de novo à comissão do impeachment

Prefeito tinha depoimento agendado; grupo decide que não mais o ouvirá neste processo

Júnior Carvalho
do dgabc.com.br

14/03/2019 | 07:00


O prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), não compareceu ontem, de novo, à comissão do impeachment que investiga suposta vacância do cargo. Ele seria o primeiro a ser ouvido nesse processo. Na segunda-feira, ele já havia faltado ao depoimento na comissão que analisa quebra de decoro.

O Diário apurou que, diferentemente do outro grupo, que cedeu aos pedidos da defesa do prefeito e aceitou agendar nova data para o socialista ser ouvido, a comissão da vacância, presidida pelo vereador Cincinato Freire (PDT) e relatada por Samuel Enfermeiro (PSB), combinou que não pretende marcar novo dia para a oitiva de Atila. A avaliação, segundo parlamentares, foi a de que o prefeito teve a oportunidade de ser ouvido e, portanto, a deliberação é para tocar o processo mesmo sem o depoimento do chefe do Executivo.

O processo em que Atila falaria ontem trata da denúncia, protocolada por Davidson Rodrigues de Souza, de que o prefeito abandonou o posto porque ficou afastado do cargo por mais de duas semanas – estava preso em Tremembé – sem autorização prévia do Legislativo. A defesa de Atila, por outro lado, alega que a prisão era alheia à sua vontade e sustenta que a LOM (Lei Orgânica Municipal) não prevê pedido de licença formal para casos de detenção.

JOÃO GASPAR

No início da semana, além de Atila, o ex-secretário João Gaspar (PCdoB, Governo) também faltou ao depoimento que daria à comissão da quebra de decoro. O Diário apurou que os advogados do ex-secretário comunicaram os parlamentares, nesta semana, da restrição judicial que o comunista tem de entrar em prédios públicos. A comissão, então, prepara para ouvi-lo na sede da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de Mauá. 

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