Fechar
Publicidade

Terça-Feira, 25 de Junho

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Nacional

nacional@dgabc.com.br | 4435-8301

Filho de coordenadora morta em Suzano diz que mãe amava o que fazia

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Marcela Munhoz
Do Dgabc.com.br

13/03/2019 | 17:59


"Ela amava o que fazia, estar com os alunos". Foi assim que Vinícius Umezo, 32 anos, descreveu a mãe, a coordenadora pedagógica e professora Marilena Umezo, a primeira da EE Raul Brasil a ser morta pelos atiradores de Suzano, na manhã desta quarta-feira.

Reprodução/Facebook

Vinícius está na porta do IML da cidade e já fez o reconhecimento da mãe. "Fiquei sabendo do ocorrido pelas redes sociais, mas a gente nunca pensa que a nossa mãe é uma das vítimas", lamenta o morador de Mogi das Cruzes, que tem mais dois irmãos.

Segundo Vinícius, a mãe lecionou durante décadas Filosofia e há cinco anos era uma das professoras coordenadoras da escola. Segundo informações, Marilena teria reconhecido um dos atiradores, o Guilherme, antes de ser atingida.
 



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Filho de coordenadora morta em Suzano diz que mãe amava o que fazia

Marcela Munhoz
Do Dgabc.com.br

13/03/2019 | 17:59


"Ela amava o que fazia, estar com os alunos". Foi assim que Vinícius Umezo, 32 anos, descreveu a mãe, a coordenadora pedagógica e professora Marilena Umezo, a primeira da EE Raul Brasil a ser morta pelos atiradores de Suzano, na manhã desta quarta-feira.

Reprodução/Facebook

Vinícius está na porta do IML da cidade e já fez o reconhecimento da mãe. "Fiquei sabendo do ocorrido pelas redes sociais, mas a gente nunca pensa que a nossa mãe é uma das vítimas", lamenta o morador de Mogi das Cruzes, que tem mais dois irmãos.

Segundo Vinícius, a mãe lecionou durante décadas Filosofia e há cinco anos era uma das professoras coordenadoras da escola. Segundo informações, Marilena teria reconhecido um dos atiradores, o Guilherme, antes de ser atingida.
 

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;